segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A Importancia da estratégia de marketing no comércio varejista de calçados

Dentre os ramos mais estudados da Administração, destaca-se o Marketing, onde é possível obter a multiplicidade de fatores voltados para designar expectativas ao cliente, fatores como: a atenção, o respeito, a preocupação constante em se identificar os desejos e necessidades dos clientes, direcionando todas as ações das empresas à satisfação dessas necessidades. Sabendo da importância de conhecer a estratégia de marketing como impulsionadora de vendas no comércio varejista de calçados localizado no município de Imperatriz MA, foi utilizada como metodologia a pesquisa bibliográfica, baseada em livros e artigos relacionados ao tema, assim como também uma pesquisa de campo, no qual foram aplicados questionários aos gestores e colaboradores que atuam neste setor do comércio local. A partir disso, constatou-se que a maioria de 82% dos gestores tem ensino médio completo, já em relação aos colaboradores esse número diminui para 67%. Embora a formação acadêmica seja requisito básico no mercado de trabalho, são várias as formas de atrair os clientes, desta forma, pode-se considerar que muitas vezes só a experiência no mercado pode ensinar tais habilidades. Diante dos fatos, é bastante pertinente, pois tem como objetivo analisar a importância do profissional qualificado para impulsionar as vendas a partir de estratégias de marketing no comércio varejista de calçados.





O presente trabalho partiu de uma abordagem dos fatores a serem considerados na formação de estratégias competitivas de marketing diante da forte concorrência de mercado que se apresenta no atual contexto globalizado. A importância do tema reside no fato de que a sobrevivência de uma empresa é resultado das estratégias que formulam e para que estas obtenham sucesso torna-se necessário o conhecimento dos elementos que integram no mercado e também, dos que se pode utilizar para atingir a diferenciação.

Buscou-se com a pesquisa, identificar meios para potencializar a atuação das empresas de revenda de calçados diante da realidade do mercado varejista, que através de estratégias mercadológicas possibilitem lidar com a concorrência. O trabalho foi desenvolvido a partir da observação do ambiente de mercado e das circunstâncias das quais as empresas de calçados dependem para sua atuação.

No Marketing deve se obter a multiplicidade de fatores voltados para designar expectativas ao cliente, fatores como: a atenção, o respeito, a preocupação constante em se identificar os desejos e necessidades dos clientes, direcionando todas as ações das empresas para atitudes produtivas.

É decifrar o que o consumidor quer e oferecer esse produto ou serviço a ele, agregando assim, uma oportunidade de negócio, conquistando o cliente de maneira que se obtenha sua fidelidade acima de tudo, renovando essa parceria gerada através da satisfação do seu consumidor em estabilidade no mercado, ou como diria Kotler (1999, p.54) "marketing é a arte de descobrir oportunidades, desenvolvê-las e lucrar com elas".

Muitas vezes, as oportunidades passam despercebidas, no entanto os executivos dependem de saber verificar a melhor fase em que o mercado está precisando de mudanças, desenvolver algo novo e fazer com que esse espaço seja fonte de lucro para o futuro da empresa.

Na perspectiva de melhor analisar sobre os diversos ambientes dos canais de marketing, devemos primeiramente priorizar os fatores internos existentes que permeiam o canal de marketing e o seu ambiente.

Porém, para Las Casas (2006, p. 29) as mudanças ambientais podem ocorrer devido a uma série de possibilidades. As variáveis mais comuns que afetam as empresas são: Ambiente político/legal; Ambiente social/cultural/demográfico; Variáveis econômicas; Concorrência; Tecnologia e Outras variáveis.

O conceito de estratégia é amplo, porém o propósito é estimular uma visão mais formalizada para estabelecer os procedimentos para o futuro escolhido.

Andrews (1974, p.59) define estratégia como:

Conjunto dos principais objetivos, propósitos e metas, e as políticas e planos essenciais para alcançar essas metas estabelecidas de tal forma que definam em que classe de negócios a empresa está ou quer estar e que classe de empresa é ou quer ser.

A estratégia é um recurso que oferece condições de mudança que atualmente atinge as empresas, essas por sua vez implementa a estratégia e notam que seu uso, é complexa porém seu custo muitas vezes é alto. Portanto, constantemente questionada sempre como ferramenta de gestão merece crédito, exercendo assim resultados não apenas para a empresa, mas também para as demais organizações.

De outro modo, já para Ansoff (1977, p. 101) diz que estratégia consiste em: "regras para a tomada de decisões em condições de desconhecimento parcial". Nesse ambiente de incertezas as empresas estão formulando estratégias mais detalhados, pois o mercado é dinâmico, e vários fatores pode modificá-lo, por isso a empresa tem que criar estratégias e assim estar preparadas a implicações futuras.

Acredita-se que a estratégia consiste na realidade de se executar ações para futuros objetivos organizacionais, de modo que a aplicação dos meios para que isso seja feito vise princípios e direções para a empresa.

A cidade de Imperatriz tem uma ótima localização geográfica e sempre foi conhecida pelo comércio atacadista, uma vez que atende dezenas de municípios em toda Região Tocantina. Diariamente, recebe consumidores do Maranhão, Tocantins e Pará.

No entanto, o comércio varejista de calçados também é visto como destaque e contribui para o crescimento econômico do município já que emprega centenas de pessoas, gerando cada vez mais emprego e renda.

Conforme dados da Junta Comercial do Estado do Maranhão – JUCEMA (2011), a cidade de Imperatriz possui cerca de 185 lojas de calçados registradas. Acredita-se que a cada ano esse número aumente gradativamente com os novos investimentos que chegarão, de modo a proporcionar mais arrecadação ao município e força para a economia local.

A elaboração para um levantamento de mercado deve estar interligado com os planos de marketing e a mídia que melhor fará diferença no momento de divulgar a marca, a imagem e apresentá-la à sociedade. Uma boa estratégia é também uma forma de atrair os clientes e, conseqüentemente, mantê-los e fidelizá-los.


Reportagem da Adm Anállya Sousa, Momento do Administrador, 26 de janeiro 2015.


domingo, 25 de janeiro de 2015

Ser bonzinho ou ser realista: o que você prefere?

Admitir que as coisas não aconteceram do jeito que deveriam acontecer é a principal razão por trás das melhorias da execução de um projeto. Entretanto, muitas empresas estão repletas de pessoas que tentam evitar ou encobrir esse fato. A grande questão é: por quê?




Admitir que as coisas não aconteceram do jeito que deveriam acontecer é a principal razão por trás das melhorias da execução de um projeto. Entretanto, muitas empresas estão repletas de pessoas que tentam evitar ou encobrir esse fato. A grande questão é: por quê?

Simples, porque isso torna suas vidas desconfortáveis. As pessoas não querem abrir a caixa de Pandora. Elas querem esconder os erros ou ganhar tempo para descobrir uma solução, em vez de admitir que não têm uma resposta no momento.

O grande problema da cultura organizacional brasileira é querer evitar confrontos. Ninguém quer ser um mensageiro que leva um tiro ou um causador de problemas que desafia a autoridade de seus superiores. Ninguém quer olhar para a cara do seu chefe e dizer “chefe, acabei de fazer uma pesquisa com nossos clientes e identifiquei que aquele projeto que o Sr. realizou teve um índice de rejeição altíssimo, como iremos repassar isso para o supervisor?”

O fato é que o estilo paternalista, presente em praticamente 99% de nossas empresas familiares, impede que muitas melhorias sejam feitas simplesmente pelo fato das pessoas quererem evitar os confrontos. É muito mais fácil para todos chegar a uma reunião e apenas concordar com tudo aquilo que o dono da empresa falou do que sair apontando os defeitos que você sabe que acontece no departamento dos outros.

Ou será que sou só eu que participo de reuniões desse tipo?

Quase sempre as pessoas responsáveis por um projeto preferem negar sua realidade. Quando realizo uma reunião pós-projeto, por exemplo, sempre peço para que as pessoas descrevam quais foram os acertos e quais foram os erros em sua realização. Geralmente elas descrevem os acertos muito bem, mas não são tão bons para identificar os erros.

E quando eu pergunto o que elas pretendem fazer em relação aos erros, a resposta raramente é clara ou coerente. Elas dizem “pretendo trabalhar duro para que no próximo projeto as coisas melhorem”.

Bem, é claro que temos de trabalhar duro para as coisas melhorarem, a questão é COMO fazer isso. E pior ainda, o como muitas vezes envolve ter que confrontar outras pessoas que estão presentes na reunião.

É chocante ver como muitas pessoas não querem enfrentar os problemas de forma realista. Não se sentem à vontade fazendo isso. Esse problema vem desde os tempos da Faculdade, quando um grupo de alunos, em meio a um seminário de apresentações, combina com o outro “eu não faço perguntas difíceis para vocês e vocês não fazem para nós, ok?”.

E como fazer do realismo uma prioridade na empresa? Antes de tudo, comece por ser realista. Se você é o líder, dê o exemplo, incentive a sua equipe a expor seus pensamentos e não condene ninguém. Após os devidos esclarecimentos, certifique-se de que o realismo irá permear por todo o dialogo na organização.

Mas será que você está preparado para agir assim? Será que você está preparado para questionar pessoas hierarquicamente superiores a você?

Tomara que sim, porque nenhuma organização cresce quando as pessoas que nela trabalham preferem se esconder por trás de alguma máscara visando dar uma de Bom Samaritano.



Como funciona a política do "mais impostos, menos eficiência"

Elevação de tributos marca a orientação da atual equipe de Dilma




O recurso ao bolso do contribuinte foi mais uma vez utilizado por uma equipe de governo para buscar o equilíbrio perdido entre receitas e despesas públicas. Desta vez, o peso das medidas recaiu sobre o IOF e a CIDE, sendo esta recomposta em R$ 0,22/litro da gasolina e R$0,15/l de diesel, enquanto nas operações de crédito de pessoas físicas a alíquota dobrou de 1,5% para 3%. Outras medidas foram tomadas, como elevação de PIS/Cofins para 11,25% sobre importados e mais IPI para cosméticos. O ministro Levy buscou justificativa na recomposição da “confiança na economia”. Apareceu para o anúncio dessa escalada tributária ao lado do seu novo secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.

As medidas são sintomáticas de que nada mudou no modo de se buscar equilíbrio nas contas públicas. O compromisso do governo é alcançar, custe o que custar, o prometido 1,2% do PIB em superávit primário, convencido de ser este o caminho para resgatar a tal confiança dos mercados. Vários economistas concordam que as medidas estão no rumo correto. Discordamos. O governo sofre de vício arrecadatório. Tornou-se um “impostólatra”. Se o superávit fiscal deve ser obtido, que o seja pelo lado da despesa pública que, há mais de uma década, cresce todos os anos entre o dobro e o triplo (!) da expansão do PIB.

Por isso a carga tributária continuará a aumentar. Além disso, as últimas medidas sofrem de viés recessivo, pois batem num fenômeno morto – a expansão do consumo – ao elevar o custo para os mutuários que renegociam suas dívidas penosamente, enquanto se aumenta o custo dos combustíveis num momento de perda maior da competitividade brasileira, com o rebaixamento do preço da energia em todo o mundo, menos no Brasil.

Não há como se recompor confiança no futuro enquanto o governo, hoje insensível à mudança estrutural no seu padrão de gastos, não começar a fazer o que Dilma acaba de decretar sobre os contribuintes, ao vetar o aumento de 6,5% na tabela do IR.



Microsoft vai disponibilizar Windows 10 como atualização gratuita

Decisão marca uma mudança significativa para a empresa, que sempre cobrou por novas versões do Windows




A Microsoft vai disponibilizar o seu próximo sistema operacional Windows 10 como uma atualização gratuita para usuários das versões mais recentes do Windows e do Windows Phone, enquanto a maior empresa de software do mundo tenta manter os clientes na era móvel.

A decisão marca uma mudança significativa para a empresa, que sempre cobrou por novas versões do Windows, uma de suas principais fontes de lucro.

A estratégia "grátis" busca colocar o Windows no máximo de dispositivos possíveis. A empresa, então, compensaria qualquer perda de receita com a venda de serviços como o Office pela Internet, ou em nuvem.

Os investidores não ficaram impressionados. Às 18h37, as ações da Microsoft caíam 1 por cento, para 45,9 dólares na Nasdaq.

O Windows 10, esperado no mercado para entre final de setembro e dezembro deste ano, estará disponível por um ano como uma atualização gratuita para usuários do Windows 7, Windows 8.1 e Windows Phone 8.1.

Em um evento em sua sede perto de Seattle, a Microsoft também tentou melhorar sua debilitada reputação como inovadora.

Inesperadamente, a empresa revelou um dispositivo de lentes holográficas que permite aos usuários ver representações tridimensionais de imagens geradas por computador. A Microsoft HoloLens, que se parece com uma viseira sem fio, aumenta as apostas no mercado emergente de realidade virtual, que é alvo de do Oculus, do Facebook.

O dispositivo estará disponível na mesma época que o Windows 10, no outono do hemisfério norte deste ano, disse um executivo da Microsoft.

Os executivos também exibiram um aplicativo Xbox para jogos no Windows 10 e uma nova versão do seu navegador Spartan, que permite aos usuários fazer anotações em páginas da Web e compartilhá-las.



sábado, 24 de janeiro de 2015

Aplicativo localiza smartphone roubado e ainda tira foto do ladrão

Principal função é localizar e rastrear o aparelho via GPS, além de controlá-lo remotamente




Um dos maiores receios dos usuários de smartphones é perder ou ter seu aparelho roubado. Além de não poderem recuperá-los, suas informações pessoais podem ser facilmente acessadas por quem estiver de posse do aparelho. Um aplicativo desenvolvido pela Avast, no entanto, busca fornecer soluções para isso: o Avast Anti-Theft.

A principal função do aplicativo é localizar e rastrear o aparelho via GPS, além de controlá-lo remotamente. Além disso, o app funciona de forma invisível, impedindo o ladrão de perceber seu uso. Com o aplicativo é possível também tirar fotos da câmera remotamente ou ouvir o áudio do ambiente onde o telefone está.

Disponível em versão premium e free na Google Play, ou seja, apenas para Android, ele tem recursos como geoproteção, resgate do registro das chamadas realizadas e mensagens SMS, além de gerenciar dados e memória do aparelho de forma remota.



7 cidades que estão começando a se livrar dos carros

Pesquisas afirmam que, hoje, o tráfego de Londres está mais devagar do que um ciclista mediano




Mais de cem anos depois da invenção do carro, parece que algumas cidades estão tentando se livrar desse meio de transporte. A conclusão é de que ele está atrapalhando mais do que ajudando na locomoção das pessoas no contexto urbano.

Pesquisas afirmam que, hoje, o tráfego de Londres está mais devagar do que um ciclista mediano, enquanto os motoristas de Los Angeles gastam, em média, 90 horas por ano procurando uma vaga de estacionamento. Diante dessas condições, algumas cidades europeias estão rapidamente "fechando as portas" para os carros em algumas localidades, mas oferecendo alternativas inteligentes para os pedestres.

Abaixo, confira as cidades que já aderiram ao movimento para diminuir a quantidade de carros nas ruas.

Madrid

Madrid já proibiu o tráfego em determinadas ruas da cidade, e neste mês a zona livre de carros vai aumentar ainda mais. Estendendo-se por mais de um quilômetro quadrado, a área ainda permitirá que os residentes do bairro dirijam, mas qualquer pessoa "de fora" que entra vai ser multada em US$ 100. Vinte e quatro das ruas mais movimentadas da cidade será redesenhada para as pessoas caminharem e não dirigirem.

Paris

Em 2014, quando os níveis de poluição atmosférica chegaram a níveis alarmantes, a cidade decidiu fazer um rodízio. A poluição caiu em até 30% e agora os governantes estão planejando desencorajar o uso de carros permanentemente. No centro da cidade, quem não mora nos bairros locais não será capaz de conduzir nos finais de semana - e em breve a regra será aplicada a todos os dias da semana. Até 2020, o prefeito planeja dobrar o número de ciclovias na cidade, proibir carros a diesel e limitar certas ruas de tráfego intenso de carros elétricos.

Chengdu 

Em vez de ser construída para que seja necessário andar de carro, a cidade satélite no sudoeste da China foi projetada de modo que você pode chegar a qualquer lugar, andando, em no máximo 15 minutos. O projeto tem assinatura dos arquitetos Adrian Smith e Gordon Gill e foi planejado para ser concluído em 2020. 

Hamburgo

Embora não esteja planejando banir os carros do centro da cidade, Hamburgo está facilitando para quem não quer dirigir. Uma nova "rede verde", a ser concluída nos próximos 15 ou 20 anos, irá conectar parques em toda a cidade, tornando possível andar de bicicleta ou a pé em qualquer lugar. A rede cobrirá 40% do espaço da cidade.

Helsinque

Helsinque espera uma enxurrada de novos residentes ao longo das próximas décadas, mas quanto mais pessoas chegarem, menos carros serão permitidos nas ruas. Em um novo plano, a cidade apresenta um projeto que vai transformar subúrbios dependentes do automóvel em comunidades densas, tranquilas, ligadas ao centro da cidade através de transporte público. A cidade também está construindo serviços de mobilidade por demanda para agilizar a vida sem um carro. Um novo aplicativo em testes agora permite que os cidadãos acessem instantaneamente uma bicicleta, carro ou táxi compartilhado, ou encontrem o ônibus ou trem mais próximo. Em uma década, a cidade espera tornar completamente desnecessário possuir um carro.

Milão

Milão está testando uma nova forma de manter os carros fora do centro da cidade: se os passageiros deixarem seus veículos em casa, eles vão obter vales transporte públicos gratuito. Um computador conectado à internet fica no painel do carro, de modo que ninguém pode enganar e dirigir para o trabalho. Quando o carro fica em casa, a cidade envia um voucher com o mesmo valor do bilhete de ônibus ou trem.

Copenhague

Quarenta anos atrás, o tráfego era tão ruim em Copenhague como qualquer outra grande cidade. Agora, mais de metade da população utiliza bicicletas para trabalhar todos os dias e tem nove vezes mais viajantes de bicicleta do que em Portland, Oregon, a cidade com o maior número de passageiros de bicicleta dos EUA. Copenhagen começou a introduzir zonas de pedestres na década de 1960 no centro da cidade, e elas se espalharam lentamente ao longo das décadas seguintes. A cidade agora tem mais de 200 quilômetros de ciclovias, com novas auto-estradas de bicicleta em desenvolvimento para chegar a seus arredores. A cidade tem uma das taxas mais baixas de propriedade de automóveis na Europa.



8 dicas para se tornar financeiramente independente

Veja como tornar possível o sonho de se sustentar desde cedo




Há quem diga que todos temos alguns objetivos de vida já pré-estabelecidos desde que nascemos – e que, um desses objetivos é conquistar a independência financeira o mais cedo possível. Que jovem não deseja terminar a faculdade e já ser capaz de se sustentar?

Mas, para isso, qual caminho seguir? Tentar um emprego em uma boa empresa ou investir em algo novo e empreender? Jonathan Santos de Souza (24), sócio da agência Publicidade Popular juntamente com David Nudelman (23) resolveu seguir pelo segundo caminho - e deu certo.

Hoje, cerca de dois anos depois da criação da Agência Publicidade Popular, Souza considera-se financeiramente independente – e resolveu compartilhar algumas das atitudes que fizeram com que esse objetivo fosse alcançado:

01. Nunca esteja satisfeito com aquilo que você já sabe: não pare de aprender, você será cobrado por conhecimentos que nunca imaginou buscar;

02. Tenha dois tipos de planejamento: um de longo prazo com uma visão ampla do negócio e vários de curto prazo com objetivos curtos e tangíveis;

03. Mude a visão que você tem sobre o dinheiro: encare-o como um meio de investimento e que terá um determinado retorno de acordo com a forma que será aplicado – ou seja, aplique-o de forma consciente;

04. Busque conhecimento sobre gestão financeira para entender a melhor forma de organizar sua empresa financeiramente e manter os controles necessários;

05. Separe o dinheiro empresarial do dinheiro pessoal: caso isso não seja feito, em algum momento você irá confundir e não saberá o que é seu;

06. Tenha uma conta empresarial em algum banco para facilitar acesso ao crédito;

07. Prepare-se para trabalhar muito e em qualquer horário;

08. Empreender é um caminho audacioso e exige coragem, paciência e persistência. Para grandes objetivos, como o empreendedorismo, devemos estar preparados para grandes sacrifícios.