quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Como o inbound marketing pode ser a solução para alavancar seu negócio

A metodologia do Inbound é um processo no qual seu potencial cliente passa por diversas fases e transformações




O conceito de Inbound Marketing vem crescendo no Brasil mas, mesmo com essa aceleração, ainda existem muitas pessoas e empresas que não têm o real conhecimento de todas as métricas utilizadas. Se comparado a empresas dos Estados Unidos, por exemplo, vemos que o conhecimento é muito mais difundido, porque o conceito já existe há mais tempo.

Segundo uma pesquisa feita pela Rock Content, 69% das empresas no Brasil já utilizam o Inbound Marketing, porém muitas vezes não sua metodologia completa. No país, ainda há um baixo uso e conhecimento das diferentes plataformas disponíveis para disseminar o conteúdo e captar novos leads, mas esse cenário está mudando e o Inbound ganha cada vez mais espaço no mercado.

O “marketing de atração” tem como base desenvolver e promover conteúdo para determinado público-alvo, visando conquistar, atrair e fidelizar clientes, ao invés de somente comprá-los. Por isso, costumo dizer que o desenvolvimento se baseia em uma boa estratégia focada em resultados.

Nos últimos anos, o marketing eficaz está parecendo cada vez menos com um alerta (que distrai) e mais com um ímã (que atrai). Os consumidores querem ter acesso a informação e não serem interrompidos cada vez que um anúncio é veiculado. As empresas que souberem produzir o melhor conteúdo e arranjarem formas de disseminar a informação, consequentemente atrairão mais públicos, fecharão mais negócios e conquistarão mais fãs.

A metodologia do Inbound é um processo no qual seu potencial cliente passa por diversas fases e transformações. Em minhas palestras digo sempre que existem 4 etapas importantes para que o Inbound Marketing funcione, são elas: atrair o usuário por meio de conteúdo de qualidade até que ele se torne um visitante, após isso é necessário convertê-lo em lead por meio de landing pages ou formulários para então gerar um relacionamento até que ele feche a compra com sua empresa.

Engana-se quem pensa que o Inbound termina após a compra efetuada. Na quarta etapa, posteriormente à conversão de um lead em cliente, é hora de transformá-lo em um promotor da sua marca. Isso faz com que eles façam mais negócios e sejam, em geral, mais satisfeitos com a empresa.

Para concluir podemos dizer que o Inbound Marketing é sim a “bola da vez”, mas que não é tão simples quanto algumas pessoas pensam. É preciso análise, planejamento e conhecimento de seu público-alvo para gerar mensagens que possam impactar positivamente seu negócio.



Inovação na medida certa

A inovação deve sempre ser sinônimo de valor e deve proporcionar um retorno do investimento realizado nos recursos empregado, seja em pessoas ou capital financeiro, para obter essa inovação




Inovação é uma palavra muito usada atualmente. É quase um chavão muito usado por várias empresas. Muitas afirmam que são inovadoras em comerciais e comunicações para o mercado, contudo muitas vezes os próprios gestores desconhecem o conceito central de inovação.

Mas é fato também que hoje muitas empresas entendem que inovar é a saída para obter melhores lucros e se manter no mercado, cada dia mais competitivo e globalizado. Mas, o que é realmente inovar?

A inovação pode ser definida de várias formas. O dicionário Aurélio, ensina que inovação é “Ato de inovar, inserir novidades”. Como se pode perceber é uma definição simples, contudo exprime o principal conceito de inovação.

Muitos não percebem que a inovação pode se dar não somente com o lançamento de novos produtos de alta tecnologia, mas também com alterações dentro de processo produtivo ou de um serviço prestado. A inovação deve sempre ser sinônimo de valor, ou seja, "inovação de valor". Deve proporcionar um retorno do investimento realizado nos recursos empregado, seja em pessoas ou capital financeiro, para obter essa inovação.

Muitas vezes a inovação não está diretamente ligada a originalidade de uma ideia dentro da sociedade, mas na novidade dentro de uma empresa, desde que gere valor, seja por melhorar ou agregar valor ao produto ou serviço, ou por reduzir os custos relacionados a obtenção deste produto ou serviço.

O caminho de uma empresa que pretende inovar, pode ter várias possibilidades, atalhos e oportunidades. Contudo, é preciso que a alta cúpula da empresa conheça e entenda os tipos de inovação existentes e trace um plano para utilização e apropriação da inovação para aumento da competitividade da empresa no mercado consumidor.

A empresa pode adotar uma estratégia desenvolvedora de tecnologia, investindo em pesquisa de base, não se esquecendo de adotar uma postura de proteção da inovação através de registro da propriedade intelectual por meio de patentes.

Outra possibilidade é a empresa adquirir a patente registrada de um instituto de pesquisa ou outra empresa, licenciamento de patentes, e trabalhar na implementação da tecnologia ou do produto.

Já uma empresa focada na inovação radical deve preferencialmente atender a parcela de consumidor inovador e adotante inicial. Esta parcela de mercado deve estar previstos nos cálculos de retorno de investimento para a implementação do projeto.

Já as empresas com foco em excelência operacional, deve promover um forte programa em inovação do tipo de melhoria continua, visando sempre aprimorar os processos e produtos com o intuito de redução de custos para aumento da competitividade ou de mercado.

Não existem modelos de sucesso de inovação prontos para aplicação. Para cada empresa há que se analisar alguns fatores importantes, mas não somente, a estrutura organizacional, a cultura empresarial e objetivos a curto médio e longo prazo antes da escolha de um modelo de inovação.



Estratégias para reduzir as reclamações nas redes sociais

Se o cliente está buscando o SAC da sua empresa para resolver um problema, você não pode desperdiçar essa oportunidade




O SAC da sua empresa pode ser utilizado como uma poderosa ferramenta de marketing para seus negócios. Por outro lado, se o serviço de atendimento ao consumidor não for eficiente, ele também pode piorar em muito a imagem da companhia nas redes sociais. Afinal, hoje em dia é muito fácil, e cada vez mais comum, os clientes exporem suas insatisfações na internet. E, quando isso acontece, rapidamente centenas de pessoas recebem uma informação ruim sobre sua marca, prejudicando os negócios.

Por isso, se o cliente está buscando o SAC da sua empresa para resolver um problema, você não pode desperdiçar essa oportunidade! E a primeira coisa que precisa verificar para garantir sua satisfação é se há sempre um funcionário disponível para atendê-lo. Pior que não ter um SAC é ter um que não funciona. Se o cliente telefona incansavelmente e nunca encontra linhas disponíveis, ou se ele envia e-mails que nunca são respondidos, certamente ficará com uma péssima impressão da sua empresa, e isso se refletirá nas redes sociais.

Contudo, as causas para os consumidores não serem atendidos ou ficarem insatisfeitos podem variar. Por isso, listamos a seguir os principais pontos que você deve conferir na sua empresa, a fim de que o cliente sempre consiga contato e obtenha um retorno adequado.

1. Quantidade adequada de atendentes

Certifique-se de que há o número certo de operadores de atendimento para receber todas as chamadas que ocorrem. Se o número de atendentes for inferior ao necessário, as linhas estarão ocupadas por mais tempo e os consumidores terão de esperar muito para serem atendidos. Os e-mails também não serão respondidos em um espaço de tempo. Além disso, os profissionais ficarão sobrecarregados e atenderão aos consumidores o mais rápido possível, mas sem se preocupar em despender o tempo e a paciência necessários para um bom atendimento.

Adequar o número de operadores evita que os clientes apareçam nas redes sociais com reclamações, buscando serem ouvidos, ou seja, aquilo que não aconteceu no SAC.

2. Equipe eficiente, com respostas eficientes

É possível que uma quantidade extrapolada de contatos ao SAC seja consequência de maus atendimentos. Se o consumidor não recebe uma explicação satisfatória no primeiro contato, ele tornará a ligar. Do mesmo modo, se recebeu uma orientação errada de um dos atendentes, ou se está aguardando uma resposta prometida por e-mail que nunca chega, ele tornará a entrar em contato. E, assim, o seu SAC terá, além da demanda de consumidores novos, clientes antigos que ainda não ficaram satisfeitos, sobrecarregando as linhas e os atendentes.

É preciso garantir que o SAC esteja resolvendo todas as questões com o máximo de qualidade e rapidez, não deixando margem para que o cliente entre em contato novamente por causa do mesmo problema. Para que isso ocorra, sua equipe precisa ser qualificada, receber treinamentos e ser monitorada, para que trabalhe com dedicação.

3. SAC organizado

A pergunta do cliente, seja via e-mail ou telefone, deve ser direcionada à pessoa que sabe respondê-la. O que acontece, muitas vezes, é que há uma desorganização na equipe do SAC: os questionamentos são direcionados a um grupo que não sabe sanar dúvidas de tal tipo. Enquanto isso, outro grupo, que saberia rapidamente auxiliar o consumidor, não recebe as ligações. Uma solução para isto é definir claramente os ramais de cada setor e a função de cada grupo no processo de atendimento. Também é necessário garantir que o primeiro atendente passará a demanda com eficiência para o setor correto.

4. Autoatendimento rápido e útil

As ferramentas de autoatendimento são uma ótima opção para desafogar o fluxo de ligações e e-mails, deixando o cliente satisfeito. Há várias demandas que são simples, pontuais e se repetem, podendo facilmente ser resolvidas por esse meio. Isso garante agilidade e reduz os custos de manutenção do SAC.

No entanto, alguns cuidados precisam ser tomados: primeiro, o autoatendimento deve ser bem direcionado, para que o cliente ache exatamente o que procura; segundo, ainda durante o autoatendimento, é necessário que haja a opção de se falar com um atendente a qualquer instante.

5. Equipamentos de qualidade

Você pode ter o número adequado de funcionários, um ambiente bem organizado e uma equipe totalmente comprometida em atender o consumidor. Mas prejudicará o serviço e se não tiver equipamentos atualizados para atender a todas as necessidades. Um sistema de computador que trava constantemente, por exemplo, pode fazer com que um atendimento leve o dobro do tempo para ser feito. E, enquanto isso, outro cliente está esperando.

Atente para essas dicas e otimize seu SAC para que o cliente saia sempre satisfeito! Com certeza, as redes sociais não são apenas utilizadas para expor experiências negativas e, com um bom atendimento, elas podem servir como uma grande fonte de marketing para a sua empresa.



quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Artista faz pirulito de refrigerantes para mostrar teor de açúcar das bebidas

Uma pesquisa da Universidade Harvard revelou que ingerir uma lata de refrigerante por dia aumenta em 20% os riscos de ataque cardíaco




Entre tantas pesquisas controversas da Medicina, uma delas é certeira: refrigerantes são um risco à vida. Após escutar um médico classificar as bebidas como "o cigarro da nova geração", o artista plástico e fotógrafo neozelandês Henry Hargreaves quis encontrar uma maneira para representar visualmente a gravidade do problema.

Para mostrar aos consumidores o que acontece quando se retira a água de refrigerantes e energéticos, Hargreaves ferveu as substâncias e, da sobra -- composta por açúcar, corantes e produtos químicos, fez um pirulito. "Acho que o pirulito é a forma perfeita porque, para mim, é isso o que um refrigerante é: um tipo de doce disfarçado como bebida", disse o artista à BBC. 

Apesar de ter a consciência de que esses produtos levam em sua composição uma grande quantidade de açúcar, Hargreaves disse que ficou surpreso com o resultado. “Há muito mais açúcar nesses alimentos do que eu pensava. Praticamente todos os moldes que eu fiz transbordaram”, revelou. Outro fato interessante que comprovou com sua experiência é que, ao colocar o pirulito em contato com a água, ele tornou-se líquido rapidamente.

O campeão de concentração de açúcar, segundo o artista, foi o refrigerenta Mountain Dew (que não é comercializado no Brasil), fabricado pela Pepsico, com 77 gramas de açúcar (média de 19 colheres de chá) por dose individual. Mesmo que não beba refrigerantes desde a adolescência, Hargreaves provou seus experimentos e disse que o mais estranho de todos foi o pirulito de Coca-Cola. "Tem uma textura esquisita, quase como lava", contou.

Assim como feito com o tabaco, a indústria do açúcar manipulou pesquisas relacionadas aos danos causados à saúde. Hoje, sabe-se que a grande concentração de açúcar no sangue é um dos maiores causadores de obesidade, diabetes e problemas cardíacos. Pesquisadores da Universidade Harvard comprovaram que tomar uma lata de refrigerante por dia aumenta em 20% as chances de sofrer um ataque cardíaco.



Relações humanas em empresas de feras

Se um profissional não se sente vivendo em um ambiente de trabalho cercado de homens, mas sim de feras, está na hora de pensar em voltar-se para si mesmo, e não para a matilha




Uma grande pergunta que se faz no universo das empresas é se as relações humanas nesses ambientes podem realmente ser chamadas de humanas. A resposta mais correta, no meu entendimento, é que sim. E mais: se um profissional não se sente vivendo em um ambiente de trabalho cercado de homens, mas sim de feras, está na hora de pensar em voltar-se para si mesmo, e não para a matilha (sic).

Analisando matérias de grandes corporações sobre o tema, faço coro a Adriano Silva, autor do livro "O Executivo Sincero", no tocante à figura do chefe como grande canalizador de condições para uma paisagem selvagem ou civilizada dentro dos escritórios. Diz o autor que todas as relações racionais e naturais de trabalho são executadas entre pessoas, pois as organizações não passam de abstrações criadas por gente.

É nesse cenário que o bom chefe faz uma empresa ruim parecer um oásis e o chefe ruim faz uma firma excelente se equiparar a um mato sem cachorro. Além disso, o estilo de uma empresa e de seu CEO se despeja em efeito cascata por toda a corporação, moldando gradativamente e ciclicamente a forma de gestão de todo o corpo gerencial várias e várias vezes a cada alteração no topo da cadeia de comando.

Uma mancha negra na minha carreira profissional é não saber dizer, com segurança, se fui um bom chefe para a minha primeira e pequena equipe de 13 funcionários. Embora eu tenha alcançado excelentes resultados e convivido harmoniosamente com todos, penso hoje, lá no fundo, que talvez tenha exigido e cobrado demais dos meus subordinados. O grande problema é que eu não tinha experiência suficiente, naquela época, para refletir adequadamente sobre tal aspecto. E, embora tenha me espelhado muito em meus superiores anteriores, acho mesmo que fui um pouquinho mais exigente que eles. Porém, me vale o alento de que fiz tudo perseguindo o que a alta direção me inspirava, só tendo me excedido um pouco na execução.

Mas, chefe ou não, todo profissional precisa, vez por outra, realizar uma auto-análise em relação ao seu posicionamento perante o grupo. Se alguém não participa das rodinhas, não vai às festinhas e não consegue ir trabalhar pela manhã sem pensar naquele maldito colega (ou chefe) que lhe tirou o sono à noite, talvez seja a hora de refletir se todo o ambiente está mesmo impregnado de raposas.



Antarctica Sub Zero faz piada com regras da publicidade de cerveja

O filme já está sendo exibido nos canais de TV aberta desde o dia 15 de agosto




Estreia neste fim de semana a nova campanha da cerveja Antarctica Sub Zero. O comercial de lançamento usa o bom humor típico do brasileiro para brincar com as normas e restrições da publicidade (obviamente, sem infringir nenhuma delas) e apresentar o conceito “Gostosa além da conta”. No filme, com um minuto de duração, diversos personagens num ambiente de praia se dão conta de que não poderão dar nem um golinho sequer na irresistível cerveja da Família Antarctica antes que a propaganda acabe.

Gostosa, refrescante, irresistível, mas a um preço acessível. Esta é a promessa da marca, que além do comercial de TV, desenvolveu também materiais para rádio, vinhetas, mídia exterior, ponto de venda e ações para os meios digitais - como filmes feitos especialmente para o skip ad (aquele momento no Youtube em que você ainda pode “pular” o comercial) e ação no Facebook com geolocalizador.

Para Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing de Antarctica Sub Zero, essa é uma forma divertida de mostrar ao consumidor que ele pode aproveitar uma cerveja de qualidade sem ter que pagar caro por isso. “Antarctica Sub Zero é uma cerveja com a cara do Brasil. É muito refrescante e de alta qualidade! E quer ser a marca que simboliza quem topa quebrar os padrões e provar as novidades. Preparamos a campanha para mostrar que somos tão além da conta que oferecemos o melhor líquido com o melhor preço”, conclui.

A campanha foi concebida pela agência AlmapBBDO e o filme já está sendo exibido nos canais de TV aberta desde o dia 15 de agosto. O conteúdo também estará disponível simultaneamente nas redes sociais e youtube. Veja o comercial:



Fonte: Administradores


terça-feira, 25 de agosto de 2015

O poder das emoções na negociação

Uma das maiores ameaças à negociação, segundo especialista, é assumir que o interlocutor é um adversário




Um caminho promissor para ser bem-sucedido em uma negociação é saber lidar com as dimensões emocionais que estão sempre presentes nelas. No livro Além da razão – a força da emoção na solução de conflitos, que escreveu em parceria com Roger Fisher, o professor Daniel Shapiro desenvolve a ideia de que é possível a um interlocutor estimular emoções positivas e superar as negativas ao demonstrar apreço e valorizar a afiliação, autonomia, status e a função do outro.

Para Shapiro, levar em conta essas dimensões faz toda a diferença e pode levar ao sucesso da negociação. Um interlocutor desconsiderado, por exemplo, tem as emoções negativas, como raiva e impaciência, estimuladas e reage de forma contrária aos interesses da outra parte. Já quando ele se sente apreciado, as emoções que emergem são as do entusiasmo e da afeição, o que o torna cooperativo.

A vantagem de conhecer e saber lidar com essas dimensões emocionais é que elas podem ser exploradas com a finalidade de entender a experiência emocional de cada parte e como uma estratégia para estimular emoções positivas em nós mesmos e nos outros interlocutores.

Shapiro destaca que a consciência do funcionamento desses mecanismos emocionais ajuda a enxergar o que pode ser motivador para alguém, de forma que se possa ajustar o comportamento em uma negociação para estimular a outra parte. Além disso, essa autoconsciência ajuda a mitigar alguma emoção negativa que comece a aflorar no processo. Essas ações convergem para manter o processo de negociação equilibrado.

Uma das maiores ameaças à negociação, segundo Shapiro, é assumir que o interlocutor é um adversário. Para ele, negociadores não são adversários e sim “sócios”, e se uma parte tem um problema, esse problema é da outra parte também e é preciso sentar e tentar resolvê-lo.

Para estabelecer um processo de negociação positivo, Shapiro recomenda que cada interlocutor busque sempre entender a perspectiva do outro, encontre méritos no que o outro pensa e comunique a ele essa percepção. São atitudes que expressam o respeito e a atenção de um interlocutor ao outro e que encaminham a negociação para um resultado em que todas as partes ganham.