quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - A Importância de Manter a Equipe Treinada e Motivada em Momentos de Crise




Sabemos que o país passa por diversas crises nesse momento, principalmente ao que se refere ao financeiro das empresas que de alguma forma acaba desmotivando seus colaboradores.

Daí é que vem a importância de manter os mesmos motivados e inspirados para superar esse momento de enormes desafios.

Algumas dicas a seguir podem de alguma forma mexer com a autoestima da sua equipe para que todos possam se sentir “vacinados” contra todo o cenário tenebroso que vemos falar o tempo todo:

Promova rotineiramente reuniões de incentivo, onde a sua fala de líder precisa ser de quem assume a responsabilidade por sua equipe.

Organize um workshop motivacional de preferência fora da empresa com o intuito de melhorar o ânimo de todos os colaboradores de forma descontraída.

Espalhe frases de efeito por toda empresa para que sua equipe sempre se inspire de forma a produzir melhores resultados.

Sempre que houver oportunidade elogia qualquer trabalho extra feito por seus funcionários essa é uma forma muito eficaz e inteligente de trabalhar a autoestima das pessoas.

E agradecer pelo esforço de cada um e diga que os mesmos podem contar com você a qualquer hora.

Essas ações simples podem fazer toda a diferença em momentos de grandes desafios, experimente e faça diferença!


Momento do Administrador, Eugênio Sales Queiroz - 07 de janeiro 2016.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - Ritos e Rituais de uma Cultura Organizacional




Freitas (2010) define rituais, ritos e cerimônias como atividades planejadas que manifestam o lado concreto da cultura organizacional. Ainda menciona:

Eles preenchem várias funções: comunicam a maneira como as pessoas devem se comportar na organização, sinalizam os padrões de intimidade e decoro aceitáveis, exemplificam a maneira como os procedimentos são executados, liberam tensões e ansiedades, visto que geralmente têm um lado criativo ou lúdico, dramatizam os valores básicos e exibem experiências que poderão ser lembradas com mais facilidade ou como exemplos (FREITAS, 2010, p. 17). 


Empresas cuidadosas têm sua atenção voltada para este aspecto, visto que resulta em adequação do indivíduo à cultura da organização, estabilidade do grupo, construção e partilha de regras em relação à forma de agir em certas situações, e a maneira de perceber o nível de importância das coisas (TRICE; BEYER, 1984; FREITAS, 2010).


Deal e Kennedy (1982) consideram que o papel dos ritos no processo é importante para tornar expressiva a cultura. Assinalam que os mesmos guiam o comportamento por meio de dramatizações dos valores básicos, que simbolizam as crenças centrais das organizações.


Freitas (2010) menciona os vários tipos de rituais e cerimônias que uma organização pode executar:

1) Os rituais de passagem: o indivíduo deixa da condição de estranho, para fazer parte do grupo por meio de um evento interno ou externo, que faz o indivíduo se sentir aceito pelo grupo e pela organização;


2) Os rituais de reforço e reconhecimento: comemoram os bons resultados com premiações, títulos ou aplausos;


3) Os rituais de integração: utilizam de festas e eventos sociais para aproximar o grupo;


4) Os rituais de redução de conflitos: são momentos de negociações;


5) Os rituais de renovação: são momentos do grupo discutir novos caminhos e projetos, geralmente através de reuniões;


6) Os rituais de degradação: retiram poder, sendo a demissão a mais radical deles.


Momento do Administrador, Wanderson da Silva Damião - 06 de janeiro 2016.


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - Sagas e Heróis das Organizações




Se você faz parte de uma organização já deve ter escutado muitas estórias relacionadas a ela e em específico ao departamento que você faz parte. Pense nos casos épicos e caminhos traçados em momentos de dificuldade que resultaram em sucesso e acabaram sendo lembradas pelos membros da equipe ou organização como uma forma de inspiração ou ensino comportamental. São casos e situações que se tornaram verdadeiras sagas (DAMIÃO, 2014).


Quanto a essas sagas, Freitas (2010) comenta:

As sagas são narrativas heroicas, ou épicas, que louvam o caminho percorrido pela organização com ênfase nos grandes obstáculos que ela encontrou e como eles foram vencidos. Uma das principais funções da saga é a de despertar a admiração dos membros da organização e suscitar o orgulho em fazer parte de algo tão especial, captando a necessidade de associação positiva e identificação que todo ser humano sente (FREITAS, 2010, p. 21).


Consequentemente, dentro das sagas existem os heróis que são os personagens que inspiram coragem e exemplo de comportamento, porém se eles serão lembrados em meio às sagas, dependerá da forma como a organização administra a permanência de um membro na equipe, pois se a rotatividade interna for alta, o herói será esquecido e os méritos ficarão para o nome da organização, mas caso seja diferente, o nome do herói fará parte da estória da organização e sempre será lembrado (FREITAS, 2010, p. 22-23).


Momento do Administrador, Wanderson da Silva Damião - 05 de janeiro 2016.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - O Poder Didático das Estórias Organizacionais




A organização que você frequenta tem estórias? Certamente sim, pois basta um pequeno intervalo para o café entre as atividades e você mesmo poderá ser o narrador de uns casos bem interessante relacionado a organização.


Freitas (2010, p. 22) define estória como:

Narrativa baseada em eventos reais que informam sobre a organização, reforça o comportamento existente e enfatizam como esse comportamento se ajusta ao ambiente organizacional desejado (FREITAS, 2010, P. 22).


As estórias são meios importantes a serem utilizados como ferramentas para o ensino da cultura organizacional, ajudam a evitar atitudes indesejadas, devido o desejo de imposição por parte dos líderes (DAMIÃO, 2014).


Essas estórias podem funcionar como mapas e scripts, auxiliando os indivíduos a saberem como as coisas são realizadas pelo grupo. Esses mapas fornecem especialmente para os recém-admitidos, uma ideia a respeito dos limites de segurança dentro da organização, que constituem uma espécie de território (WILKINS, 1984).


Momento do Administrador, Wanderson da Silva Damião - 04 de janeiro 2016.


domingo, 3 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - Os Tabus Organizacionais




Os tabus existem dentro da cultura organizacional, porém são pouco comentados, pois abordam assuntos comprometedores, temas que causam constrangimentos, erros que envergonham, segredos que devem ser mantidos guardados, comportamentos pouco habituais ou perversos, decisões catastróficas, preconceitos e discriminação em relação aos assuntos ou segmentos específicos, quebra de normas ou de contratos ditados pela conveniência momentânea, atos que ignoram aspectos morais ou éticos (FREITAS, 2010).


Isso justifica o fato de ser um assunto pouco comentado, uma vez que são assuntos que expõem erros que podem afetar a imagem organizacional de forma negativa, porém esses mesmos tabus apresentam benefícios didáticos (DAMIÃO, 2014). 
Freitas (2010) reforça os benefícios didáticos dos tabus dizendo:

O exercício e o ensino da administração ganhariam muito se as organizações considerassem que os erros têm forte teor didático; a aprendizagem pode resultar da verificação dos acertos, mas também da análise dos erros cometidos e das consequências que eles geram. Todavia, é compreensível que a atitude mais comum sejam jogados para debaixo do tapete e continuem partilhadas apenas pela minoria que o silenciou (FREITAS, 2010, p 27).


Certamente o medo e a insegurança de lidar com erros e resultados que pode advir como consequência, são fatores que contribuem para o desenvolvimento de tabus organizacionais. A espiritualidade no ambiente de trabalho (DAMIÃO, 2015) seria um caminho para amenizar essas reações organizacionais.


Momento do Administrador, Wanderson da Silva Damião - 03 de janeiro 2016.


sábado, 2 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - O bom atendimento continua sendo a melhor estratégia




Hoje a sociedade consome os mais variados produtos, que vão desde cosméticos, roupas, sapatos, aparelhos tecnológicos e até bijuterias, artigos considerados como supérfluos, mas que faz parte do dia a dia de milhares de consumidores. E para fazer diferença frente à concorrência as empresas de visão precisam manter a melhor estratégia, o BOM ATENDIMENTO, e para isso é necessário investir em seus colaboradores.


Socializar as relações interpessoal e intrapessoal dentro da empresa e promover eventos que estimulem a motivação dos colaboradores é de fundamental importância para a empresa manter-se no mercado. Para isso, faz-se necessário a realização de capacitação, treinamentos e momentos de socializações, mudando a rotina, ou a zona de conforto em que se encontram os colaboradores.


Assim, o colaborador terá consciência que, além do recurso financeiro que receberá como fruto do trabalho, será possível melhorar seu ponto de vista como funcionário e cidadão em relação à empresa para a qual prestará serviço, proporcionando ao cliente um atendimento diferenciado. 


Para ter uma clientela fidelizada e satisfeita, o segredo é manter o BOM ATENDIMENTO, pois interessar-se por pessoas continua sendo o melhor investimento que as empresas podem fazer.


As relações interpessoais e intrapessoais estabelecidas nas instituições definem o clima organizacional da empresa. E é justamente aqui onde o investimento deve ser maior e frequente, pois os colaboradores tornam-se “o cartão postal” da empresa, é a porta de chegada, e permanência do cliente.


Momento do Administrador, Edmária Pereira Alves - 02 de dezembro 2016.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Espaço do Administrador - Indicadores financeiros - Selic, CDI, IPCA e IGP-M




Indicadores financeiros

SELIC

Taxa básica de juros da economia nacional. É calculada a partir da taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados no Selic para títulos federais. Segundo a Bmf&bovespa, quanto maior a taxa de juro definida, menor o incentivo para as empresas investirem nas suas atividades, uma vez que o investimento em títulos financeiros poderá ser muito mais rentável do que a própria atividade da empresa. O mesmo acontece com as pessoas – quanto maior a taxa de juro, maior a rentabilidade de investimentos e menor é o incentivo ao consumo. Nas duas situações, note que há desaquecimento da economia. Por outro lado, quanto menor a taxa de juro, maior o incentivo para que as empresas invistam nas próprias atividades, buscando lucratividade maior que a baixa rentabilidade obtida com investimentos financeiros, aumentando, consequentemente, o nível de emprego e a renda da população.


CDI - Certificados de Depósito Interbancário

São títulos de emissão das instituições financeiras que lastreiam as operações do mercado interbancário. A taxa CDI é a média dos empréstimos feitos entre os bancos para um dia.


IGP-M - Índice Geral de Preços do Mercado

Calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), seu objetivo é representar a média ponderada do Índice de Preços ao Produtor Amplo – IPA (60%), do Índice de Preço ao Consumidor – IPC (30%) e do Índice Nacional da Construção Civil – INCC (10%). Muito utilizado para basear o aumento de diversos preços em nichos de mercado, como aluguéis, por exemplo.


IPCA - Índice de Preços ao consumidor amplo

Utilizado como uma meta da inflação. O IPCA sempre estará na mesma medida que a inflação estima atingir. Seu calculado é baseado na apuração das despesas das famílias nas regiões metropolitanas nos setores de alimentação e bebidas, habitação, artigos de residência, vestuário, transportes, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação e comunicação. O peso relativo de cada grupo é reestimado mensalmente, considerando-se a cesta de consumo na data-base e a variação relativa dos preços dos bens e serviços do grupo.


Momento do Administrador, Alisson de Souza Batista - 01 de janeiro 2016.