sexta-feira, 2 de maio de 2014

Espaço do Administrador - Administração Financeira




A administração financeira corresponde aos esforços despendidos objetivando a formulação de um esquema que seja adequado à maximização dos retornos dos proprietários das ações ordinárias da empresa, ao mesmo tempo em que possa propiciar a manutenção de um certo grau de liquidez.

Na verdade a função financeira dentro de uma empresa está diretamente relacionada com a decisão de se fazer um investimento e a decisão de se fazer um financiamento, sem esquecer que estas duas funções principais estão interligadas.

Além disso, a função financeira abrange numerosos outros aspectos, além do indicado até agora. Se fossemos distinguir finanças das outras funções nas empresas, a característica escolhida para diferenciar seria o tempo. Na realidade todas as outras funções dentro de uma empresa com fins lucrativos visam um maior rendimento, maior aproveitamento, lucro, investimento, etc., tudo necessita de um certo cálculo financeiro.

  • Análise Financeira de uma Empresa
  • Efeito Tesoura - Alavancagem financeira de uma empresa
  • A Dinâmica do Capital de Giro



1.0   – Finanças

Pode-se definir Finanças como a arte e a ciência de administrar fundos, praticamente todos os indivíduos e organizações obtêm receitas ou levantam fundos, gastam ou investem. Finanças ocupa-se do processo, instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

1.1 - Finanças é a aplicação de uma série de princípios econômicos e financeiros objetivando a maximização da riqueza da empresa e do valor das suas ações.

1.2 - O que é  maximização da riqueza

É a contribuição para o valor da empresa pela seleção daqueles investimentos que possuem a melhor compensação entre risco e retorno.

E como se define compensação entre risco e retorno? Dado um nível de risco, é a taxa desejada de retorno que justifica a execução de um investimento.


2.0 - O que faz o Administrador Financeiro

A função de gestão financeira geralmente é associada a um alto executivo da empresa, denominado frequentemente diretor financeiro ou vice-presidente de finanças. O vice-presidente de finanças coordena as atividades do tesoureiro e do controlador. A controladoria preocupa-se com a contabilidade de custos e a contabilidade financeira, com os pagamentos de impostos e com os sistemas de informação gerencial. A tesoureira responsabiliza-se pela gestão do caixa e da área de crédito da empresa, por seu planejamento financeiro, e pelos gastos de investimento.Numa empresa menor, o tesoureiro e o controlador talvez sejam a mesma pessoa, não se encontrando dois departamentos distintos.

2.1 - Decisões de Administração Financeira

O administrador financeiro deve preocupar-se com três tipos básicos de questões:

2.1.1 - Orçamento de Capital: Processo de planejamento e gestão dos investimentos de uma empresa em longo prazo. Nessa função o administrador financeiro procura identificar as oportunidades de investimento cujo valor para a empresa é superior a seu custo de aquisição. Em termos amplos, isto significa que o valor do fluxo de caixa gerado por um ativo supera o custo desse ativo.

2.1.2 - Estrutura de Capital: Combinação de capital de terceiros e capital próprio existente na empresa. O administrador financeiro tem duas preocupações, no que se refere a essa área. Primeiramente, quanto deve a empresa tomar emprestado? Em segundo lugar, quais são as fontes menos dispendiosas de fundos para a empresa? Além destas questões, o adm. financeiro precisa decidir exatamente como e onde os recursos devem ser captados, e, também, cabe ao adm. financeiro a escolha da fonte e do tipo apropriado de recurso que a empresa, por ventura, tomará emprestado.

2.1.3 - Administração do Capital de Giro: Capital de giro são os ativos e passivos circulantes de uma empresa. A gestão do capital de giro de uma empresa é uma atividade diária que visa assegurar que a empresa tenha recursos suficientes para continuar suas operações e evitar interrupções muito caras.

Estas três áreas de administração financeira – orçamento de capital, estrutura de capital e administração do capital de giro – são muito amplas. Cada uma delas inclui uma variedade de tópicos. Todas elas serão discutidas ao longo da disciplina.


3.0 - MODALIDADES DE ORGANIZAÇÕES DE EMPRESAS

3.1 - Firma Individual: Empresa de propriedade de um único indivíduo. É um tipo de empresa de criação mais simples e sujeita a menos regulamentação.

O proprietário de uma firma individual tem direito a todo o lucro da empresa, porém tem responsabilidade ilimitada sobre as dívidas da mesma. Não há distinção entre rendimentos de pessoa física e de pessoa jurídica, de modo que o lucro da empresa é tributado como se fosse rendimento de pessoa física.

A duração da firma individual é limitada pela vida do proprietário e o capital próprio, que pode ser reunido, é limitado à riqueza pessoal do proprietário.

3.2 - Sociedade Por Quotas: é semelhante a uma firma individual, excetuando-se o fato que tem dois ou mais proprietário (sócios).

Numa sociedade geral, todos os sócios participam dos lucros e prejuízos, e todos têm responsabilidade ilimitada por todas as dívidas da empresa, e não apenas por uma porção delas.

Numa sociedade limitada, um ou mais sócios gerais serão responsáveis pela gestão da empresa e terão responsabilidade ilimitada, mas haverá um ou mais sócios limitados que não terão participação ativa no negócio. A responsabilidade de um sócio limitado por dívidas da empresa é restrita ao montante que tenha contribuído para o capital da sociedade.

A maneira pela qual os lucros ou prejuízos da sociedade são repartidos é descrita no contrato social.

3.3 - Sociedade por Ações: Empresa criada como entidade jurídica independente, formada por uma ou mais pessoas físicas ou jurídicas. A formação de uma sociedade por ações envolve a confecção de um documento de incorporação e um estatuto.

A sociedade por ações é a forma superior de organização de empresas, no que diz respeito a levantar recursos e transferir a propriedade de um investidor a outro, mas apresenta a uma grande desvantagem: a dupla tributação.


4.0 - OBJETIVOS DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

4.1 - Maximização de Lucro: O objetivo mais geral da administração financeira é maximizar o valor de mercado do capital dos proprietários existentes, não importando se a empresa é uma firma individual, uma sociedade de pessoas (quotas) ou por ações. Em qualquer delas, as boas decisões financeiras aumentam o valor de mercado do capital dos proprietários.

Pode-se dizer que a administração financeira tem três objetivos básicos:

a - Manter a empresa em permanente situação de liquidez, como condição básica ao desenvolvimento de suas atividades. Uma empresa apresenta boa liquidez quando seus ativos e passivos são administrados convenientemente. O importante é manter os fluxos das entradas e saídas de caixa sob controle e conhecer antecipadamente as épocas em que irá faltar numerário.

b - Obter novos recursos para planos de expansão, com base em estudos de viabilidade econômico-financeira e aos menores custos. a empresa deve ser perpetuada e, para tanto, tem de realizar investimentos em tecnologia, novos produtos, etc., que poderão sacrificar a rentabilidade atual em troca de maiores benefícios no futuro. A grande concorrência existente nas modernas economias de mercado obriga as empresas a se manterem tecnologicamente atualizadas. Nenhuma pode sentir-se segura em uma boa posição, porque a qualquer momento algum concorrente poderá surgir com um produto melhor e mais barato. Deste modo, as empresas são impelidas a desenvolverem continuamente novos projetos e a tomarem decisões sobre a sua implantação. Normalmente isto significa a necessidade de vultuosas somas adicionais de recursos e uma elevação no risco do empreendimento. O retorno deve ser compatível com o risco assumido. Maior risco implica a expectativa de maior retorno.

c - Assegurar o necessário equilíbrio entre os objetivos de lucro e os de liquidez financeira, quantificando os planos de expansão de acordo com as possibilidades de obtenção de recursos, próprios ou de terceiros.


5.0 - DECISÕES FINANCEIRAS BÁSICAS

5.1 - Investimentos: A preocupação primordial diz respeito à avaliação e escolha de alternativas de aplicação de recursos nas atividades normais da empresa.

Consiste ainda num conjunto de decisões visando dar à empresa a estrutura ideal em termos de ativos – fixos e correntes – para que os objetivos da empresa como um todo sejam atingidos. Nessa área, o enfoque básico é a obtenção do maior resultado (retorno) possível, dado o risco que os proprietários da empresa estão dispostos a correr.

5.2 - Financiamento: O que se deseja fazer é definir e alcançar uma estrutura ideal em termos de fontes de recursos, dada a composição dos investimentos.

É preciso compreender, desde já, que a função financeira, cuja finalidade é assessorar a empresa como um todo proporcionando-lhe os recursos monetários exigidos, não determina, por isso mesmo, quais as aplicações a serem feitas pela empresa. Isto decorre dos objetivos e das decisões da administração e/ou dos proprietários da empresa em um nível mais alto. À administração financeira resta conseguir os recursos necessários para financiar essa estrutura de investimento ao mais baixo custo possível.

5.3 - Utilização (destinação) do lucro líquido: Há uma área de decisões também comumente conhecida pelo nome de política de dividendos, que se preocupa com a destinação dada aos recursos financeiros que a própria empresa gera em suas atividades operacionais e extra-operacionais.

É nesta área que surgem as indicações mais claras do inter-relacionamento das áreas de investimento, financiamento e utilização do lucro líquido. O inter-relacionamento deve-se ao fato indiscutível de que o lucro retido pela empresa (ou seja, o lucro não pago sob a forma de dividendos em dinheiro) constitui-se numa de suas fontes de recursos. Logo, também é problema das decisões de financiamento determinar quanto do lucro líquido disponível deve ser retido, com a decisão complementar forçosa a respeito da proporção que deve ser distribuída aos proprietários.

Além disso também há relações entre decisões de investimento e de utilização do lucro líquido. Nas decisões de investimento, um certo retorno deve ser alcançado: digamos então que seja considerada a utilização de lucros retidos para financiar certas aplicações. essa possibilidade deveria ser admitida apenas quando a alternativa de investimento prometesse um retorno superior aos que os proprietários poderiam conseguir se eles mesmos aplicassem os recursos porventura recebidos em decorrência da distribuição de lucros. As magnitudes relativas dos riscos envolvidos nas aplicações disponíveis à empresa e aos proprietários, fora dela, também precisam ser consideradas.


6.0 - RELAÇÕES DE AGENCY

A relação entre acionistas e administradores é denominada relação de agency. Existe quando alguém ("principal") contrata outra pessoa ("agente") para cuidar de seus interesses. Em tais relações existe a possibilidade de conflito de interesses entre o principal e o agente. Tal conflito é denominado de problema de agency.

Discutir o problema de agency, na medida em que este se relaciona com a maximização da riqueza dos proprietários e o papel da ética nessa questão. Um problema de agency advém do fato de que os administradores, na qualidade de representantes dos proprietários, podem colocar seus objetivos pessoais à frente dos objetivos empresariais. Forças de mercado, tanto as oriundas dos acionistas, particularmente de grandes investidores institucionais, como as ameaças de compras hostis (takeovers), tendem a prevenir ou a minimizar o problema de agency. 


7.0 -  ANÁLISE VERTICAL E HORIZONTAL

7.1 - ANÁLISE VERTICAL

A análise vertical facilita a avaliação da estrutura do Ativo e do Passivo bem como a participação de cada item da Demonstração de Resultado na formação do lucro ou prejuízo.

O cálculo do percentual de participação relativa dos itens do Ativo e do Passivo é feito dividindo-se o valor de cada item pelo valor total do Ativo ou do Passivo. Para a participação relativa dos itens da Demonstração de resultado o cálculo é feito dividindo-se cada item pelo valor da Receita Líquida, pois esta é considerada como base. (Ex. no final)

Outras constatações podem ser extraídas, mas a utilidade aumenta sensivelmente se a análise vertical for utilizada conjuntamente com a análise horizontal.

7.2 -  ANÁLISE HORIZONTAL

A análise horizontal tem a finalidade de evidenciar a evolução dos itens das demonstrações contábeis, por meio dos períodos. Calculam-se os números-índices estabelecendo o exercício mais antigo como índice-base 100. Podem ser calculados, também, aumentos anuais.

As técnicas utilizadas em análise horizontal apresentam algumas limitações:

1. quando o valor do item correspondente no exercício-base for nulo, número-índice não pode ser calculado pela forma proposta, pois os números são divisíveis pelo número zero. Nesses casos, podem ser analisadas variações em valores absolutos;

2. quando o exercício-base apresenta um número negativo e no exercício seguinte o número fica positivo ( e vice-versa), matematicamente, é calculável, mas o resultado deve ser tratado com bastante cuidado, para não ocorrerem interpretações equivocadas da evolução.

7.3 -  ANÁLISE POR MEIO DE ÍNDICES

A técnica de análise por meio de índices consiste em relacionar contas e grupos de contas para extrair conclusões sobre tendências e situação econômico-financeira da empresa.

O analista pode trabalhar com índices ou percentual.

A classificação dos índices pela empresa pode ser como ótimo, bom, satisfatório ou deficiente, ao compará-los com os índices de outras empresas do mesmo ramo ou porte.. Esta comparação é possível através das publicações em revistas especializadas.

Seguem abaixo alguns indicadores da situação econômico-financeira:


ÍNDICES E FÓRMULAS

Estrutura de Capital  

Participação dos Capitais de Terceiros (PCT) =
Exigível total ÷ Exigível + Patrimônio Líquido

Composição do endividamento (CE) =
Passivo circulante ÷ Exigível total

Imobilização do capital próprio (ICP) =
Ativo permanente ÷ Patrimônio líquido

Imobilização dos Recursos não correntes (IRNC) =
Ativo permanente ÷ Patrimônio líquido + Exigível a L.P.

Liquidez

Liquidez Geral (LG) =
Ativo Circulante + Ativo real. L.P ÷ Passivo Circ. + Passivo exig. L.P

Liquidez corrente (LC) =
Ativo circulante ÷ Passivo circulante

Liquidez seca (LS) =
Ativo circ. – Estoques – Desp.exerc.seguinte ÷ passivo circulante

Liquidez imediata (LI) =
D i s p o n í v e l ÷ Passivo Circulante

Rotação

Giro dos estoques (GE) =
Custo dos produtos vendidos ÷ Saldo médio dos estoques

Giro das contas a receber (GCR) =
Receita operacional bruta – Devol./abatimentos ÷ Saldo médio das contas a receber

Giro do ativo operacional (GAOP) =
Receita operacional líquida ÷ Saldo médio do ativo operacional

Prazo médio    

Prazo médio de estocagem (PME) =
Saldo médio dos estoques ÷ Custo dos prod. vendidos / 365 dias

Prazo médio das contas a receber (PMCR) =
Saldo médio das constas a receber ÷ (Rec. Oper.Bruta – Devol. e abatim.) / 365 dias

Prazo médio de pagamento a fornecedores (PMPF) =
Saldo médio de fornecedores ÷ Compras brutas / 365 dias

Rentabilidade

Margem bruta (MB) =
Lucro bruto ÷ Receita Oper. líquida

Margem líquida (ML) =
Lucro líquido ÷ Receita Oper. líquida

Rentabilidade do capital próprio (RCP) =
Lucro líquido ÷ Saldo médio do Patr. líquido


7.4 -  ÍNDICES DE ESTRUTURA DE CAPITAL

Esses índices indicam o grau de dependência da empresa com relação a capital de terceiros e o nível de imobilização do capital. Quanto menor o índice, melhor.

7.5 -  ÍNDICES DE LIQUIDEZ

Os índices de liquidez mostram a situação financeira da empresa. Quanto maior o índice, melhor.

Um aspecto importante que deve ser considerado é que a empresa precisa "repor" os ativos circulantes que converter em dinheiro, para não interromper sua atividade operacional. Nessas condições, os ativos circulantes passam a ter características permanentes. Portanto, os índices de liquidez são válidos para os casos em que a empresa é "liquidada".

7.6 -  ÍNDICES DE ROTAÇÃO

Os índices de rotação (giros) evidenciam o prazo de renovação dos elementos patrimoniais, dentro de determinado período de tempo. A análise do giro dos ativos fornece informações sobre aspectos de gestão da empresa, tais como as políticas de estocagem, financiamento de compras e financiamento de clientes.

Com relação ao giro dos estoques (e prazo médio de estocagem), as empresas procuram aumentar, pois quanto mais rápido vender o produto, mais o lucro aumentará. Esse raciocínio é válido desde que a margem de contribuição seja positiva e o aumento do giro não implique "custos extras" em volume superior ao ganho obtido pelo aumento do giro.

O mesmo é válido, também, em relação ao giro das contas a receber (e prazo médio das contas a receber), em termos de quanto mais rápido a empresa receber, melhor.

Já em relação ao prazo médio de pagamento a fornecedores, quanto maior, melhor, ou seja, quanto mais tempo para pagar, melhor.

Freqüentemente, o prazo médio de pagamento a fornecedores é comparado com o prazo médio das contas a receber. Por exemplo, a empresa compra com prazo de 81 dias e vende com prazo de 68 dias, ela tem condições de recomprar antes mesmo de totalizar o pagamento aos fornecedores. 

7.7 -  ÍNDICES DE RENTABILIDADE

Esses índices medem quanto está rendendo os capitais investidos. São indicadores muito importantes, pois evidenciam o sucesso ( ou insucesso) empresarial. São calculados, geralmente, sobre as receitas líquidas, porém, em alguns casos, pode ser interessante calcular sobre as receitas brutas deduzidas somente das vendas canceladas (devoluções) e abatimentos. Como pode ser observado, este índice quanto maior, melhor.


Conclusão

A questão da gestão financeira nas empresas é de extrema importância, pois muitas questões envolvem esse assunto, inclusive outros assuntos que possuem gerencias separadas e enfoques bem diferentes tem um relacionamento muito forte com gestão financeira. Praticamente tudo que se pensa dentro de uma corporação tem um impacto financeiro no orçamento sendo então necessário uma avaliação profunda no diz respeito à novos investimentos e seus prováveis retornos e custos reais.

Fonte: Cola da Web


Android Jelly Bean Problemas: O que os usuários queixam-se mais




Como o Android plataforma trabalha o seu caminho em ordem alfabética através do carrinho de sobremesas, que são tratados com novos recursos e melhorias, mas o software nunca é simples e questões sempre aparecer. Google lançou a versão 4.1 do Android, de codinome "Jelly Bean", em 9 de julho de 2012. Ele foi seguido por a versão 4.2 em 13 de novembro, a versão 4.2.1 em 27 de novembro, ea versão 4.2.2 em 11 de fevereiro deste ano. O último par de lançamentos incluído um lote de correções de bugs.

O salto inicial de 'Ice Cream Sandwich' (Android 4.0) para Jelly Bean fez uma experiência muito mais suave, eo lançamento seguinte 4.2 nos trouxe uma série de características pequenas, mas úteis. No entanto, embora possa ser melhorado, muitos usuários tiveram problemas com o Android Jelly Bean.
Abaixo estão alguns bugs e problemas com Jelly Bean comuns e tentar sugerir tanto soluções alternativas ou, quando possível, soluções genuínas.

Problema: queda Wi-Fi ou não se conectar

Nós já vimos esse problema relatado amplamente em uma série de dispositivos Android. O ponto em comum para algumas pessoas parece ser a atualização para Jelly Bean, mas diferentes atualizações de versão têm impactado em dispositivos diferentes. Há uma série de razões possíveis que as questões de acesso Wi-Fi podem ocorrer e isso pode ser devido ao seu roteador específico ou as configurações nele. Se você achar que o seu dispositivo não é capaz de se conectar a uma rede Wi-Fi, ou continua caindo a conexão Wi-Fi, há coisas que você pode tentar.

Possíveis soluções

  1. Tente ligar o roteador eo Wi-Fi no seu dispositivo. Informe o seu dispositivo para esquecer os detalhes da sua rede Wi-Fi gratuito. Mantenha pressionado o botão de energia e reiniciá-lo ou desligá-lo completamente e em seguida, ligue-o novamente. Desligue o roteador novamente. Ligue Wi-Fi no seu dispositivo novamente e digite os detalhes de novo.
  2. Tente ir a Configurações> Wi-Fi> Menu> Avançado no seu dispositivo e certifique-se de que "Mantenha Wi-Fi durante o sono", diz sempre. Você também pode tentar desmarcar a caixa ao lado Evite conexões ruins .


Problema: a reinicialização aleatória ou congelamento

Se você encontrar o seu telefone mantém congelando ou falhando e reiniciar-se após um Jelly Bean atualizar então ele poderia ser causada por um aplicativo incompatível. O problema é que o software foi atualizado, mas o aplicativo não tem. Também poderia ter sido causado por um bug no Jelly Bean - O Google lançou 4.2.2 e que era suposto para corrigir uma série de bugs, incluindo a questão reinicialização aleatória. Se você ainda está tendo problemas, há algumas coisas que vale a pena tentar.

Possíveis soluções

Seu primeiro porto de escala é sempre apenas para manter pressionado o botão de energia e desligar o dispositivo completamente e, em seguida, aguarde um momento e ligue-o novamente.

Verifique quais aplicativos estão sendo executados em Configurações> Gerenciador de aplicativos no Correndo guia. Removê-los um de cada vez e esperar para ver se a reinicialização ou problema de congelamento ocorre até encontrar o aplicativo responsável. Esta solução pode ser irritante demorado.

Faça um reset de fábrica, indo para Configurações> Backup & redefinir> Reset de fábrica . Digite o seu padrão, a senha ou PIN quando solicitado, em seguida, escolha Apagar tudo . Tenha em mente, isso vai realmente apagar todo o conteúdo em seu telefone e re-instalar uma nova versão do Android. Backup nada importante.

Problema: a vida pobre da bateria

Reclamações sobre baixa autonomia de bateria são comuns para smartphones em geral, mas algumas pessoas se queixaram de que a vida da bateria do seu dispositivo tem sido visivelmente pior após a atualização para Jelly Bean. Isso poderia ser até aplicativos ou serviços específicos. Se você achar que a sua bateria está drenando mais rápido do que era antes, e então tente reiniciar primeiro. Se isso não ajudar, tente os passos abaixo.

Possíveis soluções

  1. Vá para Configurações> Bateria e dar uma olhada no que está drenando o poder mais. Algumas pessoas relataram um aumento na vida útil da bateria após desligar Google Agora, ou o Google Wallet e funcionalidade NFC. Talvez você tem um outro aplicativo em execução em segundo plano que está comendo mais poder do que deveria. Se assim for, você vai encontrá-lo aqui, e você pode lidar com isso.
  2. Pode ser porque o dispositivo está se conectando a LTE ou tentando. Você pode mudar isso em Configurações> Mais Configurações> Redes móveis e selecione o modo de rede.
  3. Pode ser uma falha de leitura com o seu cartão microSD. Tente removê-lo e ver se o problema persiste. Se funcionar, então o backup do conteúdo de seu computador e formatar o cartão.






Problema: Bluetooth não funciona

Google confirmou que a versão 4.2 do Android continha um bug Bluetooth que pode atrapalhar áudio streaming. Se você já experimentou problemas com a funcionalidade Bluetooth após a atualização para 4.2, então essa é a razão.

Solução : Google lançou uma correção na versão 4.2.1. Você precisa atualizar para obter o seu Bluetooth a trabalhar novamente. Isto é, assumindo que é possível

Problema: Falta dezembro

A gafe de alto perfil viu dezembro ficou de fora do calendário Pessoas aplicativo em dispositivos Nexus na atualização 4.2.

Solução : Foi restaurado na versão 4.2.1.

Outros problemas Android Jelly Bean

A maioria das questões que surgiram após as atualizações do feijão de geléia desenrolou ter sido específico do dispositivo. Se você ainda não conseguiu encontrar uma solução para o seu problema particular, então você pode querer verificar para fora alguns de nossos outros ajuntamentos de problema. Confira problemas Galaxy S3 , Nexus 4 problemas , ou Nexus 7 problemas para obter mais ajuda. Você também pode compartilhar o seu problema Jelly Bean nos comentários.



quinta-feira, 1 de maio de 2014

Bill Gates volta ao topo da lista de mais ricos do mundo

Depois de anos dedicando-se a missões humanitárias, o empresário americano voltou à Microsoft, companhia que hoje é avaliada em cerca de 342 bilhões de dólares




No ano de 2014, Bill Gates conseguiu voltar ao topo da lista das pessoas mais ricas do mundo, além de ser também o sexto mais poderoso. Na edição de abril da FORBES Brasil, Gates explica na matéria de capa que sua missão atual é dar uma mão no destino da Microsoft.

Depois de anos dedicando-se a missões humanitárias, o empresário americano voltou à Microsoft, companhia que hoje é avaliada em cerca de 342 bilhões de dólares.

Na posição de braço direito do novo CEO, Satya Nadella, Bill Gates espera que a parceria traga ânimo aos negócios e uma simbologia de resgate da companhia. Um movimento claro de mudanças foi o lançamento do pacote Office para iPad, que inclui os aplicativos Word, Excel e Power Point e em sete dias após o anúncio feito por Nadella, mais de 12 milhões de downloads foram feitos.



Troca de produtos: obrigação ou liberalidade?

Postura de troca representa uma visão de mercado que, em respeito e incentivo ao consumidor, busca a retenção e fidelização de sua clientela




Uma das práticas de mercado mais comuns em nosso país é a troca de produtos adquiridos pelos consumidores. No entanto, embora nem todos saibam, de acordo com a legislação que rege as relações de consumo, a troca só é considerada obrigatória em algumas situações específicas – no intuito de assegurar que tanto o consumidor não seja prejudicado em seu direito de usufruir do produto adquirido, quanto o fornecedor seja destinatário de requerimentos injustos (art. 18, § 1º, do Código de Defesa do Consumidor).

O mencionado dispositivo legal determina que a troca dos produtos deve ser realizada, obrigatoriamente, nos casos em que se identificar a ocorrência de vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou, ainda, lhes diminuam o valor, e que tais vícios não sejam sanados pelo fornecedor no prazo máximo de 30 dias.

Isso significa que a simples desistência da aquisição do produto ou o descontentamento acerca das características estéticas (modelo, cor, existência ou não de determinadas funcionalidades, etc.) ou do tamanho do produto não ensejam a imposição, ao fornecedor, de efetuar a troca do produto, se não houver qualquer indício de inadequação ao consumo.

No entanto, ainda que não obrigatória, os fornecedores entendem como boa prática de mercado efetuar a troca de produtos adquiridos que, apesar de perfeitamente apropriados à finalidade a que se destinam, não se enquadram no critério subjetivo de satisfação pessoal do consumidor. Essa postura representa uma visão de mercado que, em respeito e incentivo ao consumidor, busca a retenção e fidelização de sua clientela.

Nessas situações, em que a possibilidade de troca de produto é livre e espontaneamente oferecida pelo fornecedor, ele fica vinculado ao cumprimento do prometido, desde que, e apenas se, forem respeitados os prazos e condições por ele estabelecidos.

Ainda na esteira da existência de vícios no produto, é preciso que sejam observadas outras situações que isentam o fornecedor da obrigatoriedade de troca do produto. O mau uso do produto, por exemplo, seja ou não de forma intencional, não gera a obrigação do fornecedor de realizar a troca.

Outra situação que desobriga a troca pelo fornecedor é no caso de venda de produtos com pequenos defeitos ou avarias, que ensejam o abatimento do preço. A troca, nesse caso, não é obrigatória, desde que o produto atenda a finalidade a que se destina e o motivo da troca não seja exatamente a ocorrência do defeito que ensejou a diminuição de seu valor de venda. Para tanto, é preciso observar a necessidade de fazer constar na nota fiscal o estado do produto a ser adquirido e os motivos do abatimento do preço.

O segundo requisito, por fim, são os prazos legais como uma das condições a legitimar a troca do bem.

Ao fornecedor foi concedido o prazo de 30 dias para sanar os vícios de qualidade reclamados pelo consumidor, contados a partir do momento em que teve ciência deles. Somente após decorrido esse prazo, origina ao consumidor o direito de, a sua escolha, obter a substituição do produto por outro da mesma espécie em perfeitas condições de uso ou a restituição da quantia paga monetariamente atualizada ou, ainda, o abatimento proporcional do preço.

Porém, para fazer jus a essas prerrogativas, a comunicação pelo consumidor da existência de eventuais vícios aparentes ou de fácil constatação deve ser feita de forma inequívoca ao fornecedor e dentro do prazo de garantia legal, que é de 30 dias para produtos não duráveis e de 90 dias para os produtos duráveis. Uma vez não observados esses prazos, o consumidor perde o direito de reclamar pelos vícios no produto.

Por fim, é importante mencionar uma situação específica que envolve a aquisição de produtos: compras realizadas à distância, ou seja, fora do estabelecimento comercial (exemplos: compras feitas pela internet, por telefone ou por catálogos com entrega a domicílio).

Nesses casos, a legislação assegura o direito de arrependimento ao consumidor, que pode, dentro do prazo de 07 dias a contar de sua realização ou do ato de recebimento do produto, desistir da compra realizada, independentemente da motivação, mediante a devolução de eventuais valores pagos, monetariamente atualizados.



Espaço do Administrador - Virando a Própria Mesa


Este trabalho tem como objetivo analisar a experiência vivida pelo autor, Ricardo Semler, em frente a uma empresa familiar fundada por seu pai, a Semco S/A. Onde relata histórias vividas por ex-rockeiro até a grandes negociações com multinacionais.

Tendo sua primeira edição lançada em 1988 o livro “Virando a Própria Mesa” tornou-se rapidamente um best-seller, talvez por sua visão futurista da administração contado por um garoto que transformou uma empresa familiar em uma empresa de renome da época.


Análise

Semler trata do assunto do livro “Virando a própria mesa” como simples e praticáveis a qualquer empresa para qualquer situação, assim levando o leitor a crer que toda a resposta de seus problemas está sobre seus colaboradores e a maximização do desleixo sobre teorias formadas por autores no passado, entre eles Taylor e o pai da produção em massa Henry Ford.

Algumas atitudes de Semler, principalmente sobre paternalismo, são de grande utilidade sobre uma empresa familiar, usar um sistema de exclusão deste problema é o ideal para esse tipo de organização, isto se pode ser percebido em algumas empresas atuais onde existem vários programas, como o plano de cargos e salários e remuneração por competência, para a diminuição deste tipo de obstáculo.

Pode-se achar no mínimo ilusória alguns fatos narrados no livro, como a total liberdade dos colaboradores dentro da empresa, a relação entre empresa e grevistas e algumas outras coisas mais, diz-se isso pelo fato de as empresas serem organizações diferentes, e destas serem formadas por pessoas diferentes, porem o autor passa uma certa euforia em suas experiências que leva o leitor a imaginar o programa descrito em sua empresa, seja ela própria ou apenas o local de trabalho, o fato é que incentivar a simples exclusão de um organograma e autorizar aos funcionários um regime de total “anarquia”, não pode ser a resolução de todos os problemas de qualquer empresa, assim, cabe dizer que, ao referir-se ao “bicho gente”(73), como o Semler mesmo se refere, se tem que pelo menos imaginar duas fases para a total liberação de responsabilidades, a comunicação  e a delegação.

Por outro lado, alguns relatos do livro levam a enfrentar a realidade do mercado atual de frente, algumas atitudes tomadas pelo autor em sua experiência na Semco S/A, como as situações em que sua empresa procurou, e conseguiu algumas aquisições, parcerias e contratos por seu puro censo de negócios, deixam à mostra a pura, porém não tão simples, arte de administrar.

Por fim “Virando a Própria Mesa” refere-se muito mais a uma história de sucessos de um administrador, do que uma base de atitudes relativas à administração de empresas familiares, com algumas exceções como o desprendimento necessário entre família e empresa para que esta evolua.

Ricardo Semler recomenda que as empresas brasileiras copiem modelos de administração que já deram certo em empresas estrangeiras. Concorda ou não?

Discordo que Semler tenha dado a intenção de dizer que as empresas brasileiras deviam seguir modelos de administração estrangeiros, pois deixa bem claro que “quem ainda estiver administrando sua empresa com base nos ensinamentos de Alfred Sloan, da General Motors, ou se mira nos gigantes da industria para procurar se modernizar, está fadado a imitar um modelo em extinção” (47).

O autor é contra a implantação destes sistemas principalmente por motivos culturais que ele mesmo afirma: “Há que se respeitar as diferenças de cultura. Essa mania de exportar técnicas para o Brasil e, pior ainda, esse mania de brasileira de achar que o que vem de fora é melhor, é de lascar.” (145).

Ricardo Semler é a favor sim de um” modelo próprio de administração neste país o que por sua vez força nova importação de modelos”. (145), a partir daí deixando claro que esse tipo de “transplante”, como ele mesmo se refere, apenas funcionaria se alem da cultura se devia importar também os próprios criadores destes modelos de administração.

Em meu ponto vista, já que a questão de minha opinião sobre o assunto foi levantada, tenho a dizer que concordo com o autor, uma cultura diferente não pode ser implantada em outro pais como se fosse apenas mais um método de administração existente do mercado, como Semler mesmo relata “Empresa também é alta costura?”. (143)

O Brasil como país em desenvolvimento tem de se pôr em seu lugar e agir como tal, importando tantas técnicas do exterior, que em sua maioria são (ou foram) criadas em países desenvolvidos e com uma realidade econômica bem diferente da nossa, é sucumbir a ditos internacionais que ressaltam novos modelos de administração a cada dia, e determinam a excelência de cada um deles.

Pois bem, relevando a questão de sermos um país em desenvolvimento e com uma economia frágil, assim pensam os mesmos criadores destas tão renomadas “filosofias empresarias”, mesmo assim o choque cultural seria enorme, adaptar essas técnicas é diferente, adaptando-as a nossa realidade, na verdade, não se iria mudar pequenos pontos para que funcione em nosso defasado empresariado, mas sim realmente deformar-se um sistema para que possa se adaptar aos padrões nacionais.

Segundo o autor qual é o desafio da empresa brasileira e por conseqüência do administrador brasileiro? Em que passagem do livro isso se destaca?

O maior desafio principalmente do empresário brasileiro é a questão da visão de administração (Implantação de critérios e padrões de administração para a para sua realização no futuro) relacionada com um diferencial conforme a realidade da empresa e com o ambiente em que esta se encontra, tanto que em algumas passagens de seu livro ele ressalta opiniões e aplicações práticas em sua empresa, a Semco S/A, futuristas em relação à data de lançamento da primeira edição de seu livro, abordando assuntos como marketing e com afirmações como “o estudo de mercado é necessário para definir parâmetros de atuação e para dar uma idéia dos grandes fatos relacionados com o mercado. Porém usá-los como sustentação para lançamento de um produto requer um conhecimento profundo do mercado pelo usuário do estudo” (194), o que não é feita por grandes empresas até hoje, Semler dá a entender, ou a compreender, que o planejamento do futuro é o mais importante para uma empresa, em minha opinião.

A relação do planejamento da administração no futuro com os colaboradores vem à medida que este planejamento vai sendo realmente se transformando em realidade para uma empresa, portanto, para que haja uma possibilidade de que uma organização chegar ao seu objetivo, seja lá qual for, se de interesse financeiro, mercadológico, ou até mesmo social, a base para a evolução desta empresa está principalmente nas mãos de seus colaboradores.


O conteúdo do livro e a abordagem clássica da administração

Há alguns pontos em comum e outros extremamente diversos na relação da estrutura de administração citada no livro e a Teoria Clássica da Administração de Fayol, Vejamos alguns pontos em comum encontrados:

  • Tanto a teoria clássica quando o livro de Ricardo Semler concordam em relação a rotatividade de pessoal em relação a motivação e a estabilidade dos funcionários;
  • A relação do espírito de corpo relacionada ao relacionamento entre o pessoal de mesma hierarquia é citada tanto na teoria clássica, quando na obra de Semler;
  • A iniciativa é o principal ponto abordado em passagens iniciais, em que Semler relata sobre o início na empresa de sua família.

Pontos diversos:

  • Fayol se refere à divisão do trabalho extremamente relacionada à especialização dos funcionários, enquanto Semler relata em seu livro “... já tivemos um diretor financeiro com apenas um curso colegial, e um diretor técnico, comandado uma equipe de muitos engenheiros, sem qualquer formação” (222);
  • A autoridade na visão de Fayol é um dever de cada superior, enquanto o, livro descreve um pensamento bem menos ditatorial e mais democrático, até mesmo em relação a remuneração;
  • Unidade de comando não é descrita no livro, porém é gritante a relação do funcionário com a delegação de responsabilidades;
  • Semler deixa que seus colaboradores realizem o layout da empresa, participem de reuniões com participação ativa e não utiliza nem mesmo fluxograma, enquanto na visão de Fayol a hierarquia e um plano de atividades são primordialmente necessários para manter a ordem;
  • A Teoria Clássica dá ênfase a disciplina, Semler da ênfase a motivação.

Outros pontos têm relações interessantes como, os relacionados aos interesses gerais, que segundo Fayol, devem prevalecer sobre os interesses pessoais os interesses da organização, Semler tanto se preocupa que dá sua opinião sobre a vida de colaboradores fora do horário de expediente.

Quanto a remuneração é difícil de ressaltar as diferenças, pois vejo-as em parte semelhantes, Fayol diz que a remuneração tem que ser satisfatória para o empregador e o empregado, o que nos dá a entender que tem de se entrar em um acordo para a sua estipulação,  Semler faz com que seus colaboradores dêem-no uma idéia do salário desejado e diz: “...em muitos casos atribuímos salários maiores do que os determinados pela pessoa”(224), o que no fim dos casos acabou sendo o mesmo processo, mas com pensamentos administrativos diferentes.


Qual as mensagens que o autor pretende transmitir aos leitores do seu livro?

O autor pretende passar através de sua experiência uma forma diferenciada para cada administrador, de cada empresa, de cada ramo de atividade seguido por uma organização, de acordo com sua necessidade e sua realidade para que sua empresa evolua conforme o ambiente que a cerca.

Fala também na relação entre o empresário e empresa, comparando a vida particular com a vida profissional de um administrador, referindo-se ao empresário como: “...  é também aquele que começa a olhar da empresa para fora, participa de entidades de classe, dedica mais atenção ao seu lazer, e gasta mais rapidamente o dinheiro que o empreendedor acumulou, mas não teve tempo nem coragem de gastar” (87).

Além disso, fala sobre a empresa e seus colaboradores, dedicando um capítulo todo apenas para ressaltar esta relação, levando em conta assuntos como greve, salários, participação ativa de funcionários dentro da empresa, benefícios e treinamento, Ricardo Semler, diz: “... na área de RH é o misto-quente da organização. Fica presa entre os empregados e a empresa e pretende representar os melhores interesses dos dois” (173), assim dando a entender a importância deste elemento que age diretamente sobre os interesses de ambos os lados, colaborador e empresa.

Como principalmente refere-se ao futuro das organizações no Brasil, Semler tenta passar ao leitor a importância de identidade de uma empresa, assumindo, já no fim dos anos 80, uma posição bem mais “anarquista”, como ele mesmo manifesta em uma passagem do livro, em relação ao padrão de administração usado no Brasil, e admiti em sua própria empresa elementos totalmente diversos, nos quais, em alguns casos molda a empresa ao funcionário e não o contrário.


Conclusão

Concluo que o trabalho aplicado teve com base relacionar o conteúdo do livro com teorias administrativas, assim tendo validade em vários pontos, sendo que alguns destes considerados básicos, entre eles os principais são a constante mudança e a diferença entre as organizações, não são expressos pelo autor, fazendo assim com que seja necessário um embasamento mais abrangente para a compreensão dos tópicos abordados.

Portanto todas as críticas contidas neste trabalho ou têm embasamento teórico, prático ou expressam exatamente o pensamento do aluno sobre assuntos tratados no livro.

Fonte: Cola da Web


Feliz Dia do Trabalhador!



Confira as 10 marcas mais amadas pelo consumidor

Estudo aponta a preferência do consumidor por empresas associadas à moda e design




A pesquisa "Marcas Mais Amadas 2014" revelou um fato curioso: mais do que admiração, alguns consumidores têm uma verdadeira relação emocional com determinadas marcas. Dentre todas as dimensões avaliadas, a empresa que conquistou o título de marca mais amada do Brasil foi a “O Boticário”.

“Trata-se de uma empresa que investe muito em inovação e beleza. Em uma cultura como a brasileira, que valoriza os cuidados com o corpo, trabalhar a autoestima como DNA da marca foi fundamental para consagrá-la a mais amada”, afirma o especialista internacional em relações de consumo e varejo, Roberto Meir.

Encomendada pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e realizada pela Officina Sophia, Para a realização da pesquisa, foram avaliados 40 atributos relacionados a temas como qualidade do produto, identidade aspiracional, disposição dos clientes em investir recursos, presença ativa nas redes sociais, lealdade dos consumidores, apego emocional com a marca, entre outros. Para Meir, “assim como a ‘O Boticário’, as empresas cujos produtos se associam à moda e design criam uma maior identificação com o consumidor. Elas conseguem gerar uma impressão sensorial nas pessoas e se conectam emocionalmente com os clientes”.

Metodologia: para a realização da análise, a Officina Sophia considerou dois critérios essenciais. São eles: um número mínimo de pessoas que deveriam conhecer a marca e a magnitude do vínculo declarado de sentimentos positivos. “Quanto mais pessoas exprimiram uma maior intensidade de amor pela marca, melhor posicionada ela ficava no ranking. Além disso, para a elaboração do estudo foi neutralizado o nível de conhecimento dos consumidores pelas marcas. Um ranking das mais amadas não pode ser reflexo da visibilidade, caso contrário nós estaríamos fazendo uma lista de top of mind”, explica Meir.

Já para as amostras, 1.472 entrevistas foram realizadas durante fevereiro, entre as principais regiões do país: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, Jundiaí, São José dos Campos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Curitiba. A avaliação considerou as classes socioeconômicas A, B e C e foi composta por homens e mulheres, entre 18 a 59 anos.


1 - O Boticário - 131,7
2 - Natura - 117,0
3 - Louis Vuitton - 102,7
4 - Nestlé - 102,4
5 - Havaianas - 101,8
6 - Prada - 99,7
7 - Rolex / Gucci * - 99,6
8 - Mont Blanc - 97,5
9 - Tommy Hilfiger - 95,3
10 - Samsung - 94,7

* As marcas destacadas apresentaram a mesma pontuação e, portanto, aparecem na mesma posição no ranking.