quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Garota lucra com desenvolvimento e venda de senhas inquebráveis na web

A responsável pela ideia é a jovem Mira Modi, de apenas 11 anos




São frequentes os casos de roubo de senhas e, por consequência, de arquivos confidenciais que deveriam estar protegidos por elas. O problema é que a utilização de senhas óbvias facilita o trabalho de cibercriminosos e, por isso, é indicado o uso de senhas complexas. Aproveitando-se disto, uma norte-americana de 11 anos está lucrando ao gerar senhas complexas sem a utilização de computadores, programas ou qualquer outro meio digital. 

Segundo o The Next Web, a nova-iorquina Mira Modi, de apenas 11 anos, começou a desenvolver as senhas ao ajudar a sua mãe na construção de um livro sobre privacidade. Segundo o site, as frases com senhas criptografada custam US$ 2 e todas, absolutamente todas, são escritas à mão e enviadas aos solicitantes através de cartas.

“Quis fazer com que [o que eu faço] se tornasse público, pois eu não estava ganhando muito dinheiro. Achei que seria legal ter meu próprio site”, disse Mira.

Com o crescimento das vendas, a pequena passou a formalizar o seu negócio e desenvolveu um website, além de acompanhar sua mãe em eventos com o tema e oferecer o seu produto ao público pessoalmente. Ainda de acordo o TNW, uma hora de trabalho da jovem pode gerar até US$ 12.  



A crise de representatividade e seus impactos na economia

A falta de identificação da sociedade com o Poder Público traz significativos impactos na economia, os quais quero apontar aqui nesse artigo




Em junho de 2013, observamos profundas manifestações contra o atual sistema político em que vivemos, que mostraram a ampla insatisfação da população com os rumos do nosso país. A crise de representatividade se apresenta pela falta de identificação e de atendimento na relação dos cidadãos com o poder público. Os descasos com as demandas da sociedade e os constantes casos de corrupção trazem um abismo nesse relacionamento, o que instaura e agrava essa crise, que traz à tona significativos resultados negativos, e nesse artigo quero focar em um deles: o que será que a crise de representatividade traz de negativo para a economia?

Não podemos ignorar que economia, política, questões sociais e ambientais devem ser tratadas de forma diferente umas das outras, porém elas possuem forte ligação, visto que ações de uma temática podem interferir nas demais. Por exemplo, uma postura de mercado que vise apenas o consumo e não reflita sobre a sustentabilidade traz sérios impactos ambientais, bem como decisões políticas que priorizem apenas a economia trazem retrocessos nas questões sociais. Bom, aqui quero fazer uma análise do relacionamento da crise de representatividade, no âmbito político, com a economia, mostrando os impactos de uma sobre a outra.

A crise de representatividade traz um extremo ceticismo da sociedade às decisões e posições de um governo. Isso, potencializado a um momento econômico conturbado, traz extremo desânimo e temor para os cidadãos, sejam eles empresários ou trabalhadores, o que consequentemente freia o consumo e investimento nacional. Por insegurança nas decisões políticas, menos compras são realizadas e menos investimentos são planejados pelos empresários e por aqueles que sonham entrar no mundo do empreendedorismo.

Conforme as relações sociais estão se transformando, as demandas da sociedade estão se tornando mais pluralizadas e, assim como os avanços tecnológicos, surge a necessidade pelo atendimento de forma mais rápida e ágil, coisa que o Poder Público, em todos os âmbitos (Municípios, Estados e União), ainda não consegue realizar com eficiência. O engessado sistema burocrático brasileiro vem avançando, a curtos passos, na busca por uma Administração mais dinâmica, porém as relações políticas travam mudanças que possuem extrema urgência. Barganhas e interesses políticos, infelizmente, acabam sendo colocados à frente do interesse da população como um todo. E, dessa forma, os cidadãos vão se distanciando do Poder Público, desacreditando de suas decisões e perdendo o sentimento de posse do Espaço Público.

Refletir que os problemas econômicos brasileiro vai muito além das altas do dólar, taxas de juros, dos impostos e, consequentemente, da inflação, se faz necessário. As relações políticas e a forma como nós cidadãos e eleitores nos sentimos nessa relação com o Poder Público interferem de forma direta e indireta nos rumos econômicos do país e deixar de realizar essa análise é deixar de entender boa parte dos problemas que vivemos atualmente no país, seja qual for o âmbito, institucional, político, econômico, ambiental e social. Tudo está interligado e, nesse sistema, uma coisa influencia a outra. Resolver paliativamente um problema é apenas apagar a parte visível do fogo, mas não o foco do incêndio e, de tempos em tempos, novas deficiências econômicas do país aparecerão nesse ciclo vicioso.



terça-feira, 27 de outubro de 2015

5 dicas infalíveis para sua empresa fazer sucesso no Facebook

Especialista em Internet Marketing ensina táticas para aumentar o engajamento de uma marca na rede social




Toda empresa deve oferecer conteúdo ao seu público por meio das redes sociais, segundo especialista no assunto. “No fundo, toda empresa vende um serviço”, explica Camila Porto, autora do livro Facebook Marketing, que destaca a importância de uma marca se portar de forma a oferecer soluções ao seu público, para que então ela seja valorizada e tenha engajamento nas redes sociais.

Mesmo assim, alguns empresários e profissionais de mídias sociais podem ter dúvidas sobre o que realmente publicar no Facebook para obter engajamento. Assim, Camila mostra cinco estratégias de conteúdo que ajudam a trazer resultados online.

1- Utilize todos os formatos de conteúdo

Segundo a especialista, não basta publicar só imagens, só links ou apenas vídeos. É importante variar o tipo de conteúdo. “Use a ferramenta Facebook Insights, que traz gráficos e informações ricas sobre as publicações, para entender o que gera mais engajamento do seu público”.

2- Humanize a linguagem

Camila explica que, na maioria dos segmentos, uma linguagem próxima do público, mais informal e até mesmo carinhosa pode atingir a audiência com mais impacto. “Isso pode gerar mais conversas e relacionamentos nas redes”.

3- Responda aos comentários

Embora muitas marcas insistam em deixar os comentários sem respostas, a especialista destaca a importância de responder ao que todos comentam. “Isso aumenta a percepção da marca como preocupada em atender os consumidores”.

4- Incentive a criatividade e a curiosidade

No ambiente descontraído em que as redes sociais se inserem, é sempre importante estimular o público a sugerir legendas para imagens ou outras brincadeiras, e ainda fazer perguntas ou desafios que despertem a curiosidade.

5- Ofereça exclusividade

“Crie ofertas exclusivas para os usuários do Facebook”, sugere Camila, que dá exemplos de empresas que fazem isso em seu E-book. Segundo a especialista, além de aumentar as vendas de um produto, isso faz com que o fã se sinta especial. “É uma das melhores formas de valorizar a sua audiência”, conclui.



Versão do Youtube para assinantes já tem preço e previsão de lançamento (nos EUA)

Além de conteúdos exclusivos, o YouTube Red permite salvar os vídeos para visualizar offline




Há um mês um atualização do YouTube mostrou algo que o Google não estava preparado para divulgar ainda, o YouTube Red. Hoje, a gigante da internet anunciou oficialmente o que seria a plataforma, que é a versão paga do site de vídeos.

Além de conteúdos exclusivos, o YouTube Red permite salvar os vídeos para visualizar offline, não verá anúncios e poderá também ouvir música com a tela desligada, algo que já era possível para quem assinava o YouTube Music Key. Por enquanto, a assinatura será lançada apenas nos EUA no próximo dia 28 de outubro. Outros países deverão receber o serviço em 2016.

Para usuários do Android o valor será de US$ 9,90 ao mês, enquanto quem tem iOS pagará US$ 12,90 pela mensalidade. Dentre as séries apenas para assinantes, estão “Scare Pewdiepie” e “Sing it!”, uma sátira de programas como The Voice.



Marca promove campanha de cuecas com homens comuns

A ideia é abandonar a crença de que alguns homens são "melhores, mais bonitos ou mais normais do que os outros"




Todos os dias vemos diversas campanhas com homens e mulheres cada vez mais bem produzidos, definidos e beirando a perfeição estética pregadas por muitas companhias. Porém, a realidade é outra. Visando agradar ao seu público e transportar uma maior realidade em suas campanhas, a Dressmann — empresa que trabalha com moda e vestuário para homens — lançou a #JustTheWayYouAre, ou, "apenas do jeito que você é", em bom português.

No comercial em vídeo e nas fotos para divulgação da campanha aparecem homens comuns do nosso dia a dia, com barriguinha ou magros demais, peludos e com cicatrizes e tatuagens, de idade e, claro, os definidos que, claro, também existem e fazem parte do público-alvo da marca.

Segundo Knut Vidar Nilsen, diretor de marketing da empresa, a ideia é abandonar a crença de que alguns homens são "melhores, mais bonitos ou mais normais do que os outros".

De acordo com o R7, um estudo realizado para a Dressmann concluiu que um terço dos homens participantes afirmaram ter sentimentos negativos em relação ao seus corpos. O levantamento  foi realizado com 2.068 homens.



segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Executivo deixa a Microsoft para construir bibliotecas ao redor do mundo

Com o "Room to Read", Wood pretende erradicar o analfabetismo infantil e a desigualdade de gênero na educação, construindo bibliotecas e fornecendo livros para os espaços




John Wood era executivo de uma das maiores companhias de tecnologia do mundo, mas desistiu de seu cargo para se dedicar a um projeto sem fins lucrativos de levar educação às crianças do Nepal. Este ano, o projeto "Room to Read" ("Espaço para ler", em português), chegou à marca de 10 milhões de crianças atendidas. Com o "Room to Read", Wood pretende erradicar o analfabetismo infantil e a desigualdade de gênero na educação, construindo bibliotecas e fornecendo os livros para os espaços.

Wood teve a ideia da organização quando descansava durante uma caminhada pelas colinas da cordilheira do Himalaia, no Nepal, em 1998. A confirmação que precisava para tirar o projeto do papel veio quando ele visitava uma escola na pequena cidade de Bahundanda. A instituição tinha uma biblioteca, entretanto haviam pouquíssimos livros no local e estes eram considerados tão valiosos que ficavam guardados em um armário com chave. Quando estava de saída, o diretor da escola pediu que, se um dia Wood voltasse ali, trouxesse consigo alguns livros.

Um ano depois, o ex-executivo da Microsoft voltou à escola de Bahundanda com 3 mil livros em mãos e a reação daquelas crianças foi o suficiente para que ele entendesse que estava no caminho certo.

"Cresci em uma família que gostava de ler e sempre valorizou a palavra escrita", disse Wood, que já conseguiu financiar 17.500 bibliotecas em todo o mundo. "Eu me deparei com a causa correta, no lugar correto e no momento adequado", conclui.



Estamos completando hoje 3 anos!