terça-feira, 17 de maio de 2016

Viramos acumuladores de gente




Sabe aquela história de que as coisas mudam quando você muda? Devo confessar que ela é verdadeira.

Há algum tempo andava entediada com meu Facebook, achava os conteúdos repetitivos pra não dizer inúteis mesmo. Chegava a ver o mesmo texto ou imagem girar em minha timeline inúmeras vezes o que, consequentemente, ocultava outros conteúdos que poderiam ser mais interessantes para a minha realidade.

Agora deixa eu te fazer uma pergunta: Você realmente precisa de todos aqueles contatos em sua rede social? Necessita mesmo de 100 likes naquela frase que achou bacana ou comentários que beiram o nonsense em seu último selfie?

Acredito que fazemos muitas coisas sem pensar e arrisco dizer que aceitar ou adicionar todos os contatos que chegam em seu Facebook são algumas dessas coisas.

Sempre achei que todo contato seria uma possibilidade e levei quatro anos para descobrir que estava errada.

Isso por causa de uma frase clichê que você já deve ter ouvido por aí: "Vivemos em um mundo onde ter vale mais do que ser".

Ter mais roupas, mais bens, mais likes e mais contatos virou sinônimo de ser alguém bem sucedido, pop, amado – grande ilusão! E comecei a notar isso não olhando para os outros, mas para mim mesma. Me tornei uma acumuladora, não de roupas ou objetos, mas de pessoas.

Você provavelmente já deve ter feito alguma mudança de casa ou uma bela faxina em seus pertences notando, com isso, como acumula coisas que talvez jamais irá utilizar. É aquela camiseta que não serve mais, aquele carregador de celular que você nunca voltará a ter ou o livro que imagina lhe ser útil algum dia. O problema está justamente aí, esse dia provavelmente nunca chegará. O mesmo acontece com o acúmulo de pessoas em sua rede de contatos.

Longe de mim comparar pessoas a objetos – espero que você entenda essa analogia, pois foi a melhor maneira que encontrei para tentar explicar como acumulamos coisas e pessoas das quais talvez nunca precisaremos.

Durante quatro anos em minha vida, aceitei todos os contatos que me chegavam via redes sociais, em qualquer uma delas, sem analisar, filtrar, sem pensar como aquela pessoa poderia ser útil para mim e, principalmente, sem ponderar como eu poderia ser útil na vida daquelas pessoas, porque networking verdadeiro é isso, uma relação de ajuda mútua.

Foi então que criei coragem e resolvi rever todos os meus contatos para reencontrar no meio daquele mar de gente, conteúdos legais que via com mais frequência antes de me tornar uma draga de contatos.

Tamanha foi a minha surpresa quando descobri que boa parte dos perfis não eram mais contatos, mas pessoas que haviam desativado suas contas e ainda permaneciam lá, fazendo volume em números, ou ainda pessoas que simplesmente pararam de utilizar seu perfil há mais de um ano, formando um grande cemitério de gente viva. Pesado, eu sei, mas no final das contas era isso. Pessoas com as quais eu não interagia, não sabia de onde vinham e nem o que faziam da vida.

Vi muitos selfies, bebês fofos que eu sabia que jamais conheceria pessoalmente, reclamações da crise, do governo, dos políticos e, principalmente, muito conteúdo repetido.

Com essa constatação decidi que era hora de tomar uma atitude. Não drástica, mas racional, porque no fundo sei que não sou nem de longe o contato mais importante para essas pessoas e assim deixei meu ego e apego de lado e comecei a reestruturação de minha rede social.

No começo hesitei, justamente por se tratar de pessoas, mas depois, com um olhar mais otimista da coisa, percebi que agindo assim estaria fazendo bem para elas e para mim, pois assim liberaria espaço para novas possibilidades aos que gostavam de ter o maior número de contatos possíveis e bem pra mim, que poderia acompanhar melhor pessoas que me acrescentavam, fosse em conhecimento, carinho ou até mesmo distração.

Então me inspirei na frase do Balu, do Mogli – “Somente o necessário” e dei início à saga de exclusão, sem choro nem vela, como dizia meu pai quando eu começava a fazer manha, hoje mais conhecida como mimimi mesmo.

Nosso grande erro é acreditar que todo contato é possibilidade quando na verdade é mais exposição do que qualquer outra coisa, afinal, quem nunca publicou coisas da vida pessoal que mais tarde achou ridículo ou sem importância que dê o primeiro unfollow.

Como bem disse certa vez Rosana Hermann em seu twitter: se você compartilha coisas em sua rede social de maneira pública, você é uma pessoa pública, a diferença está no alcance.

Confesso que hoje sinto vergonha de muitas publicações que fiz ao longo desses anos, do mesmo jeito que sinto vergonha das carteiradas que dei quando era uma profissional mais nova. Ainda bem que o tempo passa, que se amadurece e por fim notamos que quando a gente cresce, nosso networking também cresce, pois, tal qual um chef que seleciona os melhores ingredientes para seu prato, também percebemos que é preciso selecionar melhor as pessoas com as quais convivemos, mesmo que virtualmente – para, então, aproveitar as verdadeiras iguarias da vida.

Chega de acumular objetos que nunca serão utilizados, teorias que nunca vão virar prática, livros que jamais serão lidos e contatos que nunca foram e nem jamais serão possibilidades. Pare de se iludir e busque o que realmente traz resultados em sua vida, seja em conhecimento aplicável, negócios rentáveis ou até mesmo um momento de distração para aqueles dias chatos.

E se antes quando alguém chegava e dizia: "Fulano de tal que é seu amigo no Facebook me adicionou". Eu logo respondia: "Não sou parâmetros para contatos no Facebook, pois não conheço grande parte dos meus contatos, aceite por sua conta e risco". Agora fico feliz em dizer: "Pode adicionar, pois o fulano é gente fina!".

E para os que estão com o dedo nervoso, prontos para descer lenha nos comentários falando que este texto é um desserviço, sugiro que leiam o artigo de Hannah Arendt denominado "O público e o privado", para entender o que digo.

Aproveito também para dar um conselho: antes de colecionar contatos e se iludir achando que você é relevante para todos eles, seja a mudança na vida das pessoas, pois melhor do que estar de passagem é poder ficar e fazer a diferença.

É como sempre digo – Talvez não possamos mudar o mundo, mas podemos perfeitamente mudar o mundo à nossa volta. E isso já é uma grande coisa.

E se dizem que a vida muda quando você muda, também digo por experiência própria que seu networking cresce quando você cresce. 

Momento do Administrador, Gisele Meter - 17 de maio 2016.


segunda-feira, 16 de maio de 2016

Planejamento financeiro: qual a melhor aplicação para cada perfil de investidor?




É comum termos insegurança de qual a melhor forma para investir nosso capital e, nestes momentos, uma ajuda profissional é sempre bem-vinda. Não é simples reconhecer rapidamente o perfil de um investidor, pois esse fator depende mais de uma combinação de circunstâncias objetivas do que apenas de gostos e preferências pessoais.

É importante e necessário fazer uma análise minuciosa, que servirá para identificar qual é sua personalidade e, por esse ponto, adequar um investimento ideal para o seu perfil e melhorar seu planejamento financeiro. O mais indicado é preencher o API (Análise de Perfil do Investidor), que é um formulário detalhado, para ter resultados mais assertivos.

Quer investir com segurança? Veja qual perfil de investidor diz mais sobre você!

Melhor aplicação para cada perfil de investidor

Basicamente, existem 4 perfis de investidores: moderado, arrojado, agressivo e conservador. Vamos à definição de cada um deles:

Perfil conservador

O perfil conservador, que tem a maior aversão à perda, ao risco, tem como objetivo preservar seus recursos, usando a realização de investimentos em curto prazo. Geralmente, utiliza seu capital com gastos imediatos e compra de bens com recursos em pequeno espaço de tempo.

Ou ainda, porque já acumulou o suficiente e quer apenas manter o valor do dinheiro ao longo do tempo. Por isso, os títulos públicos e as rendas fixas, de maneira geral, costumam ser suas principais opções.

Perfil moderado

Este perfil é caracterizado por uma pessoa que prioriza a segurança dos investimentos, podendo ter espaço para arriscar um pouco a mais. Nesse perfil, os investimentos sugeridos são ativos de risco muito baixo, baixo, e médio, que podem ser: CDB, LCI e fundos. É uma mescla de posições conservadoras com algumas posições mais agressivas.

Perfil arrojado

A definição para o perfil arrojado é buscar maximizar seus retornos, levando em consideração os riscos assumidos. Normalmente, esse perfil possui uma parcela segura de recursos à disposição e pretende fazer com que outra parcela do seu patrimônio cresça rapidamente e garanta bons negócios que podem ser de curto, médio e longos prazos. Suas preferências são por produtos de renda variável, como ações, fundos imobiliários e fundos multimercado.

Perfil agressivo

Normalmente, são investidores mais jovens e mais ousados, que buscam uma maior rentabilidade. Mantêm a maior parte de suas ações em ativos de renda variável, objetivando grandes retornos, como no caso dos fundos multimercados cambiais.

O investidor que tem o perfil agressivo poderá investir parte do seu capital em renda fixa para fazer a proteção do seu capital, mas em geral, costuma arriscar mais, para ter maiores chances de ganho.

Fatores que devem ser levados em consideração

A ideia aqui é fazer com que você descubra qual é o seu perfil e perca seu medo de fazer investimentos, optando pela modalidade que atender melhor às suas expectativas e sentir mais segurança. Sempre que um dinheiro é aplicado, há três fatores que devem ser levados em consideração:

1) Rentabilidade: quanto você recebe pela aplicação.

2) Liquidez: a facilidade de resgate e a disponibilidade do dinheiro aplicado.

3) Segurança: relacionada ao risco de perda de parte ou do total do valor aplicado.

Agora que você já conhece em detalhes todos esses perfis, já se identificou com algum deles? Compartilhe este artigo com outras pessoas que possam ter interesse e aproveite para deixar suas sugestões!

Momento do Administrador, Victor Leitão - 16 de maio 2016.


domingo, 15 de maio de 2016

7 mulheres inspiradoras para seguir nas redes sociais

Quantas mulheres inspiradoras você tem à sua volta? Eis mais 7 delas para aumentar sua lista



Existe uma frase que digo e na qual acredito bastante: se você quer saber a mulher que é, olhe para as mulheres que você admira. Acrescento dizendo para que olhe também para as três mulheres mais próximas a você, pois elas certamente espelharão quem você é.

Sei que muitas vezes temos por mulheres inspiradoras aquelas que estão longe do meio em que vivemos, pois são celebridades que através de seus trabalhos disseminados pela mídia, mostram força, determinação e profissionalismo. São exemplos disso: Malala Yousafzai, Sheryl Sandberg, Oprah Winfrey e, no Brasil, Ana Paula Padrão.

No entanto, mais do que mulheres que realizam grandes feitos, temos ao nosso redor mulheres que também atuam de maneira extraordinária no meio em que vivem fazendo valer a máxima que levo como lema de vida: “Talvez você não consiga mudar o mundo todo, mas pode perfeitamente mudar o mundo ao seu redor” e é isso que essas mulheres fazem. Com muito carinho, trabalho e dedicação, procuram ser pessoas melhores a cada dia e é justamente por isso que vale a pena acompanhar bem de perto a trajetória, angústias e alegrias de cada uma delas. Confira:

Leticia Gonçalves

É proprietária da empresa Bureau 55, comunicativa e apaixonada por pessoas, sempre soube o que queria e este querer era estar com pessoas. Desde pequena sonhava em ser aeromoça porque assim poderia ter contato com gente o tempo todo. Outra paixão de Leticia é o conhecimento. Em seu trabalho junta as duas coisas, levando conhecimento para as pessoas por meio de consultorias e a empresa tem a sua cara. Vale a pena conhecer para saber o que falo.

Por que Leticia inspira? Justamente porque ao olhar para ela, lembramos também de nossos sonhos de criança e ao acompanharmos sua jornada, percebemos que também podemos seguir juntas rumo à realização do que acreditamos.

Fabíola Paes

É alguém que procura aliar tecnologia com humanização, pois não acredita que uma possa caminhar sem a outra. Sua ideia é fazer fusão do “tecnocentrismo” com pessoas e, para isso, trabalha para ser facilitadora no processo de incorporar essas duas coisas, mais especificamente incorporação do varejo digital.

É co-founder da omniWays, empresa especializada em planejamento estratégico omnichannel, expansão de canais, relacionamento, promoções inteligentes aos consumidores e integração de tecnologias. Fabíola inspira porque vem na contramão do processo que prega que pessoas podem ser facilmente substituídas por tecnologia e faz isso de um jeito que transforma o complicado em simples e o impossível no perfeitamente possível. 

Elenice Novak

Muitos chamam simplesmente de professora Elenice. É alguém que aprendeu a ser empreendedora em um espaço e época de formação cultural do tema no Brasil, isso há mais de vinte anos. Todas as resistências do novo marcaram lições importantes para seu papel docente e suas aulas fugiram aos padrões. Inovou, desafiou o método tradicional de ensino quebrando padrões. Hoje continua mudando seus ritmos e domínios. Ensina o que acredita e estabelece aos alunos que todos os diferenciais de suas vidas têm diversas palavras fora das cartilhas: tais como a ousadia, a resistência ao conformismo e a inovação que devem se consolidar na mente.

Elenice inspira porque ensina que não se pode ser apenas “alguém” na fila, é preciso ser o primeiro, apresentando características e competências diferente dos demais, e, assim, saindo do senso comum e partindo para o início da fila.

Carolina Parolin

Atua com soluções de marketing turístico e cultural. Acredita no turismo e cultura como plataformas de negócios, viabilizadas por meio da comunicação e da tecnologia. Desenvolve projetos, empresas e startups relacionadas a esse contexto – um exemplo disso é o aplicativo Curta Curitiba, um guia vivencial da capital do Paraná. Como pesquisadora na área de ciências sociais aplicadas, professora na área de gestão e coordenadora de um laboratório de excelência em serviços, defende a importância de maior geração de valor por meio da criação de experiências ao consumidor.

Carolina inspira por mostrar justamente que a inovação não é um bicho de sete cabeças e que a simplicidade é o ápice de sofisticação, pois é no agora e, muitas vezes, dentro da própria realidade, seja ela cidade, cultura ou até mesmo no bairro em que se vive, que as melhores coisas podem ser feitas. 

Gladys Mariotto

É CEO da Startup Já Entendi Educação e Tecnologia. Escritora de livros didáticos e paradidáticos, conta com 40 livros publicados nas áreas de filosofia, sociologia, educação, artes, cultura, folclore e patrimônio histórico.

É produtora e diretora de filmes e documentários, com 30 filmes produzidos, além de ter recebido 37 prêmios nacionais e internacionais. Sua empresa atua com inteligência educacional, especializada para a base da pirâmide, transformando qualquer tipo de conteúdo em treinamento, facilitando o aprendizado especialmente para pessoas de baixa escolaridade por meio do lema: "Informar, educar e criar hábito".

Por que inspira?

Gladys é portadora de TDAH e fez seu primeiro vestibular aos 36 anos. Com certa dificuldade para memorizar conteúdos, desenvolveu uma metodologia que inicialmente a ajudava nos estudos. Mais tarde, a aplicação dessa metodologia se tornou sua profissão e começou a escrever livros didáticos. Um desses livros, juntamente com um filme de animação para ensinar a filosofia de Nietzsche para crianças de escolas públicas, foi selecionado para o Japan Prize em Tóquio.

Logo depois, a UNICEF a chamou para ir a Cuba falar sobre essa metodologia como exemplo de educação inovadora e inclusiva na América Latina. Foi a partir dessas experiências que resolveu empreender e fundar a startup de tecnologia com ajuda de seu sócio e filho, Wagner Mariotto, que é engenheiro da computação. Desde sua fundação, já capacitaram mais de 1 milhão de trabalhadores em diversas empresas do país. Precisa dizer mais? 

Erica Marques

É uma apaixonada por negócios digitais e acredita que se pode mudar o mundo para a melhor por meio de atitudes empreendedoras. Promove ativamente o Empreendedorismo e a Inovação desde 1995. Sua principal atividade é no Google Business Group, onde é a Country Champion do Brasil e líder do capítulo de Curitiba, que é referência mundial desde 2013. 

Desde o início de sua jornada encontrou na Internet o habitat ideal para desenvolver projetos nos quais acredita. É Diretora da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Curitiba (Fecomércio/PR), professora do Laboratório de Empreendedorismo do núcleo de Empreendedorismo da Escola de Negócios – PUCPR, Mentora no Google Startup Launch Brazil, Mentora na aceleradora de startups Hotmilk e Organizer do Google Developer Group Curitiba.

Erica inspira justamente por acreditar no empreendedorismo e ajudar outras pessoas também a acreditarem. Outro ponto forte dela é o apoio ao fortalecimento de habilidades e conhecimentos que embasem sua veia empreendedora.

Marielle Rieping

Sabe aquelas pessoas que têm uma visão diferente e colocam intensidade em tudo? Assim é a Marielle. Quando criança, queria ser juíza para ajudar as pessoas, também quis ser cantora e levou a sério a ideia inclusive gravando um CD aos 14 anos. É uma mulher visionária. Iniciou a faculdade de Física, cursou 3 anos e resolveu ir para a Administração, pois seu trabalho exigia tais conhecimentos. 

Durante a faculdade se destacou, ganhando 2 prêmios Top de Marketing pela ADVB. Um deles foi em primeiro lugar, que lhe deu uma viagem e experiência na Espanha. Voltou determinada a trabalhar com inovação, área em que atua fortemente. Possui um livro publicado chamado "iTrends: uma análise de tendências e mercados", e está finalizando seu segundo livro. Professora de graduação e pós-graduação que recentemente resolveu "pausar" as salas de aula, para voltar à sala de aula: numa decisão inspiradora, decidiu estudar Direito para conhecer um novo mundo e aprender como ajudar mais as pessoas.

É por isso que ela inspira, pois acredita que tem a missão de ajudar pessoas que chegam até ela. É o tipo de mulher que segue fortemente o lema: "Faça o que precisa ser feito".

Viu só como existem mulheres fantásticas muito mais próximo de nós do que se pode imaginar? Basta olharmos o mundo com um pouco mais de atenção.

Momento do Administrador, Gisele Meter - 15 de maio 2016.


sábado, 14 de maio de 2016

Como não gastar todo o seu salário




Administrar o salário não costuma ser uma tarefa fácil, tanto para aqueles que ganham um salário-mínimo como para quem recebe um bom valor todo mês.  Imprevistos, despesas variáveis e gastos pequenos, mas frequentes e desnecessários, podem fazer qualquer um perder o salário de vista e, sem perceber, ficar sem dinheiro bem antes do que deveria.

É fundamental ter o controle do que se ganha e organizar o orçamento, especialmente em tempos de crise. Não gastar o salário inteiro antes do próximo recebimento é uma boa forma de pagar todas as contas, lidar com gastos variáveis (inclusive algum “luxo” que se deseja) e ainda poupar, ou mesmo investir, para atingir objetivos de médio e longo prazo. Veja a seguir algumas dicas valiosas de como não gastar todo o seu salário.

Controle o orçamento com aplicativos

Ter o controle de tudo o que você ganha e tudo o que gasta é um bom começo para não gastar todo o seu dinheiro sem perceber.

Você pode até fazer anotações em um caderno, ou mesmo usar uma planilha, mas uma maneira prática e moderna de ter o orçamento bem controlado é usar aplicativos, que podem ser acessados de todo lugar e a qualquer hora, além de serem confiáveis e muito fáceis de usar.

O Mobills, usado por mais de 1 milhão de pessoas, oferece controle e gestão financeira de um jeito simples e completo. Gráficos interativos, lembretes e até uma rede social para troca de experiências vão ajudá-lo a deixar suas finanças no azul sem precisar quebrar a cabeça ou perder tempo.

Com um bom aplicativo, fica muito melhor acompanhar de perto o salário, as despesas e, inclusive, encontrar espaço para reduzir gastos e poupar ou investir.

Não faça nada por impulso

Pensar antes de agir é uma regra universal, e no caso das finanças ela é ainda mais importante. Tudo o que for feito com o dinheiro sem planejamento pode gerar sérios problemas em um futuro não muito distante, e agir por impulso é uma grande brecha para o endividamento.

Por isso, antes de cogitar fazer alguma compra, pense bem sobre aquilo que você quer comprar. Questione se você realmente precisa do item, se pode mesmo comprá-lo (sem sacrificar uma parte grande do salário) e se não é possível esperar mais pela compra.

Se as respostas a esses pontos indicarem que é melhor não ter esse gasto, faça isso e espere um outro momento para comprar.

Fique de olho em despesas fixas e variáveis

Não dá para fugir de algumas despesas como aluguel, prestações de carro, financiamentos, contas de água, luz, internet e outras parecidas. Esses itens são fixos, devem ser pagos todo mês e são necessários. Existem também gastos como passeios e compras, que não são constantes mas consomem parte do salário e, se não houver controle, podem comprometer todo o orçamento.

Para conseguir honrar as dívidas e ainda ter margem para despesas variáveis, é preciso acompanhar tudo de perto. Não acumular dívidas, pagando-as à vista ou o mais rápido possível, ajuda a economizar com juros.  Evitar gastos desnecessários e pesquisar muito antes de comprar também faz com que menos dinheiro saia da conta.

Lembre-se ainda que o cartão de crédito pode ser muito perigoso, e que usá-lo para pagamentos exige muita atenção. Procure não o deixar no limite por muito tempo e, principalmente, não parcelar a fatura se não for estritamente necessário.

Poupe e invista

Administrar o salário também envolve investimentos. Seja para ter uma reserva que será bem-vinda em emergências, seja para atingir metas como uma viagem ou a compra de um imóvel, reservar parte dos rendimentos é algo que todo assalariado deve fazer para sua segurança financeira.

Tente reservar ao menos 10% do salário para a poupança ou mesmo algum tipo de investimento, como títulos públicos ou fundos de investimento. Como os rendimentos poderão trazer boas possibilidades de uso do dinheiro, começar a investir não é apenas uma forma de ter mais controle, mas também de fazer mais dinheiro.

Momento do Administrador, Victor Leitão - 14 de maio 2016.


quarta-feira, 11 de maio de 2016

10 Mulheres mais ricas do mundo - 10ª Maria Helena Moraes Scripilliti




A decima mulher mais rica do mundo é conforme a Forbes publicou é Maria Helena Moraes Scripilliti, logo abaixo um pouco mais sobre ela;

Maria Helena Moraes Scripilliti

Maria Helena Moraes Scripilliti é uma empresária brasileira, co-proprietário da empresa de capital fechado o Grupo Votorantim. Ela foi casada com o falecido Clovis Scripilliti, que expandiu Grupo Votorantim no Nordeste do Brasil durante os anos 1960 e 1970. Eles tiveram quatro filhos, incluindo Clovis Ermírio de Moraes Scripilliti que é vice-presidente do Grupo Votorantim.

A mais rica de todas as brasileiras é Maria Helena Moraes Scripilliti, 83, que tem um patrimônio avaliado em R$ 7,33 bilhões. Ela é filha do empresário José Ermírio de Moraes, irmã de Antônio Ermírio de Moraes, e herdeira do grupo Votorantim.

Maria Helena Moraes Scripilliti foi capaz de estabelecer um nome como um dos poucos Latinas que não apenas se destacaram, mas eventualmente se tornou um bilionário no campo como ela seguiu os passos de sua família.

Mais

O sucesso da sua família começou quando o avô de Maria, Antônio Pereira Ignácio, comprou uma fábrica têxtil no Estado de São Paulo, em 1918. O pai de Maria, José Ermírio de Moraes, ajudou Ignácio na construção, execução e melhorar o seu negócio de família. Foi em 1936, quando a marca da empresa expandiu-se para consolidar negócios, que eventualmente se tornou uma das melhores decisões que eles tiveram para seu negócio. Em 1950, eles decidiram diversificar ao negócio de alumínio.

Após a morte de seu pai em 1971, a empresa foi assumida por Antonio Ermírio. Foi sob o seu controle que a empresa se aventurou a outras indústrias, incluindo níquel, celulose e suco de laranja. Em 1991, a empresa também abriu uma instituição bancária que foi capaz de expandir apesar da hiperinflação no Brasil.

Maria começou a fazer contribuições significativas para o seu negócio da família quando se casou com Clovis Scripilliti. Assim que Clovis assumiu para gerir o negócio, Ele e Maria ajudou a expandir a empresa no nordeste do Brasil durante 1960 dos anos 70.

Em 2012, a empresa familiar atingiu vendas líquidas de US $ 10,5 bilhões, a metade dos quais vieram de seus negócios de cimento. Hoje, como foi afirmado pela celebridade Net Worth , companhia de propriedade familiar de Maria Scripilliti Grupo Votorantim é considerada como uma das empresas familiares mais antigas e o quinto maior e "conglomerado industrial mais diversificada na América Latina."

Atualmente operada pela terceira geração da família, o negócio mostra nenhuma parada em alcançar seu sucesso. Todo mundo pode esperar a empresa a crescer ainda mais como a sua fama e riqueza continuamente entrar.

Momento do Administrador, Carina Silva - 11 de maio 2016.


terça-feira, 10 de maio de 2016

10 Mulheres mais ricas do mundo - 9ª Iris Fontbona




A nona mulher mais rica do mundo é conforme a Forbes publicou é Iris Fontbona, logo abaixo um pouco mais sobre ela;

Iris Fontbona 

Empresária Iris Fontbona, a pessoa mais rica no Chile e está incluída na lista de bilionários do mundo, tem um patrimônio avaliado de US $ 9,9 bilhões em janeiro 2016.

Fontbona adquiriu seu valor líquido de seu marido Andronico Luksic, o homem que estava por trás do nascimento da fortuna de sua família. Em 1980, ele fundou Luksic Group, uma empresa focada em bebidas e empresas de mineração.

Luksic morreu de câncer em 2005. Após sua morte, sua empresa foi herdada por Fontbona e seus 3 filhos, Guillermo, Jean Paul e Andronico. Depois de herdar o Grupo Luksic, Fontbona conseguiu fazer seu negócio de família crescer e alcançar seus novos patamares de sucesso.

Apesar de sua riqueza tenha diminuído em relação ao ano passado, ela ainda é classificada como a empresária mais bem sucedida pela Forbes, seguido por Eliodoro Matte e Sebastian Pinera no campo de mineração negócio. De acordo com o 10, a empresa que fez o seu nome incluído na lista Forbes é negócio de mineração de cobre do Luksic, Antofagasta, que é gerido por seu filho, Jean Paul.

Antofagasta, com uma capitalização total de mercado de cerca de £ 12,1 bilhões, é agora considerada como uma das maiores empresas de mineração não apenas na América Latina, mas também a maior do mundo. O negócio de mineração também foi incluído na lista bolsa de Londres como a maior empresa de mineração do mundo. É ativo na exploração de minerais no Chile e no Peru, com quatro minas de cobre localizadas em Tesoro, Esperanza, Pelambres e Michilla. O negócio é executado com a participação no capital de Antofagasta Minerals, Aguas Antofagasta do Chile, Tethian da Austrália e via ferroviária para a Bolívia a partir de Antofagasta. Ele também ganha uma receita anual adicional de US $ 4,5 bilhões em TI ventures com outras indústrias de mineração na Turquia, Austrália, Europa, África e outras partes da América.

Além de Antofagasta, a família também detém a maioria das unidades populacionais de Quiñenco, que, como foi afirmado pelo sucesso, é uma empresa que opera no domínio da energia, cerveja, fabricação, transporte bancário e serviços. Quiñenco, dirigido por um dos filhos Fontbona, Andronico, é uma empresa com sede em Chile que está empenhada em setores financeiro e industrial. A empresa tem cerca de 69.000 funcionários e tem agregado receitas de vendas de cerca de US $ 20 bilhões em 2014. A família de Fontbona detém cerca de 81% do total de ações da empresa.

Com todos os esforços que ela colocou no negócio de sua família, seus negócios se transformou na maior cervejaria do mundo, as maiores minas de cobre, a maior empresa de transporte e o segundo banco o maior no Chile.

Momento do Administrador, Carina Silva - 10 de maio 2016.


segunda-feira, 9 de maio de 2016

10 Mulheres mais ricas do mundo - 8ª Charlene de Carvalho Heineken




A oitava mulher mais rica do mundo é conforme a Forbes publicou é Charlene de Carvalho Heineken, logo abaixo um pouco mais sobre ela;

Charlene de Carvalho Heineken 

Charlene de Carvalho-Heineken (Amsterdã, 30 de junho de 1954) é a proprietária de um conjunto de interesses controlando a terceira maior cervejeira do mundo, a Heineken.

É filha de Freddy Heineken e Lucille Cummins, família originária do Kentucky, onde se dedicavam à destilação de whiskey bourbon.

Charlene Heineken estudou direito na Universidade de Leiden. Mais tarde casou com Michel de Carvalho, um corretor na bolsa, graduado pela Universidade de Harvard, e antigo ator cinematográfico (sob o nome Michel Ray). Michel de Carvalho foi também esquiador olímpico, tendo conhecido Charlene Heineken enquanto esquiando em St. Moritz, Suíça. Residem em Londres no Reino Unido e têm cinco filhos.

Com a morte do pai em 2002, Charlene Heineken herdou £3bn, tornando-se a mulher mais rica dos Países Baixos, assumindo um lugar no conselho de gestão da Heineken, enquanto o marido assumiu uma posição no departamento de supervisão.

Patrimônio

A maior parte da fortuna de Charlene de Carvalho-Heineken é derivada de sua fatia de 45,7% na Heineken Holding, empresa de investimentos criada por seu pai para salvaguardar a independência em relação ao cervejeiro, que é dono de metade da cervejaria holandesa. A estrutura de propriedade permite que a empresa permaneça sob controle familiar, limitando a influência do conselho de administração e bloqueando a possibilidade de uma aquisição hostil. Ela herdou os ativos em 2002.
A bilionária, provavelmente, tem mais de US $ 1 bilhão em dinheiro e outros ativos passíveis de investimento, com base em uma análise de seus dividendos, transações internas, impostos e desempenho do mercado.

Kees Jongsma, um porta-voz da Heineken, não quis comentar sobre o cálculo do patrimônio líquido.

Marcos

  • 1952 Seu pai Freddy cria o veículo de investimento da família, Heineken Holding.
  • 1954 Nasce em Amsterdam, filha de Freddy Heineken e Lucille Cummins.
  • 1972 começa a estudar Direito na Universidade de Leiden, na Holanda.
  • 1974 Sai da faculdade de direito e se matricula na Universidade de Genebra.
  • 1975 gradua-se com diploma de bacharel em literatura francesa.
  • 1981 fica seis meses na Heineken como aprendiz.
  • 1983 casa-se com o banqueiro Michel de Carvalho; o casamento resulta em cinco filhos.
  • 1983 Seu pai é sequestrado em Amsterdam; é solto após 21 dias.
  • 1988 Torna-se membro do conselho da Heineken Holding, supervisionando a participação da família.
  • 1996 Seu marido Michel junta-se ao conselho supervisor da Heineken.
  • 2002 Seu pai morre aos 78 anos de idade; herda a participação majoritária na Heineken.
  • 2010 Heineken adquire a divisão de cerveja FEMSA por US$ 7,7 bilhões.
  • 2012 O documentário A Magia da Heineken é lançado.



Momento do Administrador, Carina Silva - 09 de maio 2016.