quarta-feira, 2 de abril de 2014

Novo CEO da Mozilla é 'atacado' nas redes sociais por funcionários

Eles querem que executivo renuncie. O motivo: Brendan Eich apoiou, em 2008, lei que proibia casamento gay na Califórnia




Um protesto incomum ocorreu durante a última semana no Mozilla Foundation, desenvolvedora do navegador Firefox. O recém-empossado CEO e cofundador da companhia, Brendan Eich, encontrou uma forte resistência entre os funcionários, que pedem abertamente nas redes sociais a sua renúncia. Além disso, três dos seis componentes do Conselho se afastaram da empresa após a nomeação.

O nome de Eich aparece em uma lista de apoiadores de um projeto de lei chamado Proposition 8, que previa a proibição do casamento gay na Califórnia. Ele chegou a doar US$ 1 mil para que o projeto fosse aprovado -- o que de fato aconteceu, embora fosse declarado inconstitucional anos mais tarde, perdendo sua validade.

Outros três nomes associados à Mozilla Corporation também aparecem como doadores: Benjamin Turner (US$ 150), Jonathan DiCarlo (US$ 1 mil) e Michael Melez (US$ 200). Depois da posse, os ex-CEOs da Mozilla John Lilly e Gary Kovacs saíram do Conselho de Administração, bem como Ellen Siminoff, diretora da startup Shmoop.

Os funcionários da companhia, a maioria desenvolvedores protestaram via Twitter contra a nomeação de Eich e pediram sua renúncia imediata. "Como muitos da diretoria da Mozilla, eu estou tomando uma posição. Eu não apoio a escolha do Conselho por Brendan Eich como CEO", publicou Kat Braybrooke. Chris McAvoy escreveu: "Eu sou um empregado da Mozilla e estou pedindo que Brendan Eich desista do cargo de CEO". Veja abaixo alguns tweets.




Em resposta, Brendan Eich publicou uma carta de esclarecimento em seu blog pessoal, intitulada "Inclusão no Mozilla". Ele garantiu que a companhia irá continuar trabalhando sem discriminação de qualquer natureza, comprometendo-se com a igualdade e com o cumprimento das diretrizes da companhia. "Sei que alguns serão céticos sobre isso, e que palavras, por si sós, não mudarão nada. Posso apenas pedir que vocês deem um tempo para 'fazer mais do que falar'; e, no entanto, quero expressar meu sofrimento por ter causado dor", escreveu.

Além de cofundador da Mozilla, Eich também faz parte da história da computação como criador da linguagem de programação JavaScript, utilizada atualmente por vários sites.

O que você acha do posicionamento do executivo como líder? E dos funcionários? Deixe sua opinião nos comentários.



Espaço do Administrador - Sistema de Informação Gerencial




Todas as funções da administração – planejamento, organização, liderança, e controle são necessárias para o bom desempenho da organização. Para apoiar essas funções, especialmente o planejamento e o controle, são de destacada importância os sistemas que fornecem informações aos administradores.

Esses sistemas de informações estão ligados ao sistema físico-operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. Podemos dizer até que esses sistemas são criados automaticamente pelas necessidades de administração operacional. Como exemplo: podemos citar: Os sistemas de informações de controle de estoque, de banco de dados de estrutura de produtos de processo de produção, de planejamento e controle da produção. Etc...


Definindo o Sistema de Informação Gerencial

Existem muitas definições do SIG, para nossos propósitos definimos como um método formal de tornar disponíveis para a administração, oportunamente, as informações precisas necessárias para facilitar o processo de tomada de decisão e para dar condições para que as funções de planejamento, controle e operacionais da organização sejam executadas eficazmente. O sistema fornece informações sobre o passado, o presente, e o futuro projetado sobre efeitos relevantes dentro e fora da organização.

O uso da palavra "formal" em nossa definição não pretende negar a importância da rede informal de comunicações no mecanismo de controle da organização. De fato, muitas vezes os administradores detectam problemas antes que apareçam nos relatórios formais de controle, porque estão sintonizados nos boatos. A capacidade dos administradores de manter canais eficazes de comunicação informal, de perceber as implicações das informações que esses canais transmitem, e de avaliar, decidir e agir rapidamente sobre essas informações amplia enormemente a utilidade da SIG.


A Evolução do Sistema de Informação Gerencial

As organizações sempre tiveram algum tipo de sistema de informação gerencial, mesmo que ele não tenha sido reconhecido como tal. No passado esses sistemas eram muito informais em sua montagem e utilização. Só com o advento dos computadores, com sua capacidade de processar e condensar quantidade de dados, o projeto do sistema de informação gerencial se tornou um processo formal e um campo de estudo. A tentativa de usar com eficácias os computadores levou a identificação e ao estudo dos sistemas de informação e ao planejamento, à implementação e à revisão de novos sistemas.

PED: Quando computadores começam a ser introduzido nas organizações, foram usados principalmente para processar dados para algumas poucas funções da organização – usualmente contabilidade e faturamento. Devido às habilidades especializadas que eram requisito para operar os equipamentos caros, complexos e algumas vezes temperamentais, os computadores eram localizados em Departamentos de Processamento de Dados (PED) conhecido como Centro de Processamento de Dados (CPD). À medida que crescia a velocidade e a facilidade de processar dados, outras tarefas de processamento de dados e gerência de informações foram computadorizadas. Para lidar com essas novas tarefas, CPDs desenvolveram relatórios padronizados para o uso dos seus gerentes de operações.

SAD: Um sistema de apoio às decisões (SAD) é um sistema de computação interativo que é facilmente acessível e operado por pessoas não especializadas em computadores, que podem usar o SAD para ajudá-las a planejar e a tomar decisões. (Muitos sistemas de informação criados por praticantes de ciência operacional são, na verdade, sistemas de apoio à decisão). O uso dos SAD tem crescido significativamente, à mediada que avanços recentes de hardware e software de computadores permitem que os administradores tenham acesso ‘‘on-line’’ ou ‘‘em tempo real’’ aos bancos de dados dos sistemas de informações baseados em computadores. O uso disseminado dos microcomputadores permitiu que os administradores criassem seus próprios bancos de dados e manipulassem eletronicamente informações de acordo com a necessidade, em vez de esperar relatórios dos SIG ainda serem necessários para monitorar as operações em andamento, os SAD permitem o uso menos estruturado dos bancos de dados à medida que surge a necessidade de decisões especiais.

IA: Uma das áreas de crescimento mais rápido na tecnologia de informação nos EUA, a inteligência artificial, usa o computador para simular algumas características do processamento humano. Os sistemas especialistas usam técnicas de inteligência artificial para diagnosticar problemas, recomendar estratégicas para enviar ou resolver esses problemas e oferecer uma explicação lógica para as recomendações. De fato, o sistema especialista age como um ‘‘expert’’ humano na analise de situação não estruturadas.


A Importância do SIG para as Empresas

Geralmente há dificuldade para avaliar, de forma quantitativa, qual o efeito benefício de um sistema de informações gerenciais, ou seja, a melhoria no processo decisório.

Entretanto pode-se trabalhar com base numa lista de hipóteses sobre os impactos dos sistemas de informações gerenciais na empresa, o que propicia o executivo um entendimento, ainda que genérico, de sua importância.

Neste sentido pode-se afirmar que os sistemas de informações gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os SIGuintes benefícios para as empresas:

  • redução dos custos das operações;
  • melhoria no acesso as informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;
  • melhoria de produtividade, tanto setorial quanto global;
  • melhoria nos serviços realizados e oferecidos;
  • melhoria na tomada de decisões, por meio de fornecimento de informações mais rápidas e precisas;
  • melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações;
  • melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais;
  • otimização na prestação dos seus serviços aos clientes;
  • melhor interação com seus fornecedores;
  • aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas.

Os sistemas de informações, como geradores de informações de caráter decisório, devem ser estabelecidos como processos de comunicação mediante os quais são fornecidos os elementos básicos para as decisões nos vários pontos da empresa.

O SIG auxilia os executivos das empresas a consolidar o tripé básico de sustentação da empresa: quantidade, produtividade e participação. A qualidade não deve estar associada apenas ao produto ou serviço final. A qualidade deve envolver o nível de satisfação das pessoas no trabalho, associado a uma quantidade de vida que se estenda à sua estrutura pessoal, familiar e social.

A produtividade não deve ser abordada como um assunto de tempos e métodos, de ergonomia ou de linhas de produção. Ela deve ir até o nível de produtividade global e consolidar a filosofia de comprometimento de todos para com os resultados parciais e globais da empresa.

Para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas do sistema de informações gerenciais, é necessário que alguns aspectos sejam observados, entre os quais podem ser citados:

  1. O envolvimento adequado da Alta e Média administração com o SIG;
  2. A competência por parte das pessoas envolvidas no SIG
  3. O uso de um plano-mestre.
  4. A atenção específica ao fator humano da empresa
  5. A habilidade dos executivos da empresa para tomarem decisões com base em informações.
  6. O apoio catalisador de um sistema de controladoria (contabilidade, custos e orçamentos).
  7. O conhecimento e a confiança no SIG.
  8. A adequada relação custo X benefício.

Verifica-se que esses aspectos podem proporcionar adequada sustentação de desenvolvimento e implementação do SIG na empresa. E, por conseqüência, o potencial vantagens de um adequado SIG poderá ser mais bem usufruído pelos executivos da empresa.

Vale chamar a atenção para cinco suposições comuns e erradas que têm levado os sistemas de informações gerenciais a fracassarem como solução para todo o tipo de problema empresarial, a saber:

  1. O executivo necessita muito de informações mais relevantes;
  2. O executivo necessita das informações que deseja;
  3. Entregues aos executivos as informações que ele necessita, suas decisões melhorarão;
  4. Mais comunicação significa desempenho melhor;
  5. Um executivo não tem que saber como funciona um sistema de informações.

Um Intuito de eliminar tais elementos, atualmente trabalha-se com os.Sistemas em tempo real, de modo a proporcionar sistemas eficientes, devidamente integrados às decisões empresariais, assegurando a validade das ações.


Tecnologias de Apoio

Podemos citar os seguintes:

Leitura Ótica: Tecnologia e sistemas de leitura automática, normalmente. Efetuada por meio do conceito de código de barras.

Scannerização: Tecnologia de copiagem de documentos, com palavras, números ou imagens, transformando – os em entradas de dados para os sistemas de informação.

Coletores Eletrônicos de Dados: Tecnologia de Sistemas de coleta de dados de diversas origens, tipo cartão de ponto de trabalho automático, sistemas de controle de pessoal (crachá eletrônico), etc...

Edi – Troca Eletrônica de Dados: Tecnologias e sistemas de transmissão e retransmissão de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.

Multimídia: Incorporação de som e imagem (vídeo, televisão) aos sistemas de informação. Ferramentas importantes para o processo de venda das empresas, bem como de identificação de produtos e pessoas.

Telecomunicações e Satélites: Incorporação de sistemas e tecnologias para comunicação entre empresas e dentro da empresa, tais como palestras e conferências eletrônicas, reuniões à distância, via rádio, circuito de televisão, sistemas de segurança etc...


Aplicativos Genéricos

Workflow: Sistema de Gerenciamento e distribuição de informações de forma eletrônica de um processo, dentro de uma organização.

Data Warehouse: É um sistema complementar de banco de informações, organizado para permitir que todas as empresas realizem a busca e coleta de dados oriundos de diversas bases e sistemas operacionais. É um armazém organizado de informações de todos os sistemas acessível de forma pretensamente inteligível para qualquer usuário dentro da empresa.

Internet: Rede mundial de computadores que se comunicam entre si, utilizando uma linguagem comum.

Browser: Software que permite e facilita a pesquisa e capacitação de informações dentro de um sistema ou rede de computadores. É utilizado para as redes de Internet e Intranet ou mesmo para sistemas ou subsistemas empresariais.

Cartão de Crédito: O acoplamento da rede mundial de cartões de crédito, junto com a Internet, permite a empresa agilizar o processo de pagamento e recebimento de contas à distância.

Correio Eletrônico: Variações do tema de comunicação e pesquisa eletrônica dentro e fora da empresa. Complementos aos sistemas de comunicações existentes.

E-Mail: Serviço de troca de mensagens entre dois usuários, por meio de computador.

Intranet: Disponibilização de informações da empresa utilizando o padrão WWW (da Internet).

Fonte: Cola da Web


Warner Bros e J.K. Rowling anunciam spin-off de Harry Potter nos cinemas

O livro ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘ será transformado em triologia nas telonas




A escritora J.K. Rowling e os estúdios Warner Bros. Anunciaram que um spin-off (produção derivada de outra) da série Harry Potter será lançado como uma triologia. Os fãs já imaginavam o projeto desde setembro, quando Rowling afirmou que escreveu roteiros para uma série de filmes.

Esses serão uma adaptação do livro ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam ‘(Fantastic Beasts and Where to Find Them). Em entrevista ao New York Times, Kevin Tsujihara, diretor executivo da Warner Bros, declarou que as histórias acontecerão em Nova York, sete décadas antes da chegada de Harry Potter e seus amigos.

“Quando a Warner Bros veio até mim e disse que queria fazer um filme baseado no livro, eu tive essa sensação que a história tem um grande potencial. Ao mesmo tempo, veio um sentimento de pânico por eu ter escrito esse livro e não querer arruiná-lo. Então eu realmente tive um daqueles momentos que sempre fazem você se animar como escritor, mas também sabia que eu ia acabar tendo uma tonelada de trabalho”, afirmou JK Rowling.

O livro ‘Animais fantásticos’ foi publicado em 2001 e faz parte da série Harry Potter, como uma obra usada pelos estudantes de Hogwarts.



terça-feira, 1 de abril de 2014

Qual o seu valor?

Um dia desses me deliciando com as frases clichês do Facebook, me deparei com uma que me fez pensar profundamente: "Uns tem preço, outros valores!". Não deixei passar em branco e fui logo comentando: alguns indivíduos não valem nada!




Depois de muito refletir sobre a contundente frase a qual por si só conseguiu revirar meus mais profundos pensamentos acerca de meus reais valores, pude perceber que muitos deles são pouco garimpados. Estes, muitas vezes sem ao menos nos darmos conta, acabam soterrados nos escombros de nosso lixo mental, junto com os péssimos pensamentos que deterioram nossa qualidade de vida.

Lembro-me como se fosse ontem, sentado na beirada da cama, com lágrimas rolando ao chão. Uma angústia me dominava pouco a pouco meu ser e muitas perguntas pairavam sobre minha cabeça. Uma delas era a seguinte: onde estão meus verdadeiros valores?

Tenho certeza que você, leitor, já deve ter passado por algum momento muito parecido com esse relatado acima. Às vezes nos perdemos dentro de nós mesmos. Nós achamos incapazes, acreditamos na crítica alheia e não as usamos de forma altruísta. As pedras que já levei na vida, dariam para construir um belo castelo.

Quando somos mandados embora de um emprego, ou levamos um fora, nos sentimos os piores seres do mundo. Abre-se um buraco sob nossos pés. Nos colocamos para baixo e acreditamos ser incapazes de tentar uma vez mais. Quando perdemos alguém, nos sentimos sós. Mas sozinho, ao meu ver, é aquele que se abandona, aquele que deixou de acreditar em si mesmo. Não tem valor aquele que se vende pelo dinheiro e abre mão de seus sonhos em prol de seus prazeres momentâneos.

É tão comum ver pessoas que, por causa de uma crítica, são capazes de esconder o sorriso pelo resto do dia. Nossos verdadeiros valores estão enraizados no cerne de nossa alma. Nossos valores norteiam nossa caminhada, são parte de nossos ideais. Eles são os motores impulsionadores para realização de nossos grandes sonhos.

Estou certo em afirmar que muitas corporações não reconhecem os verdadeiros valores de seus clientes e quando o reconhecem, muitas vezes já é tarde demais. Nos relacionamentos não é diferente. Muitos de nós gastamos tempo com paixões efêmeras e dificilmente reconhecemos a pessoa amada que sempre esteve do nosso lado.

Quando compramos algo aparentemente caro (para a grande maioria) mas que nos traz uma grande satisfação pessoal, é chamado de valor percebido. Por isso lhe pergunto: como você vai amar alguém se você ainda não se ama? Devemos nos reconhecer, perceber e dar importância aos nossos valores. Em relação às pessoas que amamos, devemos deixá-las livres, pois quando voltam é porque perceberam nossos valores.

Por hora, é preciso ter uma palavra amiga, um afago, para que nos sintamos valorizados. Um elogio pode enaltecer nosso ego, mas a crítica, se bem trabalhada, é capaz de reavivar nossos verdadeiros valores. Em meio às turbulências da vida, é necessário garimpar sempre nosso próprio coração e descobrir que lá fundo ainda existem os verdadeiros propósitos para se vencer na vida. Os valores que muitos procuram e que poucos acham geralmente estão escondidos nos recônditos de nosso ser.

Não deixe que seu sorriso seja apagado pelos mágoas do tempo. Livre-se do lixo mental que lhe prende. Cuidar-se não é uma questão de orgulho mas sim de amor próprio. E como já falei em outro artigo, a maior empresa que iremos administrar é nossa própria vida. Ascenda para seus valores, não se prostre diante das adversidades da vida, mantenha o foco, tenha fé e jamais perca as esperanças.

Em uma analogia simplória e muita direta, se o seu valor está na roupa que você veste, com certeza você deveria se chamar Ralph Lauren ou Hugo Boss. O valor dos momentos não está no tempo que eles duram mas sim na intensidade em que eles são vividos. Seus valores devem sempre fazer parte do seu ativo empresarial - e lá você deve sempre creditar e acreditar -, pois os mesmos servirão sempre como bússola em suas empreitadas da vida.


O valor de cada pessoa não está no que ela veste ou consome mas sim, naquilo que ela realmente é!



7 maneiras de se manter motivado

Ter a energia necessária para continuar seguindo em frente pode ser complicado. Descubra como mudar isso em sua vida




Manter-se motivado todos os dias é difícil e, apesar de parecer que alguns nunca conseguem, existem formas de recuperar essa motivação e ter a cabeça erguida em todas as fases da sua vida. Segundo artigo publicado na Design Taxi pela escritora Wendy Burrows, motivar-se sem ajuda de ninguém é uma grande qualidade, porém nem sempre é fácil. Olhar através de todos os problemas que acontecem no seu cotidiano e manter a energia necessária para continuar seguindo em frente pode se tornar uma tarefa complicada.

Você é bom em se auto-motivar? Confira 7 dicas para se manter motivado no seu dia a dia:

1 – Objetivos e alvos

Ser promovido, terminar um trabalho em tempo ou passar por um dia difícil, ter um objetivo em sua mente é essencial para mantê-lo motivado. Com alvos muito grandes, como avanços na sua carreira profissional, divida-os em pequenos estágios para que fique mais fácil você alcançar seus objetivos, chegando lá passo a passo. Listas, reais ou mentais, são ótimas maneiras para ajudar você.

2 – Tenha bons motivos

Seja ganho pessoal, profissional, financeiro ou – como aconselhado no quesito anterior – um pequeno passo para um objetivo maior, focar naquilo que você tem a ganhar funciona mais do que focar no problema. “Com um objetivo na mente você consegue achar boas razões para terminar até a mais difícil das tarefas”, afirma Wendy Burrows.

3 – Recompense-se

Uma recompensa após realizar uma tarefa ou alcançar um objetivo é um grande incentivo para realizá-lo. Grandes conquistas pedem grandes recompensas, pense nos seus próprios prêmios para realizar o que quer.

4 - Descanse

”Às vezes, afastar-se de um projeto ou tarefa e voltar a ele com a mente fresce e descansada pode aumentar a produtividade e o entusiasmo, mas isso não funciona se o seu prazo for muito curto”, afirma a autora. Mas caso você tenha tempo para alcançar algum dos seus objetivos ou realizar um trabalho, descansar um pouco pode mudar sua perspectiva e motivar. Já percebeu como você volta de feriados se sentindo mais positivo e com mais capacidade de se manter motivado do que antes? Distanciar-se do trabalho por um curto período de tempo pode ajudar a pensar melhor e ter novas ideias.

5 – Um olhar diferente

Se o que você está tentando fazer não funciona, porque não considerar um olhar diferente? “Experimente diversos métodos até que você ache algum que dê certo para você”, diz Wendy Burrows.

6 – Analise seu progresso

“Não esqueça o quanto você já avançou. Por mais que seu foco e motivação esteja nos objetivos a longo prazo, é importante olhar para trás e ver suas conquistas e progresso”, destaca a autora. Assim você terá uma melhor visão do quanto já andou e de quanto ainda falta. Reconhecer tudo que já conquistou é recompensador e vai ajudar você a se motivar.

7 – Reveja suas prioridades

Falta de motivação pode ser um motivo para mudança de prioridades. “Grandes mudanças no seu estilo de vida podem significar que seus objetivos em longo prazo não são mais relevantes”, afirma Wendy Burrows. Enquanto uns olham isso como uma admissão do fracasso, tomar riscos ao trocar direção é uma decisão corajosa a se tomar.

Poucos estão motivados o tempo todo, porém devemos ter nossos métodos pessoais para conseguirmos motivação e seguirmos em frente no dia a dia.



Espaço do Administrador - Sistemas de Controle Gerencial




RESUMO: O artigo apresenta os conceitos de um sistema de controle gerencial e possíveis aplicações desses sistemas em entidades governamentais. São comentados os diversos aspectos de um sistema de controle gerencial, sua importância para a administração de recursos e tomada de decisões, sempre enfocando a utilidade imperiosa de um sistema como esse também em entidades sem fins lucrativos.


1. INTRODUÇÃO

A utilização da Contabilidade Gerencial e seus métodos, como ferramenta importante na geração de informações que auxiliem o processo decisório, ultrapassaram os limites das organizações manufatureiras e agora vemos sua aplicação nos mais diversos setores da economia, desde prestadoras de serviços, como bancos e hospitais, até entidades sem fins lucrativos, como organizações não-governamentais.

Os gestores e contadores das organizações governamentais ou sem fins lucrativos têm muito em comum com suas contrapartes em organizações com fins lucrativos. Há dinheiro a ser ganho e gasto. Há orçamentos a ser preparados e sistemas de controle a ser projetados e implementados. Há uma obrigação de usar os recursos sabiamente. Se usada de maneira inteligente, a contabilidade contribui para a eficiência das operações e auxilia as organizações governamentais a atingir seus objetivos.

No Brasil observa-se já a algum tempo a preocupação dos gestores dos diversos níveis da administração pública

com o aspecto do controle. Isso ficou ainda mais imperativo com a edição da Constituição Federal de 1988, embora os aspectos da legalidade e da formalidade ainda permaneçam como focos culturalmente importantes por parte dos órgãos de controle interno e externo, constatam-se diversas experiências inovadoras em que os sistemas tradicionais estão sendo gradativamente abandonados e, conseqüentemente, a contabilidade e a auditoria passam a estar mais voltadas para aspectos gerenciais.

O controle interno de cada um dos Poderes tem, entre outras, a finalidade de proteger e salvaguardar os bens e outros ativos contra fraudes, perdas ou erros não intencionais, além de assegurar o grau de confiabilidade das informações contábeis e financeiras. Ao tratar do controle interno, as normas constitucionais ainda obrigam que deverá prestar contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie, ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.

O controle interno-integrado constitui o controle do Estado como pessoa jurídica de direito público, ou seja, da entidade e o conjunto dos três Poderes, sendo responsável pela coordenação das atividades individuais de controle de cada um dos Poderes e atuando de modo independente para conferir pleno sentido a sua mais nobre função: a proteção permanente e contínua do patrimônio público. Desse modo, o controle interno constitui uma função permanente que não deve sofrer influências episódicas ou sazonais, resultado dos planos ocasionais e temporais dos governos.

Além da contribuição para o alcance dos objetivos da economicidade, eficiência e eficácia das ações de governo, os Sistemas de Controle Gerencial passaram a ser um instrumento fundamental depois da chamada Lei de Responsabilidade Fiscal. Lei essa que têm como princípios: o planejamento, a transparência, o controle e a responsabilização, que, em seu conjunto, são orientadores para a implantação do modelo de informações gerenciais, pois o planejamento e o controle são instrumentos fundamentais para a geração de informações úteis não só para o atendimento da Lei, como também para auxiliar o processo decisório e consequentemente melhorar os demais princípios: a transparência e a responsabilização.

Em decorrência dessa realidade, este artigo tem como objetivo apresentar uma breve revisão da literatura sobre o Sistema de Controle Gerencial e em especial levantar os aspectos aplicáveis em entidades governamentais.




2. SISTEMAS DE CONTROLE GERENCIAL

Segundo a definição de Horngren, Sundem e Stratton (2004, p. 300) o “Sistema de controle gerencial é uma integração lógica das técnicas para reunir e usar as informações a fim de tomar decisões de planejamento e controle, motivar o comportamento de empregados e avaliar o desempenho”.

Para a American Accouting Association citada pelo professor Peixe (2002, p. 52) “o sistema de planejamento e controle gerencial consiste de políticas, procedimentos, métodos e práticas usadas pelo administrador de uma organização para atingir os objetivos organizacionais”.      

Portanto, podemos inferir da definição dos autores os objetivos fundamentais da utilização de um sistema de controle gerencial, quais sejam:

  • Coletar informações relevantes para a tomada de decisões;
  • Assegurar que os objetivos organizacionais sejam atingidos através do controle;
  • Comunicar os resultados das ações a toda a organização, motivando os colaboradores;
  • Avaliar o desempenho da organização.

2.1 METAS ORGANIZACIONAIS

O primeiro e mais básico componente de um sistema de controle gerencial são as metas da organização. Ao estabelecer as metas, a alta direção da organização está estabelecendo a direção a ser seguida, estruturando como a organização se posicionará no mercado. Estabelecidas as metas da organização, o próximo passo será a definição dos processos críticos necessários para alcançá-las, desenvolvimento das medidas de desempenho e o monitoramento, para que os gestores possam mensurar os resultados.

Nas entidades com fins econômicos as metas visam a maximização do lucro, pois é através do lucro que os proprietários têm um retorno sobre o investimento total aplicado na atividade que desenvolvem. Já nas entidades sem fins lucrativos, quais seriam os objetivos das metas? Na definição de Anthony e Herzlinger, citados pelo professor Peixe (2002, p. 70) “(...), o sucesso de uma organização sem fins lucrativos deveria ser mensurado pelo quanto ela contribui para o bem-estar público”. Embora seja de difícil mensuração, o desempenho da organização governamental no sentido da contribuição à população, pode ser medido parcialmente pela evolução dos indicadores sociais, tais como: escolaridade, mortalidade infantil, diminuição do déficit habitacional, etc.

Estabelecidas as metas, os gestores devem definir as Medidas de Desempenho, que nem sempre são expressas em termos financeiros, tais como orçamentos de operações, alvos de lucro ou retorno exigido sobre o investimento. Um sistema de controle gerencial bem projetado desenvolve e relata as medidas de desempenho financeiras e não-financeiras. Aliás, tais medidas não-financeiras podem ser mais oportunas e mais proximamente afetadas por empregados nos níveis mais baixos da organização, onde o produto é fabricado ou o serviço é prestado.

As boas medidas de desempenho deverão: relatar as metas organizacionais; equilibrar os interesses de curto e longo prazos; ser afetadas por ações dos gestores e dos empregados; ser facilmente entendidas pelos empregados; ser utilizadas na avaliação e recompensa de gestores e empregados e ser razoavelmente objetivas e fáceis de mensurar.

2.2 IDENTIFICANDO CENTROS (ÁREAS) DE RESPONSABILIDADES

Para projetar um sistema de controle gerencial que satisfaça as necessidades da organização, os gestores precisam identificar os centros (áreas) de responsabilidade, desenvolver medidas de desempenho, estabelecer uma estrutura de monitoramento e relatório, ponderar custos e benefícios e fornecer motivação para alcançar a congruência de metas e o esforço gerencial.

Um centro (área) de responsabilidade envolve um conjunto de atividades e recursos designados ao gestor, a um grupo de gestores ou a outros colaboradores. Um conjunto de máquinas e atividades de obras, por exemplo, pode ser um cento de responsabilidade para um gestor de uma secretaria de obras públicas. E em sentido mais amplo, a entidade pública pode ser um cento de responsabilidade para o administrador público.

Um sistema de controle gerencial dá a cada gestor a responsabilidade por um grupo de atividades e ações; assim, monitora e relata os resultados das atividades e a influência do gestor naqueles resultados. Tal sistema exerce atração inata para a maioria dos gestores de alto nível, porque os ajuda a delegar a tomada de decisão que herdam. Assim, os projetistas de sistema aplicam a contabilidade por responsabilidade para identificar quais partes da organização têm responsabilidade primária para cada ação, bem como desenvolvem medidas de desempenho e alvos e projetam relatórios dessas medidas por centro de responsabilidade. Os centros de responsabilidades geralmente têm metas múltiplas e ações que o sistema de controle de gestão monitora. Os centos de responsabilidade, via de regra, são classificados de acordo com suas responsabilidades financeiras, como centos de custos, centros de resultados (lucro) ou centros de investimentos.

Em entidades públicas, como já foi exemplificado acima, os órgãos, secretarias ou ainda departamentos podem ser considerados centros de responsabilidades.

2.3 MOTIVANDO OS COLABORADORES DA ORGANIZAÇÃO

Para Horngren, Sundem e Stratton (2004, p. 307) “Para alcançar o máximo benefício a um mínimo custo, um sistema de controle gerencial deve promover a congruência de metas e o esforço gerencial”. A congruência de metas depende fundamentalmente da participação dos colaboradores, são eles que, assimilando os objetivos da organização e tornando-os seus também, tomam decisões que ajudam a satisfazer as metas gerais da organização. O esforço gerencial é definido como o grau da ação em direção ao atingimento das metas estabelecidas. Para os autores supra citados (2004, p. 307) “O esforço, aqui, significa não apenas trabalhar mais rápido, mas também trabalhar melhor”.

A congruência de metas e o esforço para alcançá-las em relação aos colaboradores deve estar ligada a um sistema de recompensa. A escolha de recompensas pertence claramente a um sistema geral de controle gerencial, podendo ser monetárias e não-monetárias. Os exemplos incluem aumento de salário, bônus, promoção, elogios, auto-satisfação, etc.

A motivação enfoca diversas variáveis que energizam o comportamento humano. Dentro deste contexto, as várias teorias discutidas por diversos autores tratam o que efetivamente motiva as pessoas.

Bowditch e Buono citados pelo professor Peixe (2002, p. 55) citam David McClellan que identificara três necessidades básicas que as pessoas desenvolvem: “necessidades por realização, poder e afiliação”. Podemos inferir que alguns indivíduos serão mais motivados pela necessidade de afiliação (necessidades sociais), enquanto outros serão motivados pela necessidade de atingir diversas metas ou conquistar certo grau de poder ou influencia sobre outras pessoas. Podem-se desenvolver de programas de treinamentos para aumentar a motivação por realização, em gerentes e subordinados, por exemplo.

Bowditch e Buono citados pelo professor Peixe (2002, p. 59) apresentam um modelo básico do processo de motivação, a chamada teoria das expectativas, ou VIE:

“O modelo de motivação é uma função de três componentes: (1) uma expectativa de esforço-desempenho, no sentido de que um esforço maior trará um bom desempenho (expectativa); (2) uma percepção de desempenho-resultados, no sentido de que um bom desempenho trará certos resultado ou recompensa (instrumentalidade); e (3) o valor ou atração de uma certa recompensa ou resultado para a pessoa (valência)”.

Pode-se concluir que o indivíduo, para se motivar, precisa dar valor ao resultado ou recompensa, precisa ainda acreditar no esforço adicional, que levará a um melhor desempenho, melhores resultados ou recompensas maiores. Por exemplo, se o funcionário estiver preparando um relatório e não tiver certeza quanto ao tipo de relatório que a administração quer, ou perceber que tal relatório não tem a importância devida, pode classificar seu trabalho como perda de tempo. Visto que o relatório poderá tomar mais uma hora de trabalho, podendo interferir com as obrigações familiares as expectativas de uma discordância conjugal poderiam sobrepujar a recompensa potencial, principalmente se a definição de um relatório “útil” não estiver clara. Embora, o individuo tivesse que trabalhar duro produzindo um relatório de alta qualidade, esse relatório ainda poderia não ser útil para a administração (instrumentalidade baixa).

Considerando-se que o nível do funcionário está baixo, cada um do três componentes do modelo poderia ser analisado, numa tentativa de se identificar o(s) fator(es) causador(es).

Percebe-se que as pessoas serão motivadas a produzir quando percebem que seus esforços a levarão a um desempenho bem-sucedido e à obtenção das recompensas almejadas. Os esforços da gerência ou administrador de pessoas de um setor, no sentido de motivar seus colaboradores, devem se concentrar em esclarecer o “caminho” de um subordinado para uma meta ou objetivo desejado.


3. A CONTROLADORIA NAS ENTIDADES PÚBLICAS

O Sistema de controle interno das entidades públicas deve ficar a cargo de um órgão independente e autônomo, com seus titulares se reportando diretamente ao gestor público. Esse órgão é a Controladoria. É necessário esclarecer que a criação de uma Controladoria no setor público não difere da empresa privada, ambas mantém os princípios fundamentais do controle e geração de informações para tomada de decisões.

Na implantação da Controladoria não pode deixar de ter, entre outras, as seguintes atribuições:

  • A prestação de contas ao Poder Legislativo, por meio do Tribunal de Contas;
  • Servir, por meio de documentos e relatórios, de instrumento de auxilio no processo decisório;

Produzir avanços no uso dos sistemas tradicionais de controle orçamentário, financeiro e patrimonial, estabelecendo um elenco de indicadores financeiros, econômicos e sociais que permitam a melhoria do processo decisório;

  • Abandonar gradativamente a preocupação com o montante gasto para enfatizar os resultados alcançados pelos gestores nos aspectos da economicidade, eficiência e eficácia.

Tendo estas e muitas outras atribuições, a Controladoria estará efetivamente melhorando os controles gerenciais para que o Gestor Público atenda plenamente aos programas propostos na aprovação do orçamento.

Como responsáveis pelo Sistema de Controle Gerencial os Controllers devem ter autonomia e independência, verificando o grau de adesão dos agentes públicos às políticas determinadas, mediante análise do desempenho da gestão administrativa e dos controles existentes.


4. ATENDIMENTO AOS PRINCÍPIOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL

A Lei de Responsabilidade Fiscal está apoiada em quatro eixos: o planejamento, a transparência, o controle e a responsabilização, que, em seu conjunto, são orientadores para a implantação do modelo de informações gerenciais, pois o planejamento e o controle são instrumentos fundamentais para a geração de informações úteis não só para o atendimento da Lei, como também para auxiliar o processo decisório e consequentemente melhorar os demais eixos: a transparência e a responsabilização.

Transparência essa que, segundo Silva (2002, p. 217), será “... concretizada com a divulgação ampla, inclusive via Internet, (...), permitindo identificar as receitas e despesas e a responsabilização no caso de descumprimento das regras e princípios estabelecidos”.


5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A muito se fala em uma gestão mais profissional da coisa pública, mais responsável, mais transparente, enfim. A mal versação dos recursos públicos tem levado a sociedade, por meio de seus representantes, a buscar meios de controle sobre a administração pública, e, a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal veio para responder esse anseio, punindo o Gestor que se “descuidar” do equilíbrio financeiro da entidade pública.

Em paralelo à imposição legal, os gestores públicos vêm percebendo a importância das ferramentas administrativas das organizações privadas, que, com as devidas adaptações, podem ser implantadas com êxito nas organizações públicas. E uma delas é a substituição dos tradicionais sistemas de controle das entidades públicas, que serviam apenas para cumprir obrigações legais, pelos sistemas de controle gerencial, que torna-se uma ferramenta poderosa no controle dos gastos e geração de informações úteis para tomada de decisões.

Podemos afirmar que a medida que os gestores públicos tomem conhecimento da importância de um sistema de controle gerencial para garantir o cumprimento de metas, otimização no uso dos recursos, transparência nos gastos, etc, sua implantação será mais ampla, melhorando muito a eficiência da administração pública.

Fonte: Cola da Web


10 coisas que você não sabia que seu iPhone pode fazer

Existem algumas funções do aparelho que poucas pessoas conhecem. Selecionamos 10 e explicamos como usar. Confira




1. Fazer um código de acesso com letras, em vez de apenas números

- Vá em Configurações > Geral > Código de Acesso
- Desative a configuração que diz "Código de acesso simples"
- Uma tela vai aparecer pedindo para que você mude o seu código de acesso, com um teclado QWERTY completo.

Na próxima vez que você desbloquear seu telefone, o teclado vai aparecer, em vez de apenas o numérico.

2. O Siri pode ler os seus e-mails em voz alta (apenas para mensagens em inglês)

Diga ao Siri "read my email" ("leia meu e-mail") e ela obedecerá. Você ouvirá o nome do remetente, a data/hora da mensagem e o assunto da mensagem. Você também pode instruir "read my latest email" ("leia meu último e-mail") ou perguntar "Do I have email from [person]?" ("Eu tenho e-mail de [nome da pessoa]?")

3. Ver a hora e o dia em que uma mensagem foi enviada




Apenas deslize os balões com as iMessages e irá aparecer o indicador com a hora e dia que a mensagem foi enviada.

4. Saber quais aviões estão sobre sua cabeça

Pergunte ao Siri "What flights are above me?" ("quais voos estão acima de mim?") ou apenas diga "planes overhead"("aviões em cima") e ela irá mostrar um quadro com todos os aviões e os números dos voos, com suas altitudes e ângulos.

5. Balance o seu iPhone para deletar um texto

Você mudou de ideia sobre o que acabou de digitar? Balance o celular e uma caixa de "desfazer a digitação" vai aparecer. Se você mudar de ideia logo após clicar em desfazer, pode balançar o celular novamente e verá a caixa para "refazer a digitação".

6. Visualize facilmente uma versão mais detalhada do calendário

Vire o seu celular para o modo horizontal quando estiver no app do calendário, para ver uma versão mais detalhada dos compromissos.

7. Use o seu telefone como um nivelador




Deslize o app da bússula para a esquerda e você terá acesso a um nivelador.

8. Tire um conjunto de fotos de uma única vez




Ao segurar o botão de disparador da câmera, automaticamente você ativa a função que tira várias fotos de uma única vez.

9. Adicione vibrações personalizadas

No aplicativo de contatos, você pode ativar diferentes padrões de vibração para diferentes contatos; isso é bom para quem mantém o celular no bolso, então você poderá distinguir - sem usar as mãos - entre uma mensagem de texto ou um e-mail do seu chefe.

10. Coloque o telefone no modo avião e ele vai carregar duas vezes mais rápido




Ótima solução para quem precisa carregar o celular rapidamente em um bar.