sábado, 27 de dezembro de 2014

Egoístas e metidos - é assim que o Brasil vê os paulistanos




A reputação dos paulistanos não anda muito bem com o resto dos brasileiros. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira, os moradores da capital de São Paulo são vistos como egoístas e metidos pelos moradores do resto do país.

Para chegar a estas conclusões, a pesquisa fez seis afirmações aos entrevistados, que deveriam dizer se concordavam ou discordavam, total ou parcialmente delas. O Datafolha ouviu 2.896 pessoas em todo o país - menos na capital paulista, claro - em 2 e 3 de dezembro.

Seis em cada 10 brasileiros concordam, total ou parcialmente, que os paulistanos se importam mais com seus problemas do que com os problemas dos outros. Esta percepção de que os moradores da capital paulista são egoístas é maior ainda quando só é levada em conta a opinião dos nordestinos: por lá, 76% concordaram com a afirmação.

Quando a afirmação feita foi "os paulistanos se julgam melhores que os demais brasileiros", mais da metade dos entrevistados concordou total ou parcialmente - reafirmando a fama de arrogantes dos paulistas da capital.

De forma geral, a imagem dos paulistanos foi sempre pior entre os entrevistados do Nordeste. Quase 70% dos nordestinos acreditam que os paulistanos se acham melhores que o restante dos brasileiros. Além disso, 48% deles afirmou que os moradores de São Paulo têm inveja dos outros brasileiros. 

Locomotiva

Por outro lado, a velha expressão de que São Paulo seria a locomotiva do Brasil foi reafirmada pela grande maioria dos entrevistados: 6 em cada 10 concordaram com a afirmação. 

Já quando a frase se referia aos próprios paulistanos, a recepção foi contrária. Perguntados se concordavam com a ideia de que os paulistanos trabalham mais que os demais brasileiros, 59% dos entrevistados discordaram total ou parcialmente. 

São Paulo x BrasilConcorda totalmenteConcorda em parteDiscorda totalmenteDiscorda em parteNão sabe
Os paulistanos trabalham mais do que os demais brasileiros?20%14%44%15%7%
Os paulistanos têm inveja dos demais brasileiros?20%14%38%16%11%
Os outros brasileiros têm inveja dos paulistanos?10%13%54%16%7%
São Paulo é a locomotiva do Brasil?43%22%17%10%8%
Os paulistanos se importam mais com seus problemas do que com os problemas dos outros?46%17%17%8%11%
Os paulistanos se julgam melhores que os demais brasileiros?39%16%25%12%9%

Fonte: Exame



Postamos nossas incompletudes

As redes sociais matam saudades, reforçam amizades, mas também ampliam os horizontes de quem sabe usá-las de modo mais plural e menos íntimo. Por mais enfadonhas que sejam as postagens com conteúdo mais aprofundado, caso uma, entre centenas de pessoas, se sentir provocada ou sensibilizada, me sentirei satisfeito.




A internet tem mudado a velocidade com que acessamos informação e emitimos opiniões de forma histórica e, pelo visto, sem volta. Outro dia ouvi que as postagens que faço são estranhas, entediosas e até certo ponto "pesadas" acho que no sentido de "densas".

Em conversa com professores em uma escola pública recentemente falei que ainda não temos clara noção do que significa nossas postagens nas redes sociais, elas podem ter uma relevância significativa ou não fazer diferença nenhuma, descobriremos isso em um futuro próximo.

Até lá decidi priorizar postagens que tenham relação com a vida pública, com a política, com a ciência, a economia. Essa escolha deixa de lado postagens de caráter mais pessoal, íntimo, ela não foi tomada de forma plenamente racionalizada, mas aconteceu assim. Não sou crítico de quem usa as redes apenas para temas privados, não vejo problema com isso, tenho receios sobre questões de privacidade, principalmente envolvendo criança, mas se tratado com bom senso é uma postura saudável.




Por outro lado, penso que tais ferramentas podem nos oferecer muito mais, podem nos oportunizar conteúdo que nos levem para além de nossa rotina particular, do nosso trabalho por vezes repetitivo e pouco inspirador.

Quando postamos algum texto, compartilhamos alguma reflexão, pesquisa, análise, pintura, documentário, estamos tentando fazer com que mais pessoas tenham acesso a algo que achamos interessante. Nem todo texto compartilhado representa exatamente o que pensamos, mas se ele provoca alguma reflexão, pondera uma crítica diferente ele merece ser lido. Acho positivo quando se experimenta algumas transições de conteúdo, é importante não reproduzir apenas as mesmas fontes e perspectivas.

Utilizamos a fim de formação pessoal e profissional a internet, mas de modo ainda modesto, as possibilidades são incríveis, todavia nos circunscrevemos em visitar perfis, cuidar o que estão fazendo algumas pessoas, nos auto promover (em alguns casos criando uma vida fictícia nas redes, o que já vem acarretando graves problemas psicológicos e depressão), ou até nos auto depreciar.




Uma das maneiras mais interessantes de conhecer uma pessoa hoje em dia é analisar suas postagens, saber o que ela deseja que os outros leiam, vejam e acessem. Com a ansiedade em opinar ou compartilhar visões sobre temas polêmicos e importantes, rapidamente deixamos nossa marca, damos nossos pitacos.

Vejo isso de modo positivo, nós postamos nossas incompletudes, nossos limites, porém, esse não é um motivo para não participar, não postar, vejo essa dinâmica como uma oportunidade para acurarmos nossas perspectivas, melhorarmos nosso entendimento através do diálogo que pode se estabelecer com visões distintas.




Obs: as fotos do post são de Emmanuele Brisson, entre seus ensaios a francesa tem um chamado "A incompletude" que pode ser visto em seu site. Recomendo.

Fonte: Obivious


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Eduque seu filho apesar da escola

Aprisionamos nossas crianças em salas quadradas, cubículos onde eles se sentam enfileirados para receber de forma passiva um conteúdo vindo muitas vezes de um professor desmotivado




Faz sentido, até o ensino médio, gastarmos tanto tempo memorizando a tabela periódica, aprofundando-se em conceitos de análise sintática, decorando nomes de rios, montanhas e cidades da China, dentre outras informações que serão "deletadas" de nosso cérebro logo depois da famigerada prova?

A maior contradição não está em utilizar esse tempo para acumular essas informações pouco práticas sob o ultrapassado pretexto da importância dos conhecimentos gerais, mas, sim, em não utilizar todo esse tempo para estudar o que de fato faria mais sentido para a vida das pessoas.

Por exemplo, até o final do ensino médio, considero que todos os alunos deveriam aprender, com aulas semanais durante todo o ano, sobre esses assuntos abaixo:

1. Direito do consumidor - Saber sobre seus direitos não é exclusividade de um advogado. Uma sociedade que sabe sobre seus direitos não será ludibriada e se tornará um regulador orgânico das práticas utilizadas no mercado.

2. Educação financeira - Será possível mensurar o tamanho da importância para uma pessoa saber administrar seu dinheiro? Saber investir seus recursos? Saber se comportar diante de seus instintos consumistas? Educação financeira deveria ser ensinada desde o jardim da infância.

3. Primeiros socorros - Conhecimentos sobre o assunto podem salvar vidas a qualquer momento e em qualquer lugar.

4. Oratória - Falar em público é um fantasma para muitos, mas isso não precisava ser assim. Oratória é uma questão de treino, de prática que não se adquire aleatoriamente em apresentações eventuais de trabalhos. Oratória se aprende com técnicas e prática. Adultos penam em sua vida porque desperdiçaram seu tempo por não aprenderem o que de fato seria útil para sua vida.

5. Inteligência emocional - Mais importante do que os problemas inevitáveis da vida, é como reagimos a eles. Em geral, a população é analfabeta emocional, ficando refém de sua ansiedade e fragilidades, das quais se acostumou a ficar refém. Desenvolver mecanismos e ferramentas de gestão das emoções é fundamental para se tornar um profissional bem sucedido, um empreendedor de sucesso e um pai ou mãe equilibrados.

6. Produtividade - Porque países com a Alemanha têm uma carga de trabalho menor que a brasileira e produzem mais? Não é por acaso. Há processos, cultura produtiva e foco. De novo, isso não é uma coincidência, mas sim resultado de técnicas e uma cultura produtiva.

7. Assistência social - Assistência social no Brasil é logo associada a programas governamentais ou de ONGs específicas. No entanto, a consciência social é algo que pode ser ensinada desde cedo. Cargas horárias de trabalhos voluntários em programas sociais, seja em comunidades carentes, hospitais, asilos, dentre outros projetos, deveria fazer parte da formação dos jovens brasileiros. Como seria a sociedade se todos os alunos, até o final do ensino médio, aprendessem sobre esses temas que estão muito mais relacionados ao nosso estilo de vida atual?

Aprisionamos nossas crianças em salas quadradas, cubículos onde eles se sentam enfileirados para receber de forma passiva um conteúdo vindo muitas vezes de um professor desmotivado, mal pago e, frequentemente, frustrado, sustentado apenas pelo seu ideal já cansado e sem esperança, questionando a vida e estressado com crianças e adolescentes a cada dia mais de saco cheio desse modelo.

Se a criança é questionadora e não tem paciência para esse modelo longe de sua realidade, a moda agora é considerá-la doente, com TDAH, e recomendar que a criança seja drogada com Ritalina. O Brasil já é o segundo consumidor dessa droga no mundo.

Há alguns dias, postei um conselho que dei a meu filho falando sobre o que penso sobre a universidade. O post foi lido por quase 1 milhão de pessoas e dezenas de milhares delas curtiram ou interagiram com o conteúdo de acordo com os relatórios. Mas ainda me impressiono como muitos ficam presos. Na verdade, agarrados a esse modelo falido e ainda tentam defender, na verdade, porque têm medo de descartá-lo, pois depositaram toda a sua esperança no conto de que a escola é sinônimo de educação. O principal papel de um pai é educar seu filho apesar da escola, apesar dos meios de comunicação e apesar do senso comum que alimenta esse sistema medíocre.

Pense em tudo que escrevi acima, mas, acima de tudo, saiba que você é responsável por sua educação e não a escola ou a universidade. Não delegue isso para ninguém.

Estude muito, mas muito mesmo, muito mais do que o pessoal que se alimenta passivamente do que é despejado em seu cérebro diariamente nos bancos das universidades, mas não necessariamente pelas vias formais, porque essas são superficiais e muitas vezes fora da realidade.

Sobre o que você vai fazer em sua vida, meu conselho é: seja feliz. Mas saiba que ser empregado não é a sua única alternativa. Você pode ser atleta, artista, músico, político, filantropo, empreendedor, ou seja, você pode ser o que quiser e não somente alguém que vai sair de casa às 7h da manhã e chegar todos os dias à noite em troca de um salário no final do mês.

A escola/universidade tem que preparar para a vida e não dar uma preparação superficial para se arrumar um emprego, seguindo a antiga mentalidade industrial. Pessoas preparadas para a vida têm muito mais chances de serem melhores profissionais e quem sabe se tornarem até donas de seu próprio negócio. Mas, acima de tudo, elas têm muito mais chances de serem felizes.



Não se cria um líder apenas na sala de aula

O mundo acadêmico não forma os executivos em sua plenitude, gerando um gap entre o conhecimento adquirido no banco da escola VS. a exigência do mercado de trabalho




Tenho observado uma tendência no mercado executivo, em escala crescente e acelerada, de se investir na formação interna de novos gestores. Empresas dos mais variados setores estão criando programas de liderança voltados ao capital humano interno, agregando atributos e conceitos administrativos. Não, não estamos falando de universidades corporativas, pelo contrário, a ideia aqui é fugir do formato teórico acadêmico – que também é fundamental. Na realidade, nota-se uma carência de executivos maduros do ponto de vista da vivência, do face to face.

De uma maneira geral, o mundo acadêmico não forma os executivos em sua plenitude, gerando um gap enorme entre o conhecimento adquirido no banco da escola VS. a exigência do mercado de trabalho. Com esse cenário, temos visto uma movimentação por parte das empresas para equilibrar seu crescimento com os avanços do mercado, sobretudo na última década. Esse incremento exigiu um número ainda maior de executivos e líderes qualificados e, com a escassez no mercado, muitas empresas tomaram a decisão de acelerarem seus programas de formação. Mas não se forma um líder da noite para o dia.

A falta de mão de obra não é uma exclusividade desse ou daquele setor, pois vivemos um apagão de talentos preparados e/ou dispostos a assumir posições estratégicas nas organizações. Ainda assim, destaco três segmentos nos quais esse efeito causou maior impacto. O varejo, pois em meio à forte expansão do consumo, principalmente nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, o número de redes varejistas que expandiram suas unidades foi enorme. Imagine uma rede com 100 lojas no Brasil que, em menos de dois anos, salta para mais de 300 unidades. Isso causa uma alteração significativa na estrutura organizacional da empresa e, consequentemente, uma busca desenfreada por novos gestores.

Outro setor de bastante impacto foi o de infraestrutura logística. Com os novos projetos de rodovias, portos e transportes em geral, o setor, que historicamente representava pouca atratividade para o profissional, passou a ser a bola da vez no Brasil. E ainda há o agronegócio, que continua crescendo constante e agressivamente pelo país. Outrora um setor de formação absolutamente técnica, os executivos tiveram que começar a atuar como líderes, reportando-se a investidores, private equity, entre outras frentes.

Com os programas de formação executiva implementados nas companhias, o tempo para se ter um líder lapidado passou a ser menor nos últimos anos. Atualmente, o tempo investido é, em média, de dois anos. Ainda assim, este padrão pode variar bastante dependendo da estrutura da empresa, podendo se estender ou reduzir em função de variáveis, tais como o planejamento estratégico de longo prazo, plano de sucessão de executivos, complexidade da área e da função, nível da posição, entre outros.

Os modelos de programas que mais vêm sendo praticados no Brasil são os de Assessment, Mentoring e Coaching, além de programas de Educação Corporativa in company e MBA focados em Liderança e Gestão de Pessoas. Muitas empresas também se valem de treinamentos e workshops. Eu parto do principio que liderança é AÇÃO, é EXEMPLO. Nesse sentido, me agrada mais os programas de formação de líderes “on the job”, onde o profissional é exposto às situações do dia a dia. Não se cria um líder apenas na sala de aula!



Consultoria aponta os cargos mais promissores para 2015

Michael Page analisa as principais oportunidades em diversas áreas




A consolidação das ações de otimização de custos e quadros de funcionários iniciadas este ano aliado a busca do aumento da produtividade devem movimentar o mercado de trabalho em 2015. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup. A consultoria indica, a partir de análises de mercado, as posições que tendem a estar em alta a partir do próximo ano. 


Para o diretor da Michael Page, André Nolasco, áreas ligadas diretamente a produção e ao setor financeiro das empresas serão mais as requisitadas. “As companhias esperam que as medidas de aprimoramento de processos e redução de custos, que tiveram início no final de 2013, surtam o efeito desejado e, consequentemente, elevem a rentabilidade das empresas. Isso impactará positivamente o mercado de trabalho permitindo o início de um novo ciclo de crescimento das companhias”, explica Nolasco.  

Confira abaixo as onze posições listadas, quais são suas atribuições, e o cenário de suas respectivas áreas que impulsionaram as contratações em 2015: 

1) Gerente de Embarcações / Operações

O que faz: É responsável por garantir o bom funcionamento de embarcações de apoio offshore, desde a tripulação, o barco em si e o serviço específico destinado para aquele navio. Em geral, responde pelo contrato do barco com o cliente final.

Por que estará em alta: Com a escalada de produção de petróleo e gás prevista para o mercado brasileiro nos próximos meses e a entrada de navios de produção, os barcos de apoio se multiplicarão na costa brasileira e profissionais capacitados serão demandados.

Perfil: Formação como Oficial de Náutica ou de Máquinas, ou mesmo Engenharia Mecânica com bons conhecimentos de equipamentos de praça de máquinas 

2) Engenheiros de Instalação / LayEngineers

O que faz: Suporta a instalação de linhas (flexíveis / umbilicais) que interligam plataformas de produção aos poços garantindo a entrada em operação de novos ativos produtivos, em conformidade com o planejamento estratégico das Operadoras em atividade no Brasil. 

Por que estará em alta: Há previsão de novos campos entrarem em produção no litoral brasileiro e parte fundamental para colocar o ativo em marcha é conectar as linhas produtivas que ligam os poços no fundo do oceano às plataformas / navios de produção. Serviço altamente especializado. 

Perfil: Formação em Engenharia (Mecânica, Elétrica, Eletrônica ou Naval), com experiência prática em atividades que se relacionam com ROV, Survey, Movimentação de Cargas em regime offshore, etc

3) Gerente de Logística

O que faz: Controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação, além de transporte in bound e out bound, podendo se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.

Por que estará em alta: Isso se deve ao aumento significativo no volume de galpões industriais, conseqüência da necessidade de novos centros de distribuição em detrimento de um mercado forte de e-commerce.

Perfil: Ideal um Engenheiro de Produção com Pós Graduação em Logística. 

4) Gerente de Produção para a Indústria de Bens de Consumo

O que faz: É responsável por garantir os índices de volume de produção das fábricas, bem como bons resultados em produtividade, segurança e qualidade. 

Por que está em alta: O brasileiro continua direcionando sua renda para a compra de itens de primeira e segunda necessidades e esses profissionais precisarão manter este mercado abastecido, aumentando cada vez mais a eficiência dentro das fábricas. 

Perfil do profissional: Especialmente engenheiros com histórico de atuação em manufaturas. 


5) Gerente de Obras Industriais 

O que faz: É o responsável direto pela evolução física do projeto, lidando com diversas disciplinas ligadas à obra. Acompanha o planejamento, orçamento, cronograma físico-financeiro, compras, contratação de serviços entre outros, garantindo sobretudo o custo e prazo de entrega. Resumindo, é quem comanda a produção. 

Por que estará em alta: Em função da necessidade por galpões industriais, por conseqüência do volume de Centros de Distribuição, essa é uma demanda que aponta um viés de alta para 2015. 

Perfil: Engenheiro Civil com larga vivência no campo, acompanhando a produção de obras industriais, fazendo a gestão da equipe de obras dessa natureza. 

6) Controller


O que faz: É responsável pela gestão contábil, fiscal, planejamento e controle. 

Perfil: Formação em Ciências Contábeis, Administração ou Economia, pós-graduações e especializações na área são um diferencial. 

Por que estará em alta: Várias empresas em processos de estruturação e reestruturação, precisando implementar controles e processos para crescer de forma sólida e rentável. A procura por profissionais com esse perfil aumentou muito depois da necessidade do report em IFRS.  


7) Gerente de Planejamento Tributário


O que faz: É responsável pela gestão fiscal e pelo planejamento tributário da companhia.

Perfil: Formação em Ciências Contábeis e Direito, pós-graduações e especializações na área são um diferencial. 

Por que estará em alta: A demanda por profissionais com esse perfil está em alta pois em função da necessidade de fazer um planejamento tributário mais bem elaborado devido à complexidade da matriz tributária brasileira. 

8)  Business Development Manager

O que faz: Prospecta e lidera projetos de novos negócios a fim de captar novas fontes de receita para a empresa. O resultado final é a gerar novos contratos a partir do desenvolvimento de nova aplicação para produto ou serviço, ou ainda, prospecção de negócios em setores de mercados ainda não explorados. 

Por que estará em alta: Considerando um ambiente econômico e de mercado desafiador, a área de vendas passa ter um importante papel na geração de negócios para empresa de forma mais ampla, além da gestão de vendas ativa baseada no portfólio de produtos ou serviços, carteira de clientes e metas de vendas existentes. 

Perfil do profissional: Formação em Engenharia, Administração de Empresas e afins. É essencial que o profissional desenvolva uma rede de relacionamento com agentes de diferentes níveis de senioridade em empresas ou instituições, além de boa visão de negócios para compreender assuntos de diversas áreas da empresa e converter oportunidades em negócios. 

9) Data Scientist

O que faz: O Data Scientist ou Cientista de Dados é o profissional responsável pelo desenvolvimento de algoritmos matemáticos e o alinhamento destes ao negócio para melhor desempenho das empresas. Com as plataformas de Big Data, as empresas são capazes de prever ou compreender alguns pontos como: tendências de mercado, repercussão de algum fato/campanha de marketing pelo mercado e comportamento do consumidor - permitindo personalizar ações voltado para o seu público de acordo com o perfil de cada consumidor. 

Por que está em alta: A alta competitividade do mercado e a necessidade de estar mais próximo do seu consumidor para entender o que ele precisa de forma individual e conseguir elaborar uma estratégia que leve valor agregado ao consumidor se diferenciando dos demais players. 

Perfil: O Data Scientist ou Cientista de Dados é um profissional com formação em Matemática, Estatística ou Engenharia da Computação com Mestrado em Matemática Aplicada ou Computação Distribuída e muitas vezes com Doutorado e PHD nas áreas exatas. O profissional deve possuir aptidão para cálculos matemáticos e estatísticos, bem como possuir visão de negócio para que possa alinhar os conceitos tecnológicos à uma aplicação prática nas empresas, além de desenvolver em linguagens como C e Python e arquitetura de plataformas de Big Data. 


10) Arquiteto Corporativo

O que faz: O Arquiteto Corporativo é o profissional responsável por compreender todas as camadas tecnológicas dentro da empresa, desde a mais alta (camada de negócios) até a camada mais baixa (infraestrutura), e permitir a análise de requisitos, padronização e governança entre as camadas, permitindo uma otimização dos processos e redução de custos. 

Por que está em alta: As empresas buscam padronizar seus ambientes, processos e estruturas buscando a otimização de métodos e estruturas permitindo uma melhor performance e um controle maior de custos.

Perfil: O Arquiteto Corporativo é um profissional com formação em Tecnologia e muitas vezes com Pós-graduação/MBA em Negócios. O profissional deve possuir raciocínio lógico e pensamento analítico, além de conhecimento em metodologias como SOA, TOGAF, ITIL, COBIT e BPMN. 

11) Desenvolvedor Mobile

O que faz: O Desenvolvedor Mobile é o profissional responsável pelo desenvolvimento de aplicações para sistemas móveis (smartphones e tablets) de acordo com as demandas dos arquitetos de software. 

Por que está em alta: As empresas buscam estar em contato com seus funcionários e com o seu mercado consumidor e para isso, utilizam a plataforma mobile. 

Perfil: O Desenvolvedor Mobile é um profissional com formação em Tecnologia e com profunda experiência em desenvolvimento em linguagens como C, Java, J2EE, C++ e frameworks 



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Garota de 4 anos é contratada por grife americana

Contratada pela J.Crew como a mais nova estilista da grife, Mayhem assinará a coleção de verão 2015 da linha infantil da marca, a Crewcuts




Contratada pela J.Crew como a mais nova estilista da grife, a menina Mayhem assinará a coleção de verão 2015 da linha infantil da marca, a Crewcuts. A coleção deve ser lançada no primeiro semestre de 2015. Por isso, a pequena de 4 anos já está trabalhando nas peças.

“Quando encontramos com Mayhem pela primeira vez estávamos muito curiosos para ver como ela iria trabalhar e ficamos impressionados de assistir essa garota de quatro anos começar a dobrar meticulosamente as pregas de uma saia e colocar pedrinhas de maneira cuidadosa em um top que ela tinha moldado em volta de si mesma. Ela tem uma personalidade muito inventiva, algo que combinou muito com a gente. Foi incrível ter uma criança realmente criativa no coração do processo”, declarou Jenny Cooper, chefe de criação da marca.

Confira algumas das criações de Mayhem:


Fonte: Administradores


Grife americana cria calça jeans com antivírus

O objetivo é fazer com que o sistema proteja itens guardados no bolso da calça, como cartões de crédito, por exemplo, que podem ter dados roubados através do RFID




Você já imaginou utilizar uma calça jeans que protege de vírus? Se você pensou em males que afetam o corpo humano se enganou. Uma grife americana está desenvolvendo uma peça com antivírus para evitar "assaltos digitais".

O objetivo é fazer com que o sistema proteja itens guardados no bolso da calça, como cartões de crédito, por exemplo, que podem ter dados roubados através do RFID.

A empresa já fez uma parceria com a Symantec para a criação do recurso que terá o selo da Norton. O projeto será financiado via crowfunding e a calça deve custar o equivalente a US$ 151,20, o que significa aproximadamente R$ 414.

Confira o vídeo com detalhes sobre a tecnologia: 



Fonte: Administradores