segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Como se diferenciar em um mercado cheio de tabus

Inovar em um setor como o funerário, por exemplo, exige, acima de tudo, sensibilidade




Em um segmento que, sem eufemismos, depende basicamente da morte das pessoas para existir, não dá para sair fazendo propaganda de qualquer jeito. Também não dá para fazer promoção. Muito menos colocar vendedores na rua ou representantes ligando para as pessoas oferecendo seus produtos. Imagine, então, resolver colocar em prática uma daquelas ações mirabolantes e engraçadinhas que, nos últimos tempos, principalmente com a ajuda da internet, têm colocado marcas de praticamente todos os segmentos facilmente na lembrança do público. Impossível.

Não é exagero dizer que inovar no setor funerário é um desafio homérico. Afinal, como se diferenciar sem parecer insensível à dor do seu cliente? A tarefa é árdua, mas há quem tenha decidido encará-la. Um exemplo é o Grupo Vila, que atua no Nordeste desde 1948 e, nos últimos 10 anos, absorveu uma série de inovações que o têm diferenciado em seu nicho.

Entre outras coisas, a empresa oferece velório virtual (transmissão em tempo real pela internet), obituário online, sistema de localização de jazigos (a empresa possui funerárias, centrais de velórios e cemitérios), mural de homenagens no site da empresa, floricultura online e catálogo virtual.

“O nosso grande objetivo, ao longo dos últimos anos, vem sendo justamente tocar as pessoas. Para isso, falamos de sentimentos bonitos como a saudade ou o amor. Entendemos que a saudade é um sentimento bonito pois só sentimos saudades das coisas boas, das pessoas que marcaram de forma positiva nossas vidas”, afirma Ibsen Vila, diretor executivo do Grupo Vila.

Ibsen destaca ainda que “a inovação se faz presente em praticamente todas as áreas da empresa, desde a busca por oferecer produtos e serviços diferenciados até a gestão”. E acrescenta: “O papel principal da inovação não somente no setor funerário mas em qualquer outro é facilitar a vida das pessoas. Seja na compra, seja na forma como recebe o serviço, o produto da inovação deve agregar valor a experiência do cliente”.

“Muita gente acha que inovação necessariamente significa tecnologia. Sim, a tecnologia representa uma papel importante no processo de inovação mas ela não é tudo. Muitas vezes uma simples mudança de processo, a adoção de um novo tipo de insumo, por exemplo, pode fazer uma grande diferença”, complementa Ibsen.

PDV mais sensível

O executivo destaca que uma das primeiras mudanças implementadas na empresa no processo de inovação foi a transformação do ponto de venda. “Há 20 anos, quando todas as funerárias, inclusive as nossas, expunham suas urnas funerárias logo na recepção, decidimos removê-las para uma sala mais privativa. Isso fez com que o cliente se sentisse mais confortável no ambiente e outorgou à família a decisão de ver a urna no processo de compra ou escolher através de um catálogo - que hoje é virtual”, explica Ibsen.

Impactos nos resultados

Ibsen afirma que, embora não tenha como mensurar exatamente, em valores, quanto as inovações geraram em receitas para o Grupo Vila, pode afirmar que elas foram o grande propulsor do crescimento da companhia.

Em 2013, o faturamento da empresa foi de R$ 67 milhões, com um crescimento de 6,5% em relação a 2012. Para se ter uma ideia, o crescimento do PIB naquele ano foi de 2,3% e o do setor de serviços 2%.



8 erros cruciais que fazem um líder cair

Infelizmente, muitos profissionais não conseguem ter upgrade de carreira por conta de não estarem aptos para exercer a função de líder, que ao contrário do que muitos pensam, é extremamente difícil e desgastante




A famosíssima banda britânica Coldplay é dona de uma composição de sucesso mundial autodenominada “Viva La Vida”, onde o autor narra à história de um grande Rei que teve o domínio pleno e absoluto de sua terra, mas que em um determinado momento caiu, sofrendo as duras consequências de uma esmagadora e memorável derrota.

Antes que fosse destronado pelos seus inimigos, o poderoso comandante conta que em um passado não tão distante podia facilmente contemplar o medo, o terror e o pânico vindo dos olhos de seus adversários, que possuíam profundo respeito e temor pela imponência e magnitude colossal do glorioso e resplandecente rei. Assim, por onde ele passava, todos se curvavam e o reverenciavam, como se tal criatura fosse um deus absoluto e supremo dotado de sabedoria e energia divina, vestindo uma reluzente armadura e sendo louvado pelos inúmeros seguidores que o estimavam.

Mas um dia, o vento ficou estático, as estrelas se apagaram e as nuvens ficaram obscurecidas, neste momento, um raio das trevas caiu em cima do castelo do grande rei, o fazendo perder todos os seus tesouros e o deixando completamente nu diante de seus súditos, que nada puderam fazer a não ser se maravilharem com à derrocada pífia daquele que outrora era absoluto e completamente distante de qualquer tipo de fracasso.

Agora, traga isso para a sua realidade: quantos líderes, chefes, gerentes e presidentes você viu cair ao longo de sua carreira? Provavelmente, não foram poucos, pois se manter no topo não é uma tarefa fácil, porque estabelecer um equilíbrio perante os momentos caóticos, gerir estratégias complexas e desafiadoras, saber lidar de forma inteligente com as pessoas e alcançar resultados expressivos à curto prazo, são todas variáveis difíceis de serem alcançadas e, principalmente, de serem mantidas. Por isso, muitos não têm êxito em seus objetivos e acabam se frustrando por conta de não corresponderem às expectativas criadas e também por conhecerem o gosto amargo da derrota vindo diretamente em suas línguas. Normalmente, essas pessoas são derrubadas por herdarem uma posição que não estão preparadas para sustentar, ou seja, elas receberam uma missão que estava muito além de suas forças, o que ocasionou na maximização de seus pontos fracos e na consequente perda de suas respectivas “patentes”.

Querendo ajudar algumas pessoas a otimizar tal questão e tentando elaborar alguns quesitos que julgo serem importantes perante tal atmosfera, criei 8 pecados que um líder não pode cometer sob pena de ver suas muralhas destronadas. Confira:

1 – Não ter experiência e profundo conhecimento técnico da área: é necessário ter vivência de algumas situações (bagagem) para poder interpretar e identificar corretamente os cenários existentes. Além disso, é fundamental ostentar a ciência específica da área, conhecendo amplamente os assuntos em questão para poder responder eficazmente às múltiplas complexidades presentes. Essas duas abas permitirá que o raciocínio do líder seja mais ágil, eficiente e polivalente, fazendo com que o mesmo tenha um índice de acerto bem próximo da perfeição e uma capacidade singular de diagnosticar e sanar problemas.

2 – Não ser evasivo e não entender de “gente”: certamente, o maior desafio de um líder é saber lidar de forma inteligente com a gama variada de personalidades diferentes que existem em sua organização. Ele precisa motivar seus colaboradores constantemente, instruí-los e capacitá-los, gerenciar conflitos, e, principalmente, fazer com que eles tenham o espírito (foco) da empresa, para que a cultura empresarial esteja enraizada em suas ações cotidianas. Além disso, o líder precisa ostentar uma barra de resistência gigantesca para suportar o caos, escapar de emboscadas, se esquivar de eventos inesperados e devolver instintivamente os ataques recebidos (estrategicamente falando). Logicamente, sem resiliência, equilíbrio emocional e um pouco de astúcia, é impossível dominar e coordenar qualquer tipo de ambiente.

3 – Não amar a estratégia e as ações antecipatórias: todo exímio líder é grande um jogador, isto é, ele sabe como montar um plano ardiloso para atingir seus objetivos, de modo a surpreender seus adversários, gerando mudanças no tabuleiro que farão com que o sucesso o persiga em inúmeras variáveis do processo. Em outras palavras, o mesmo ganhará espaço por conta de agir de maneira pró-ativa, objetivando mapear o globo e preparar seu alvo para atingir as constelações desejadas, assim, ele fará o estudo das probabilidades e posteriormente escolherá as opções mais interessantes (rentáveis), tendo como base seu feeling, grau de expertise e know-how).

4 - Não ter nenhum diferencial e possuir um instinto amedrontado: um líder deve ser capaz de bolar ideias na escuridão, criando inúmeras formas de escapar de um problema e gerando várias maneiras de encantar e seduzir pessoas. Inversamente, ser conservador o tempo todo fará com que esse líder estagne seu pensamento criativo e suas ideias mirabolantes, fazendo com que o mesmo seja limitadamente preso nas sombras malignas de sua timidez. É mais ou menos como costumava dizer William Shakespeare: “Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez.”

5 – Não cumprir as promessas que faz e viver em um mundo de mentira: lamentavelmente, muitos líderes enganam seus liderados com falsas promessas e ilusórios tesouros, o que faz com que suas credibilidades fiquem automaticamente arranhadas e consequentemente desacreditadas. Em outros termos, é como uma grande alegoria fantasiosa onde tudo o que é propagado possui um cunho propositalmente manipulador que tornará a boca do líder um espaço de total hipocrisia e heresia, transformando o ambiente de trabalho em uma espécie de motivação por impulsos enganosos travestidos de admiráveis recompensas.

6 – Não ser ativo e viver de forma displicente frente ao terreno: para um líder, não basta não errar, é preciso observar os erros dos outros também. Essa é uma reponsabilidade ridiculamente óbvia para qualquer profissional minimamente competente, porém muitos pensam e agem de forma omissa e desídia em seu cotidiano empresarial, afetando centralizadamente todo plano inicial gerado e causando um efeito cristalizador que fará com que seus processos fiquem estáticos e totalmente distantes da excelência.

7 – Não pensar antes de externar uma opinião e viver tagarelando sobre coisas vãs: Mahatma Gandhi sabiamente disse: “Aqueles que têm um grande autocontrole, ou que estão totalmente absortos no trabalho, falam pouco. Palavra e ação juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio.” Sem dúvidas, um bom líder sabe ser prudente e inteligente com suas palavras, não permitindo que elas se voltem contra ele e fazendo com que seu cérebro seja sempre mais acionado que sua língua. Ele sabe que se comportar como um falastrão de retóricas superficiais fará com que toda a sociedade o veja como uma criatura que amontoa uma infinidade de discursos sem importância e um punhado de doutrinas infantis e abjetas.

8 – Não ser autêntico e ter receio de explanar seus defeitos: reconhecer pontos fracos é uma qualidade que pouquíssimos líderes possuem, pois muitos “comandantes” não apreciam a modéstia intelectual e preferem fingir que são “impenetráveis sabichões”. Em contrapartida, existem alguns bons profissionais que não temem serem transparentes e demonstrarem sua verdadeira face, objetivando fazer com que as pessoas os estimem simplesmente por aquilo que eles SÃO, sem tentar maquiar ou inventar nada (simplicidade). Concluindo, o líder precisa criar sua própria marca e não buscar adaptá-la a comunidade onde transita, porquanto a originalidade é peculiaridade sempar de um espírito grandioso.

Um grande líder é um reformulador perpétuo da essência que lhe foi concebida. Ele é um despertador de sonhos e um gerador de pensamentos formidáveis. Destarte, ele cria um ambiente recheado de criaturas motivadas, entusiasmadas e apaixonadas que transformam o mundo em uma casta de esperança e total domínio do saber, fazendo com que os problemas percam sua natural força e com que as adversidades ganhem outra forma ocular por parte das pessoas.



Governo oficializa aplicativo para relacionamento com passageiros em aeroportos

Colabore receberá fiscalizações, propostas de soluções e avaliações dos terminais por parte dos usuários




A Secretaria de Aviação Civil (SAC) oficializa a adoção da rede social Colab.re como canal de relacionamento com passageiros dos aeroportos brasileiros na web e por meio de aplicativos Android e iOS. A iniciativa conta com um projeto piloto que ocorre no período de maior movimentação, entre 19 de dezembro e 6 de janeiro, no qual são esperados 20 milhões de passageiros em aeroportos de todo o País. Os terminais contemplados nesta fase teste – Guarulhos e Congonhas, em São Paulo; Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro; e Juscelino Kubitschek, em Brasília – receberão informativos nos displays de voos sobre a ação.

Celebrada por meio de adesão, o serviço permitirá aos passageiros fiscalizar, propor soluções e avaliar a qualidade do atendimento, o tempo de espera no check-in, limpeza, entre outros aspectos relacionados aos aeroportos. Em contrapartida, uma equipe de comunicação da SAC em Brasília estará conectada ao painel de gestão do Colab.re para acompanhar em tempo real e responder as demandas da população.

No Monitor Colab.re, a SAC acessará uma lista de solicitações dos usuários, acompanhadas por um número de protocolo. As postagens irão conter a identificação do aeroporto, foto da situação relatada, link gerado pela rede social, bem como comentários e curtidas dos seguidores, o que facilita a identificação desses casos. As demandas serão encaminhadas, de acordo com cada situação, para a Infraero, as concessionárias e as companhias aéreas, que informarão aos cidadãos a solução dos casos.

A parceria tem como objetivo principal garantir tranquilidade aos passageiros e o correto funcionamento da malha aérea. “Encorajamos os usuários a participar da gestão dos aeroportos por meio da ferramenta. Queremos, com isso, mapear a opinião dos passageiros em relação à infraestrutura e serviços prestados, para melhorar cada vez mais os terminais”, afirma o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, ao ressaltar que essa é umas das estratégias visando uma melhor operação dos aeroportos durante o final de ano.

Reforço

Os principais aeroportos do Brasil terão um esquema especial de funcionamento de 15 de dezembro a 10 de janeiro, para garantir a segurança e o conforto das pessoas que deverão passar por eles no período das festas de fim de ano.

Definida pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), a operação inclui reforço de cerca de 20% no pessoal dos órgãos públicos, intensificação da fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que terá 87% a mais de agentes, e o compromisso das companhias aéreas de manter balcões de check-in com ocupação máxima de funcionários nos horários de pico, além de deixar aviões extras à disposição, entre outras medidas.

O aumento na demanda dos aeroportos neste mês é 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2013. É uma movimentação ligeiramente maior que a média do ano, de 6,86%. Os dias de maior movimentação deverão ser 19 de dezembro e 6 de janeiro. O volume de aeronaves entre 18 de dezembro e 6 de janeiro deve ser 6,53% maior do que no ano passado, segundo estimativa do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), órgão da Aeronáutica.

As medidas da SAC também incluem comprometimento das companhias aéreas com a Anac a não praticar vendas de assentos em quantidade superior à capacidade das aeronaves, reforço de 8,8 mil voos extras na temporada e incremento do número de funcionários em guichês exclusivos para informações. Outras iniciativas são o aumento do efetivo de tripulações, a antecipação das manutenções programadas de aviões, de forma a ter o máximo da frota voando nos dias de maior movimento, e plano de contingência para casos de fechamento de aeroportos por mau tempo. Tudo isso para garantir 93% dos voos sem atrasos em todo o Brasil.

O Melhor Aplicativo Urbano do Mundo

O Colab.re faz a ponte entre cidadãos e o poder público de todo o Brasil. Na web e em aplicativos Android e iOS, as pessoas podem realizar fiscalizações, avaliações e propostas de soluções de instituições e serviços públicos, como iluminação pública, calçadas e saneamento básico, que são encaminhadas aos órgãos responsáveis, a fim que possa ser dado um retorno ao cidadão.

Desde o início deste ano, 40 prefeituras brasileiras oficializaram a ferramenta como canal de relacionamento com seus habitantes no ambiente digital, entre elas Santos e Guarujá (SP), Niterói (RJ), Curitiba (PR), Cuiabá e Rondonópolis (MT) e Teresina (PI). Em um ano, o Colab.re recebeu 12 mil fiscalizações de cerca de 60 mil usuários, cujo índice de solução dos casos é de 60% nas cidades parceiras da rede social.

A plataforma foi criada pelo administrador Bruno Aracaty, pelos especialistas em marketing Gustavo Maia e Paulo Pandolfi, e pelos cientistas Josemando Sobral e Vitor Guedes. Lançada em Março de 2013, após três meses ganhou o prêmio de Melhor Aplicativo Urbano do Mundo pela fundação franco-suíça New Cities, dedicada a soluções urbanas.



domingo, 28 de dezembro de 2014

5 previsões para o futuro do empreendedorismo

Figuras visionárias revelam no que estão apostando para os próximos anos





Você consegue se lembrar de quando o comércio eletrônico ainda era uma tendência? O mundo do empreendedorismo vem mudando constantemente e é impossível imaginar como estaremos daqui a alguns anos.

A revista “Inc.”, porém, chamou alguns empreendedores com veia inovadora para imaginar como o mundo dos negócios mudará daqui para frente. Confira algumas dessas previsões.

1. A qualidade dos produtos e serviços irão melhorar

(Aaron Levie, cofundador e CEO da Box, empresa de compartilhamento de arquivos na nuvem)

Uma das formas como empreendedores estão resolvendo problemas é dando aos consumidores informações melhores sobre seus vendedores ou fornecedores. Isso levará a um nível de qualidade que antes era inalcançável. O Uber é um exemplo. Você podia ser o pior motorista de táxi e continuar assim por mais de uma década, porque todo e qualquer passageiro que entrasse no seu carro não tinha como escrever uma resenha ou denunciá-lo. Agora, com as políticas do Uber, todo passageiro pode manter os motoristas buscando a melhor qualidade profissional  possível. 

2. Todos estudarão empreendedorismo

(Saras Sarasvathy, professora de empreendedorismo na Universidade de Virginia)

Nós agora entendemos que há um método para o que os empreendedores fazem e é um método extraordinário de mudar o mundo. Empreender é colocar a natureza humana para trabalhar para criar um mundo melhor. Essa metodologia será ensinada em escolas como uma ciência. Não é sobre ensinar futuros empreendedores, tem mais a ver com criar uma sociedade mais empreendedora. E resolver problemas usando os princípios do empreendedorismo.

3. Empresas crescerão mais rapidamente

(Vivek Wadwa, pesquisador da faculdade de direito de Stanford)

Se você quisesse começar uma empresa de software em 1990 teria que ter no bolso em torno de US$ 20 milhões. Em 1997, apenas US$ 3 milhões; hoje em dia, com US$ 25 mil você monta uma. Até o fim desta década, mais de 100 empresas da lista da Fortune 500 serão substituídas por empresas que ainda nem existem.

4. As mulheres irão liderar a inovação

(Caterina Fake, cofundadora do Flickr)

Ser um empreendedor se tornou algo mainstream. Mas é difícil inovar quando você etsá no centro de tudo. A demografia do mundo está mudando e, portanto, grupos que vivem a margem de tudo serão responsáveis por impulsionar a inovação, como as mulheres.

5. Valores se tornarão um aspecto crítico

(David Tisch, sócio do fundo de investimento-anjo BoxGroup)

As pessoas e empreendedores estão cada vez mais preocupados com o que cada empresa representa e quais são seus valores. Por isso, toda nova empresa precisará pensar nesses pontos se quiser fazer algum sucesso no futuro.



Governo irá abrir o capital da Caixa Econômica Federal

A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF CONFIRMOU QUE IRÁ LEVAR O BANCO ESTATAL PARA A BOLSA, MAS NÃO QUIS PRECISAR UM PRAZO PARA UMA OFERTA PÚBLICA INICIAL DE AÇÕES




Dilma confirmou em encontro com jornalistas na manhã desta sexta-feira (22/12) que abrirá o capital da Caixa Econômica Federal. Ao responder a uma pergunta sobre se o governo iria abrir o capital do banco público, Dilma respondeu: "Vou". A presidente, no entanto, não quis precisar um prazo para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa, apenas emendou dizendo: "Mas isso leva tempo".



Terra lança canal de notícias sobre direitos do consumidor

Consumidores poderão ler notícias com orientações sobre compras, recalls, trocas de produtos e uso inteligente do dinheiro entre outros tópicos




Apartir desta segunda-feira, o Terra lança um canal de notícias especializado em informações sobre direito do consumidor. O objetivo do canal é prover orientação sobre compras, recalls, trocas de produtos e uso inteligente do dinheiro, entre outros tópicos.

“O canal representa uma oportunidade editorial fantástica. Com o crescimento do comércio virtual, surgem cada vez mais questões envolvendo os direitos do consumidor. Nós acreditamos na importância desse projeto e na sua contribuição para a sociedade”, diz Edson Franco, gerente de Conteúdo de Notícias do Terra.

Com o canal, intitulado “Consumidor”, o portal ajuda a divulgar algumas iniciativas da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). O órgão irá abastecer a redação com informações, sempre com o intuito de esclarecer e ajudar o consumidor em seus direitos.

Parte dessas informações virá do site consumidor.gov.br, um projeto da Senacon que busca mediar conflitos entre clientes e empresas. O Terra é o primeiro veículo de internet a aderir à plataforma de reclamações online.

“A cada dia se torna mais importante oferecer à população informações sobre o mercado de consumo e seus direitos”, diz a secretária da Senacon, Juliana Pereira da Silva. “À medida que um portal cria um canal com essa orientação, ele está se alinhando a essa oportunidade. O Terra acerta muito com essa iniciativa”, completou.

Fonte: Terra


sábado, 27 de dezembro de 2014

Vender é preciso... E planejar?

Embora a expectativa seja esta, boa parte dos gerentes e diretores de venda e até mesmo sócio de empresas parece não acreditar que planejar seja realmente um pré-requisito para vendas bem sucedidas em 2015




Estamos nos aproximando do início de 2015 e, em muitas empresas, do começo do novo ano fiscal. Neste momento, as equipes de vendas, ao mesmo tempo em que trabalham no fechamento dos números do ano que se encerra, começam a trabalhar nos objetivos de receita para o próximo ano.

Como sempre, nos preparativos para o início do ano, reuniões e sessões de treinamento serão realizadas, e as equipes serão estimuladas a ter contato com os altos executivos, criar senso de urgência, diferenciar seus produtos e serviços dos concorrentes, vender valor e outras mensagens desta natureza. Mas quando tudo isto termina, fica um sabor amargo e uma pergunta na boca dos profissionais de venda: mas como esperam que eu vá conseguir fazer tudo isso?

Uma das principais expectativas que se depositam nos times de venda é que eles saibam como irão alcançar as metas traçadas. Que desenvolvam um plano claro do que pretendem fazer ao longo dos próximos meses que torne viável a realização das receitas pretendidas.

O que venho notado é que, embora a expectativa seja esta, boa parte dos gerentes e diretores de venda e até mesmo sócio de empresas parece não acreditar que planejar seja realmente um pré-requisito para vendas bem sucedidas. Ao contrário, planejamento é citado como um tempo que é “tomado” da atividade de vendas. Esta, sim, importantíssima. “Podem planejar, mas não gastem o tempo que vocês têm que estar na rua para fazer isso!” Ouvi de um sócio de uma empresa outro dia.

É impressionante como os anos passam e o fator considerado mais importante para o sucesso nas vendas é o número de visitas que se faz aos clientes, e não o que o levou a visitá-los. Desde o início do século XX, a principal métrica é esta. “Lugar de vendedor é na rua!”, ainda afirmam. Fazendo o que? Pergunto eu.

O número de visitas pode, sim, ser um indicador importante, mas somente se o vendedor souber o que ele vai fazer em cada uma delas e, principalmente, se fizerem parte de um plano tático que o levará a vender o quanto ele precisa. Visitar por visitar é como jogar roleta em um cassino. Pode dar preto, vermelho, par ou ímpar. É jogo de azar onde a banca ganha sempre.

Planejar, avaliar e seguir roteiros de ação, cujas chances de sucesso lhe pareçam mais concretas, é muito mais eficaz. O tempo gasto em uma visita desnecessária não pode ser recuperado. Fazer o número é importante, mas cada vez menos será possível fazê-lo sem que se tenha um planejamento adequado. O tempo é cada vez mais escasso. Usá-lo com sabedoria passa a ser um diferencial fundamental entre os vencedores e perdedores.

Vender é preciso! Planejar é condição! Tenham um ótimo 2015!