terça-feira, 2 de julho de 2013

Acionista dá cantada em Marissa Mayer, CEO do Yahoo!, durante reunião

O investidor grego George Polis teria dito à executiva que é um "grego, velho e safado" e que a executiva é atraente




Durante uma reunião entre os investidores do Yahoo!, o acionista George Polis resolveu questionar a CEO da empresa Marissa Mayer acerca dos dividendos do grupo. Porém, antes de perguntar, o empresário "cantou" a executiva. Polis teria dito a Mayer: "meu nome é George Polis, eu tenho duas mil ações do Yahoo!. Sou grego, velho e safado, e você é uma mulher muito atraente, Marissa."

De acordo com o Huffington Post, os outros investidores riram e Mayer permaneceu calada acerca da cantada, respondendo apenas sobre a questão dos dividendos. O jornal ainda destacou que "nunca um acionista disse que se sentia atraído do por Mark Zuckerberg durante uma reunião."

Assista ao vídeo abaixo:




Dica do dia




O que atrapalha a escalada delas?

O presidente da Booz & Company do Brasil comenta o déficit de mulheres em posições de chefia no Brasil




São Paulo - Um estudo da consultoria Booz & Company comparou as políticas de incentivo à entrada das mulheres no mercado de trabalho em 128 países. O Brasil ficou com a 46ª posição. O presidente da Booz & Company do Brasil, Ivan de Souza, comentou esses resultados .

Quais os principais desafios do Brasil quanto à participação feminina no mercado?

Ivan de Souza - Ainda faltam mulheres em cargos de chefia. Hoje, temos 60% das mulheres inseridas na economia do país, mas elas só ocupam 30% das posições executivas. Isso poderia ser resolvido com uma política de cotas, por exemplo

É ruim recorrer a um mecanismo forçoso, mas deu certo na Austrália, em primeiro lugar no ranking. E todo o país ganharia porque, se igualássemos gradativamente a participação feminina à masculina no mercado formal, o PIB cresceria 15%.

Por que a economia cresce com a maior participação feminina?

Ivan de Souza - As políticas em prol da inclusão das mulheres no mercado são vistas como responsabilidade social, mas isso está errado. Quem mais ganha é a economia. O primeiro efeito é o aumento da mão de obra.

Segundo: elas se tornam consumidoras com alto poder de decisão. Além disso, nas últimas décadas, cresceram os núcleos familiares liderados por mulheres. Se elas têm um trabalho, há maior estabilidade social.

Por que a economia do cuidado prejudica as mulheres?

Ivan de Souza - Em nossa cultura há uma exigência sobre-humana em cima das mulheres de cuidar da família inteira: dos filhos, do marido, dos pais. O único jeito de desonerá-las é fortalecer a malha de suporte social e a saúde com melhores serviços hospitalares, asilos e creches.

Fonte: Exame

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O que significa ser organizado?

A pressão constante para produzirmos sempre mais, com menos recursos e custos, nos obriga a organizar metas e tarefas para que elas não sejam perdidas no decorrer do dia




O ambiente de trabalho no século em que vivemos, sem dúvidas, é o que mais exige a necessidade de sermos organizados. A pressão constante para produzirmos sempre mais, com menos recursos e custos, nos obriga a organizar metas e tarefas para que elas não sejam perdidas no decorrer do dia.

Para conseguirmos lidar com a grande quantidade de informações, devido à internet e a globalização, precisamos lidar bem com o tempo, melhor ainda com as pessoas e a tecnologia, e de maneira eficiente e inteligente para que possamos produzir resultados efetivos.

O que significa ser organizado?

 1 - É saber focar em tarefas que importam mais em termos de resultados.

2 - É dedicar menos tempo e energia combatendo crises e incêndios. Se um problema explodir, respire fundo e tente corrigir o que for possível. Não perca a cabeça e deixe que isto abale o resto do seu dia, pois você ainda poderá produzir excelentes resultados.

3 - É ter habilidade para produzir, mesmo ao enfrentar problemas e desafios. Continue focado no trabalho e não deixe os seus nervos te abalarem.

Quem é organizado administra melhor o próprio tempo e, portanto, consegue:

1 - Mais tempo para a família e amigos;

2 - Mais tempo para praticar atividades físicas;

3 - Maior sentido de realização/felicidade (satisfação pessoal)

4 - Menos stress e fadiga no dia a dia.

Empreendedor também pode protestar

Para empreender no Brasil de hoje é preciso passar diariamente por uma Via Crucis burocrática e tributária




Uma das melhores análises do momento atual pelo qual o Brasil passa li em um texto do jornal espanhol El País. Segundo a publicação, os pobres que ingressaram na nova classe média tornaram-se conscientes de ter dado um salto quântico em matéria de consumo e agora querem mais.

Por exemplo, serviços públicos de primeiro mundo, escolas de qualidade e universidade não politizada, ideológica ou burocrática. Querem um ensino moderno, motivador, que lhes amplie os horizontes no mercado de trabalho. Desejam ainda hospitais dignos, sem meses de espera e filas desumanas. Mas sonham, sobretudo, com uma democracia mais madura, em que a polícia não continue a agir como a ditadura.

Mais ainda: anseiam por menos corrupção e desperdício em obras inúteis. Esperam também por uma Justiça com menos impunidade, sem que haja diferenciação de classe social, cor, ou de qualquer outro matiz.  Enfim, reivindicam cadeia para políticos corruptos.

E o jornal conclui: querem o impossível? Não. Ao contrário dos movimentos de 1968, que pretendiam mudar o mundo, os brasileiros insatisfeitos com os serviços públicos reclamam apenas um Brasil melhor, nada mais.

Por outro lado, pesquisa do Data Popular já apontou que metade dessa nova classe média quer empreender. Apenas 14% deseja trabalhar com carteira assinada. Outra pesquisa, do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2012, detectou que o sonho de 43% dos brasileiros adultos é ser dono de seu próprio negócio. Essa mudança de comportamento parece não ter sido detectada pelo governo, que insiste em compreender o trabalhador de século XXI com o olhar paternalista de Getúlio Vargas.

Para empreender no Brasil de hoje é preciso passar diariamente por uma Via Crucis burocrática e tributária. Com 54 normas tributárias publicadas diariamente, 11 milhões de combinações de cálculos em impostos e 105 mil alíquotas só no Simples (que seria, em tese, um regime simplificado), amargamos a última posição no ranking do Banco Mundial em custo de conformidade tributária e trabalhista.

Na prática, isso significa que, enquanto no resto do mundo uma pequena empresa precisa de um funcionário na área administrativa, aqui são necessários nove. A complexidade é tamanha que boa parte desse serviço fica nas mãos de organizações contábeis terceirizadas, espremidas entre o empreendedor, que não compreende a razão de tanta burocracia, e o fisco, exigindo cada vez mais informações.

Empresas pequenas e grandes sofrem com esse caos. Mas todos podem protestar, pacificamente, contra a violência burocrática do Estado. Para isso, basta obterem os dados da carga tributária de 12 mil produtos, fornecida gratuitamente pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e confeccionarem cartazes, panfletos, cartilhas demonstrando o quanto cada produto vendido contém de impostos.

Esse valor representa o custo do Estado brasileiro, da gastança desenfreada, da corrupção e da burocracia. Fazendo isso, os empresários não somente estarão cumprindo a Lei 12.741/2012, mas também contribuindo para um Brasil melhor.

Dica do dia




Mágico passeia por Londres levitando em campanha da Pepsi

O famoso mágico Dynamo "pegou carona" em um ônibus de dois andares


A Pepsi lançou mais uma ação da campanha ‘Live for Now’ com o mágico Dynamo. O britânico, famoso por apresentar seus números na televisão, levitou ao lado de um ônibus de dois andares pela cidade de Londres.

“Para nós, essa foi uma ótima maneira de lançar a parceria entre Pepsi Max e Dynamo. Existe uma sinergia nessa relação e essa paixão por viver o agora e fazer cada dia especial é o motivo pelo qual trabalhamos com ele,” afirmou Sebastian Micozzi, diretor de marketing da Pepsi no Reino Unido.


Assista ao vídeo abaixo