segunda-feira, 2 de junho de 2014

Estudo revela como mudar a opinião das pessoas durante um debate

Segundo uma pesquisa da Universidade do Colorado, o segredo é sempre questionar como as opiniões do seu opositor poderiam ser colocadas em prática




Se você deseja mudar a opinião de uma pessoa, não questione o “por que” dela pensar de tal maneira. E sim, “como” suas ideias poderiam ser colocadas em prática. Essa teoria de como vencer uma discussão foi criada por Philip M. Fernbach, da Universidade do Colorado, em uma pesquisa intitulada “Extremismo político baseado pela ilusão do entendimento”. De acordo com a essa teoria, extremistas políticos perdem força quando precisam explicar como suas políticas criariam as mudanças que eles imaginam. O que não acontece quando eles listam as razões pelas quais estão certos. 

Para o experimento, o pesquisador criou dois grupos de debates online. Os participantes deveriam opinar em assuntos controversos como o sistema de saúde americano e o Irã. Um dos grupos deveria não apenas listar os motivos pelos quais estariam certos, mas também explicar como suas teorias poderiam ser implementadas.

Os resultados corroboraram as teorias de Fernbach. As pessoas que precisavam explicar como colocariam as ideias em prática, diminuíram o extremismo e também a perspectiva do quanto eles entendiam, de fato, sobre os tópicos.

Os conselhos práticos do estudo podem ser divididos em dois tópicos:

1. Se você deseja vencer uma discussão, peça ao seu colega que traga as perspectivas dele para a realidade. Questione como tudo que ele disse pode ser colocado em prática.

2. Se você deseja continuar convencido de suas opiniões, não traga apenas motivos pelos quais você está certo - traga também maneiras de implementar suas ideias.



Espaço do Administrador - Economia




O estudo da economia não parece exigir talentos especializados de grau mais elevado do que o normal. Não é... um assunto fácil se comparado com a filoso­fia ou a ciência pura? Uma disciplina fácil em que bem poucos se sobressaem! O paradoxo pode ser explicado talvez pelo fato de que o especialista em econo­mia deve possuir uma combinação rara de dons. Deve ser matemático, historia­dor, estadista, filósofo - em certa medida. Deve compreender símbolos e falar por meio de palavras. Deve contemplar o particular em termos do geral e abor­dar o abstrato e o concreto em uma só linha de pensamento. Deve estudar o presente à luz do passado com a intenção de compreender o futuro. Nenhuma parte da natureza do homem ou das suas instituições deve ficar inteiramente fora de sua atenção. Deve ser ao mesmo tempo determinado e desinteressado, tão distante e incorruptível quanto um artista, mas, por vezes, tão próximo da terra quanto um político. (John Maynard Keynes).

Cada campo de estudos tem sua própria linguagem e sua própria maneira de pen­sar. Os matemáticos falam de axiomas, integrais e espaços vetoriais. Os psicólogos falam de ego, id e dissonância cognitiva. Os advogados falam de comarcas e deli­tos contratuais.

A economia não é diferente. Oferta, demanda, elasticidade, vantagem compara­tiva, excedente do consumidor, peso morto - esses termos são parte da linguagem dos economistas. Você encontrará muitos termos novos e algumas palavras comuns que os economistas usam de maneira especiali­zada. A primeira vista, essa nova linguagem pode parecer desnecessariamente enigmática. Mas, como você verá, ela tem valor por proporcionar uma maneira nova e útil de pensar sobre o mundo em que vivemos.

É claro que assim como ninguém se torna um matemático, psicólogo ou advogado da noite para o dia, aprender a pensar como um economista leva algum tempo. Mas, com uma combinação de teoria, estudos de caso e exemplos de economia, esta página oferece uma excelente oportunidade para o desenvolvimento e para a prática dessa habilidade.

Fonte: Cola da Web


Why not!? Transformando o ‘não’ em ‘por que não?’

Quando pensamos “isso é impossível”, nos colocamos diante de uma muralha. Quando pensamos “por que não?”, nos colocamos diante de um trampolim




Para ser bem-sucedido, muitas vezes, é necessário ter a ousadia de transpor convenções e preconceitos. E, na maioria dos casos, tudo o que se precisa para dar esse salto é manter a mente aberta. Quando pensamos “isso é impossível”, nos colocamos diante de uma muralha. Quando pensamos “por que não?”, nos colocamos diante de um trampolim.

Ao longo de minha carreira, enfrentei inúmeras situações como essas. Aos vinte e um anos, quando tive a ideia de trazer a Elite Models para o Brasil, me disseram que eu jamais conseguiria falar com John Casablancas, o fundador e proprietário da Elite. As convenções diziam que um homem como ele jamais receberia um estudante desconhecido, sem dinheiro e sem amigos influentes. Mas eu pensei: “por que não?”. E me tornei parceiro comercial de Casablancas.

Depois, as convenções diziam que eu não tinha cacife para montar a agência aqui e transformá-la em um sucesso. Mas uma vez me fiz a mesma pergunta e a Elite Brasil foi um sucesso. Também disse “why not!?” quando pensei em fazer uma versão nacional da campanha “O Câncer da Mama no Alvo da Moda” e quando resolvi procurar Donald Trump para propor sua primeira parceria com um sócio brasileiro.

É impressionante observar como o não deixa de ser uma limitação sempre que é precedido por esses dois termos mágicos (por + que). O que seria de Silvio Santos se ele acreditasse no que as convenções lhe diziam, que um camelô nunca poderia ser um milionário? E de Samuel Klein, se ele pensasse que um modesto caixeiro viajante jamais conseguiria ser o dono de um império do varejo? E do comandante Rolim, se ele achasse que quem começa a vida limpando aviões nunca chegaria a ser proprietário de uma companhia aérea? Ocorre que essas pessoas decidiram encarar as coisas de outra maneira. E em vez de aceitarem as limitações, resolveram se perguntar: “por que não?”  

Perguntar-se “why not!?” pode ser uma forma salutar de expandir os horizontes e de enxergar além das convenções – desde que esse princípio não seja aplicado ao campo da ética. Quando o que está em jogo são questões que envolvem a integridade e a honestidade, o que deve existir é apenas o sim e o não.

Se você está diante de um desafio empreendedor e teme não ter fôlego para seguir adiante, o “por que não?” poderá ajudá-lo a manifestar um potencial que talvez você nem soubesse possuir. Por outro lado, se o dilema for do tipo “devo ou não obter uma vantagem ilícita?”, o “por que não?” com certeza trará consequências desastrosas, arrastando a ética para aquela zona cinzenta na qual os fins justificam os meios.

Afinal, não podemos esquecer que em todos os escândalos políticos e financeiros há sempre aquelas figuras de moral dúbia, que pensaram: “por que não?”. O fato é que, nas mãos de uma pessoa destituída de ética, o “why not!?” não passa de desfaçatez. Contudo, nas mãos de alguém dotado de espírito empreendedor e pautado pela ética, torna-se um poderoso instrumento de transformação da realidade em que vivemos. 



domingo, 1 de junho de 2014

5 estratégias para administrar uma equipe de trabalho virtual

Cada vez mais, empresas trocam os escritórios físicos pela flexibilidade de trabalhar onde e o quanto quiserem - contanto que seus colaboradores mantenham-se focados e tragam resultados




Há um número cada vez maior de companhias que dispensam o escritório físico: os funcionários trabalham do lugar que quiserem. Administrar uma "equipe virtual", porém, é um trabalho árduo. Mas algumas estratégias podem tornar esse novo modelo possível.

Lisa Breytspraak Jasper, gerente da Thought Ensemble, que emprega atualmente 13 funcionários virtuais, defende os benefícios do modelo. "Ele nos permite conduzir nossa vida de forma muito mais flexível - e ainda fazer todas as coisas", comenta.

No site da Fast Company, Laura Vanderkam listou cinco dicas para fazer uma equipe virtual dar certo.

Confira:

1. Contrate com foco

Não é porque você pode contratar pessoas de todos os lugares do mundo, que deverá fazer isso. Manter os seus funcionários por perto fisicamente ajuda em situações de emergência - além de todo mundo estar localizador no mesmo fuso horário.

2. Contrate pessoas experientes

A melhor opção é contratar pessoas que não precisam de muitas orientações, que possuam um grau de independência em relação ao seu trabalho. E quanto mais velho o colaborador for, haverá mais chances dele ter situações familiares que precisam de flexibilidade no tempo para serem resolvidas - essa pessoa realmente irá apreciar o trabalho remoto.

3. Crie laços criativamente

Não deixe que os seus colaboradores apenas se conheçam em eventos sociais - fazer com que eles trabalhem em pequenas equipes para fechar um projeto pode ser bom para a convivência do "escritório".

4. Comuniquem-se com frequência

Não apenas através de videoconferências, mas em encontros "de verdade". Isso ajuda a companhia a ficar conectada e não perder o foco da equipe.

5. Mensure com resultados

Se você tem uma equipe virtual, significa que precisa deixar de lado a ideia de que estar sentado em uma mesa por um determinado período constitui, efetivamente, o trabalho. Dê aos seus colaboradores uma meta - um volume de vendas, por exemplo - e se ele atingir até o final do período estipulado, considere o trabalho bem sucedido.



Virgin Mobile começará a funcionar no Brasil em 2015

"Tratamento do governo demonstrou a clara intenção de estimular a competição no mercado", disse presidente da companhia




Em 2015, o brasileiro vai ter mais uma opção de telefonia móvel: a Virgin Mobile. A companhia recebeu o aval da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar no país. De acordo com o Olhar Digital, a operadora servirá como MVNO (operadora móvel virtual). Operadoras desse tipo necessitam de uma rede emprestada, que, no caso da Virgin, será a da Vivo.

Phil Wallace, cofundador e presidente da Virgin Mobile Latin America, disse estar feliz com o tratamento da Anatel.

"O tratamento das agências governamentais demonstrou a clara intenção de estimular a competição no mercado e melhorar os serviços para os clientes", disse.



Espaço do Administrador - Tributos




A questão tributária constitui, hoje o miolo de toda problemática que envolve a administração pública brasileira. Nunca o país precisou tanto de recursos para investir e fazer justiça social. Mas, por outro lado, o país nunca necessitou tanto de uma ampla reforma tributária que alivie a pesada carga de impostos e promova justiça social. Esse é mais um dilema brasileiro da atualidade.

Alheios a toda essa discussão encontra-se o cidadão. Para a maioria dos brasileiros este é um assunto que “aparentemente” não lhe diz respeito. É senso comum no Brasil se pensar que o conhecimento sobre tributo é para a classe política, juristas e profissionais da área. No entanto, a questão tributária está onipresente no cotidiano das pessoas em suas mais variadas atividades como ler, dirigir, comer ou beber, tomar banho, ir ao supermercado, etc.

Como conscientizar a sociedade acerca da importância dos tributos? Como envolver pessoas e principalmente as crianças nessa importante discussão que envolve direitos, deveres e cidadania? Como o ensino de geografia pode contribuir para a construção de uma sociedade mais esclarecida e participativa no tocante as questões locais e nacionais? 


A FUNDAÇÃO SOCIAL DOS TRIBUTOS

Para que o estado possa cumprir seu papel primordial e necessário obter recursos financeiros, provenientes, na sua maioria, dos tributos arrecadados, para prestar serviços que atendam às necessidades públicas. Esse recursos vêm através do pagamento dos tributos pelas pessoas e são transformados em bens e serviços, tais como:

  • Educação;
  • Saúde;
  • Segurança publica;
  • Habitação;
  • Estradas;
  • Creches;
  • Saneamento básico, dentre outros.

CONCEITOS

TRIBUTO

É toda contribuição em dinheiro, paga pela a pessoa conforme a lei que o criou, para atender às atividades próprias do Estado, ou seja, realizar o bem comum.

Quando nos referimos a tributo, estamos falando de impostos, taxas e contribuições de melhoria.

IMPOSTO

É uma contribuição em dinheiro arrecadado pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, para atender a necessidades públicas, sem a obrigatoriedade de retribuição direta àquele que paga.

Exemplos: impostos sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto de Renda (IR), Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), dentre outros.

TAXA

É um tributo pago por um serviço que utilizamos ou esta à nossa disposição e que gera despesa para Poder Público, como a coleta de lixo, a licença para funcionamento, e outros.

CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA

É um tributo pago pelo proprietário que teve o seu imóvel valorizado pela construção de obras públicas.

CONTRIBUINTE

É a pessoa responsável a fazer o repasse do tributo aos cofres públicos.


PRINCIPAIS IMPOSTOS DIRETOS E INDIRETOS

Os impostos diretos são aqueles em que a mesma pessoa reúne as condições de contribuinte de fato e contribuintes de direito (aquele que arca com Ônus e com reconhecimento do imposto).

Exemplo: Imposto Territorial Rural – ITR; Imposto de Renda – IR; Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU; Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores – IPVA.

Os impostos indiretos são aqueles pagos pelo consumidor e reconhecido aos cofres públicos pelo comerciante, industrial, produtor e prestador de serviço.

Exemplo: imposto sobre Operação Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.

IMPOSTOS DA UNIÃO

  • Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR)
  • Imposto sobre Operação Financeiras (IOF)
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
  • Imposto sobre Propriedade Territorial Rural (ITR)
  • Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)
  • Imposto sobre Importação (II)
  • Imposto sobre Exportação (IE)
  • Imposto Residuais
  • Imposto Extraordinário
IMPOSTOS MUNICÍPIO

  • Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU)
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN)
  • Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis Inter-vivos (ITBI)
IMPOSTOS DO ESTADO

  • Imposto sobre Transmissão “Causa Mortis” e   doação de quaisquer Bens e direitos (ITCD)
  • Imposto sobre previdência de veículos automotores (IPVA)
  • Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobe prestação de serviços de transportes inter estadual e inter municipal e de comunicação (ICMS)
IMPOSTOS ESTADUAIS

ITCD – Impostos sobre Transmissão “causa mortis” e Doação de quaisquer bens ou direitos: ITCD é um imposto cobrado sobre as heranças e doações.

Quem paga e o herdeiro ou o donatário que também e responsáveis pelo seu reconhecimento. Sua receita fica toda com o estado.

IPVA – imposto sobre a propriedade de veículos automotores: este imposto e cobrado anualmente sobre a propriedade de automóveis, caminhões embarcações e aeronaves. Do total do IPVA arrecadado o Estado fica com 50% e repassa os outros 50% para o Município.

O ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços - é um imposto de competência estadual. Ele incide (base de cálculo) sobre a circulação de mercadorias, prestações de serviços de transporte interestadual, ou intermunicipal, de comunicações, de energia elétrica. Também sobre a entrada de mercadorias importadas e serviços prestados no exterior.

O fato gerador é a saída da mercadoria do estabelecimento do contribuinte, fornecimento de refeições, prestação de serviços de transporte, entre outros.

Cada Estado da Federação tem liberdade para adotar regras próprias relativas à cobrança desse imposto, respeitados os requisitos mínimos fixados na Constituição Federal e pelo Código Tributário Nacional. 

Você notou que os impostos que são da competência do Estado são: o ICMS e o ITCD, porém de todos o mais importante é o ICMS, por que representa a maior fonte de receita do Estado.


ENTENDENDO MELHOR O ICMS

Ao comprar uma mercadoria por R$ 100,00 (cem reais), por exemplo, estamos pagando a soma de três valores:

  1. O custo do produto
  2. O ICMS (17%)
  3. O lucro do comerciante
Ao exigimos a Nota Fiscal ou o  Cupom Fiscal, o comerciante repassa 17%do valor da mercadoria aos cofres do estado, ou seja, R$ 17,00 (dezessete reais).

O comerciante e um simples intermédio. Se o ICMS não existisse essa mesma mercadoria seria vendida por R$ 83,00 (oitenta e três reais), sem alterar as margens do lucro de quem vendeu.

Quando não eximo a Nota Fiscal ou o cupom fiscal, o valor do ICMS que deveria ir para o Estado, para ser aplicado em obras publicas, fica com a empresa sonegadora. É assim que se dá a Evasão Fiscal.

DOCUMENTOS FISCAIS EXIGIDOS DOS CONTRIBUINTES DO ICMS

O comerciante, o industrial, o produtor e o prestador de serviços, ao vender mercadorias e / ou serviços, obrigatoriamente deve emitir um documento fiscal que acoberte legalmente o produto, caso contrario ela poderá ser apreendida pelas autoridades de fiscalização, para regularizar a situação de posse, a repartição fazendária, emitira a nota fiscal cobrando o ICMS e / ou multa, correspondente, regularizado assim, a propriedade de transito da mercadoria.


NOTA FISCAL

A nota fiscal e um documento emitido para acobertar a propriedade de transito das mercadorias e serviços. As característica principal desse documento é que nele deve contatar a expressão “Nota Fiscal” ou “Nota Fiscal de Venda ao Consumidor”.

Tanto a Nota Fiscal  como a Nota Fiscal de Venda ao Consumidor não podem ser confundidas com outros documentos emitidos pelas empresas, as vezes com características  muito semelhantes, mas que recebem o nome de Orçamento, Pedido, Controle Interno, Nota de Controle, os quais não possuem qualquer valor para o Fisico e que muitas empresas insistem em entregar ao consumidor.


CUPOM FISCAL

É um documento emitido por equipamentos autorizado pelo Fisco: Maquinas Registradoras e Emissores de Cupom Fiscal (ECF). No ECF os são bastante detalhados, descriminam inclusive as mercadorias.

O consumidor pode facilmente identificar o documento fiscal, pois nele sempre estará impressa a expressão “Cupom Fiscal”.

O cupom fiscal substitui a Nota Fiscal de Venda ao Consumidor para todos os efeitos.


SONEGAÇÃO E EVASÃO FISCAL

Sonegar e ocultar a á fiscalização legal, subtrair, furtar, deixar de pagar, ocultar de maneira fraudulenta.

Evasão Fiscal e toda forma de desviar ou fugir dos pagamentos dos tributos aos cofres públicos, impedido o desenvolvimento e o Progresso dos Estados e Municípios.

A evasão fiscal é um ato, além de ilegal, injusto e prejudicial, a realização do bem comum logo reprovável por ser contra o interesse público.

Para combater a evasão dos tributos, compete a cada pessoa assumir de fato seu papel de cidadão.


CONCLUSÃO

No plano fiscal todas as recomendações convergem para a imposição de controles sobre as unidades sub-nacionais. Limitações ao gasto de estados e municípios e o estabelecimento de novas regras de controle sobre o endividamento estadual e municipal   cerceiam a autonomia na gestão orçamentária. Do lado dos recursos,  propostas de  Reforma Tributária, centradas na necessidade de uma legislação tributária nacional para o  imposto sobre o valor agregado, a ser partilhado entre o governo federal e os estados também significa retirar destes últimos competência para regular os impostos que constituem sua principal base de financiamento.

As limitações à autonomia fiscal enfatizam a necessidade de reforçarmos os laços que podem aumentar a cooperação na federação. O federalismo cooperativo é certamente o caminho. A questão é como esse federalismo cooperativo poderá ser implantado, tendo em vista as manifestações recorrentes de antagonismo e a ausência de novos estímulos à cooperação.

No Brasil, e creio que em outras federações, assistimos a demonstrações crescentes de antagonismo entre os estados federados. Um exemplo marcante desse antagonismo é o ressurgimento de uma guerra fiscal predatória,  na qual os estados concedem favores cada vez mais generosos para atrair indústrias para seus territórios. Também é revivido o velho sentimento do cidadão de renda média dos estados mais ricos,  que se sentem penalizados por mais impostos, cuja receita é posteriormente transferida em benefício de pessoas mais ricas das regiões mais pobres. 

Fonte: Cola da Web


6 palavras que você deve banir do seu vocabulário

Se você ainda não está ciente do poder que as palavras exercem sobre seus potenciais clientes, pense no que eles leem em suas páginas da internet. Há muitas palavras com conotações negativas?




Palavras são armas poderosas e o uso errado de algumas delas pode acarretar problemas para sua companhia ou marca. Se você ainda não está ciente do poder que as palavras exercem sobre seus potenciais clientes, pense no que eles leem em suas páginas da internet. Há muitas palavras com conotações negativas?

O Business Insider listou seis que você deve banir do seu vocabulário. Confira abaixo:

"Na verdade" e "mas"

Carolyn Kopprasch, executiva do Buffer, recentemente disse que quando se trata de atendimento ao cliente, palavras inofensivas podem criar uma grande distância entre você e seu cliente. Como exemplo, ela cita: "Na verdade, você pode fazer isso em 'Configuarações'". Assim, você parece dizer que o cliente estava errado sobre alguma coisa. Já para a palavra "mas", ela diz que remover essa preposição ajuda na fluidez do discurso e a torna mais positiva.

"Apenas"

Essa palavra soa sempre, não importando o contexto, como negativa. Como, por exemplo, em: "Você pode esperar apenas um minuto?" Parece que você tem outras coisas mais importantes em vez de ajudar aquela pessoa.

"Sempre" e "nunca"

Ambas são palavras limitantes. Afirmar veementemente que você nunca ou sempre vai fazer algo pode soar negativamente dentro do contexto de uma conversa com clientes em potencial, desencorajando-os de contribuir com novas ideias - mostra que você tem uma visão de mundo limitada e não está aberto a novas opções.

"Deveria"

É claro que há coisas que você poderia estar fazendo de forma diferente, mas não é por isso que deva ficar se julgando. Passar tempo demais pensando nas possibilidades do que poderia/deveria ter acontecido pode causar pensamentos negativos que não ajudam na sua ascensão profissional.