sábado, 25 de outubro de 2014

Microsoft vai substituir a marca Nokia

A informação foi veiculada às páginas da Nokia da França no Facebook e no Twitter, e confirmada pela Microsoft ao site The Verge




Pouco mais de um ano após ser adquirida pela Microsoft por 5,44 bilhões de euros (US$ 7,2 bilhões), a divisão de dispositivos móveis da Nokia começa a sofrer mudanças realmente significativas que prometem moldar um novo caminho em sua história. E uma delas vai acabar com o nome da companhia finlandesa nos smartphones da fabricante, que deixará de usar "Nokia" para dar espaço ao "Microsoft Lumia".

A informação foi veiculada às páginas da Nokia da França no Facebook e no Twitter, e confirmada pela Microsoft ao site The Verge. "Estamos prestes a nos tornar 'Microsoft Lumia'", comentou a finlandesa nas redes sociais. A empresa ainda disse que as alterações de nome da marca vão acontecer em todos os países onde os aparelhos da entidade são vendidos.

A estratégia da Microsoft já era esperada, uma vez que a companhia mudou uma série de elementos em seu catálogo de produtos que ainda carregavam a marca Nokia.

Algumas das mudanças incluem aplicativos da Windows Phone Store, como o Treasure Tag e o App Social, além dos sites oficiais da finlandesa em alguns países, que já direcionam o usuário para a página da gigante norte-americana. Isso sem contar na criação da Microsoft Mobile, uma divisão específica que irá substituir a marca Nokia definitivamente nos próximos lançamentos de celulares da organização.

Mesmo após concluir, em abril deste ano, a transação bilionária que envolveu a compra da Nokia, a Microsoft continou usando o nome da finlandesa em produtos recentes, pelo menos até o mês passado. Na época, durante a feira de tecnologia IFA, em Berlim (Alemanha), a empresa lançou os Lumias 730 e 830, ambos ainda sob a batuta da Nokia e com o logo da companhia escrito na carcaça dos dispositivos. No entanto, estes podem ter sido os últimos gadgets a contar com esse detalhe.

Talvez os usuários mais saudosistas que já tiveram ou têm um aparelho da Nokia não gostem muito das mudanças que irão extinguir a marca. Por outro lado, esta é uma alteração necessária e com o objetivo de simplificar os smartphones da empresa, mesmo agora com outro nome. Inclusive, a Microsoft deixou até de usar "Windows Phone" para se referir ao seu sistema operacional móvel, se limitando apenas a noemá-lo "Windows", mesmo antes do anúncio do Windows 10, que unirá as plataformas mobile e para PCs.

Em julho, a Microsoft confirmou a demissão de 18 mil funcionários ao redor do mundo, sendo que, dessa quantidade, 12,5 mil são da Nokia. Os demitidos serão informados com antecedência ao longo dos próximos seis meses, e a operação deve se completar entre o final deste ano e começo de 2015 – as demissões não devem afetar a unidade brasileira da empresa. O custo total da reestruturação será entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,6 bilhão durante os próximos quatro trimestres.



100 milhões de pessoas podem ficar sem serviço de celular

Oi e TIM avançam em direção a uma fusão, que pode estar em risco com disconcordância quanto à tecnologia 2G com Anatel




Um terço de assinantes de telefonia do Brasil correm o risco de ficar sem atendimento, cerca de 100 milhões de pessoas. O motivo: um desentendimento entre a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, e a TIM e a Oi.

De acordo com a Folha, as empresas avançam em direção a uma fusão, que pode estar em risco com a falta de concordância quanto à tecnologia 2G. Ambas prestam o 2G (precursor do 3G) pela faixa de frequência de 1,9 GHz. As empresas, para utilizar essas frequências de sinais, precisam de uma licença da Anatel. Porém, de acordo com a agência, tanto a Oi quanto a TIM perderam o prazo de renovação para continuar explorando o serviço. As telefônicas dizem que o cálculo não está correto e que a data válida é a que as empresas entraram com o pedido.

Desse desentendimento, a Anatel decidiu retirar as licenças e abrir um chamamento público para possíveis interessadas. Porém, não existiria tempo hábil para que os clientes das operadores fossem atendidos por outra empresa até os procedimentos legais de um chamamento público seguissem. As empresas interessadas? A TIM e a Oi.

Parte do conselho da agência, recomendados pela Procuradoria Especializada, apoia a retirada, porém, preocupa-os justamente o fato da Anatel aceitar, num futuro próximo, os pedidos de renovação, o que geraria questionamentos pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Para outros, não houve ato de má-fé das empresas, tanto que os pedidos foram entregues. Pela legislação, o correto seria abrir nova licitação, o que deixaria os clientes sem atendimentos.

Outro fator dificulta a decisão da Anatel: a Oi não participou do leilão 4G por já ter direito à frequência que podem ser usadas para esse serviço, a 1,9 GHz, que, agora, está em risco. Com isso, a empresa fica enfraquecida nas negociações com a Telecom Italia, dona da TIM. Sendo assim, o assunto foi retirado da pauta de votação da agência na semana passada, até que empresas e consumidores tenham uma saída menos dolorosa.



sexta-feira, 24 de outubro de 2014

3 coisas que aprendi com um homem que foi de engraxate a bilionário

Um olhar determinista sobre essa história diria que ela terminou nos cadernos policiais. Mas, na realidade, nosso protagonista, Eloi D’Avila, se tornou manchete na seção de negócios




No interior do Rio Grande do Sul, uma criança cansada de sofrer abusos fugiu da casa da irmã, onde morava após ter perdido a mãe. O menino chegou a São Paulo, cidade em que foi engraxate e aprendeu a vender jornais na movimentada Praça da Sé. Aos 12 anos, esse mesmo garoto chegou ao seu terceiro destino: Rio de Janeiro. Em frente ao Copacabana Palace, lavou centenas de carros.

Um olhar determinista sobre essa história diria que ela terminou nos cadernos policiais. Mas, na realidade, nosso protagonista, Eloi D’Avila, se tornou manchete na seção de negócios. A curva do empresário gaúcho em direção ao sucesso aconteceu ainda no Rio de Janeiro, onde conheceu um guia de turismo que o levou para trabalhar na agência Stella Barros.

Vovó Stella, como era conhecida a fundadora da companhia, o contratou como office-boy e o deixou dormir no sofá da empresa. Aos 17 anos, ele voltou para São Paulo, onde acumulou três empregos: no Bradesco, nas Linhas Aéreas Paraguaias e na rodoviária, como fiscal de plataforma. Em uma terceira reviravolta, Eloi foi demitido e encarou a crise como a oportunidade de empreender. Foi quando criou a EDO, que vendia bilhetes aéreos de uma companhia paraguaia.

Hoje, a EDO se chama Grupo FlyTour, uma das maiores agências de viagem do país, que, com mais de 200 unidades, chega a faturar R$ 4 bilhões por ano.
 “O que eu recomendo a todo mundo é fazer o que se gosta, mesmo que seja difícil. Nada na vida é fácil. Eu me sinto muito feliz pelo que realizei, mesmo sem ter estudado ou tido apoio de uma família. Mesmo vivendo como eu vivi, enxerguei esse país como de oportunidades”, contou.


Em um bate-papo, o empresário passou três lições que se dividem entre negócios e sabedoria de vida. Veja abaixo:


Sobre humildade


Durante um período de sua vida, Eloi não tinha onde dormir. Por isso, vovó Stella permitia que o garoto passasse a noite no sofá da agência. Ele precisava acordar antes que os funcionários e clientes chegassem e só poderia dormir quando todos fossem embora. Para não se esquecer da sua origem humilde, todas as suas lojas possuem um sofazinho na entrada.


Sobre riscos

Eloi conta que não adianta apenas visualizar o Brasil como um país de oportunidades, é preciso assumir riscos para que o sucesso aconteça. “Esse é o país das oportunidades, se você agir. Se você não fizer nada, não haverá resultado. E sem resultados, não teremos continuidade. As pessoas só terão resultados se arriscarem, e a palavra risco, para mim, é fundamental. Tudo que eu fiz foi com risco: nasci risco, sobrevivi no risco e até casei no risco”, afirmou empresário.

Sobre vendas

Desde os oito anos, Eloi é vendedor. Com sua experiência, ele aconselha que os profissionais da área estejam atentos a todas as informações sobre seus potenciais clientes. “O vendedor precisa se educar e se preparar para as visitas. Dominar o produto ou serviço que vai comercializar, é disso que o cliente gosta. Clientes não gostam de discursos, eles gostam de conhecimento. Esse conhecimento que é fundamental na demonstração de qualquer serviço. Outro fator importante é ser transparente. Mentir, nunca!”, destacou Eloi.

Além disso, ele disse que o vendedor deve se manter atento sobre quando o cliente está fechando um negócio e quando ele está fugindo da negociação por algum motivo. “Pense em alguém que quer vender um carro, mas o cliente diz que não vai comprar por falta de estacionamento. O bom vendedor sabe quais são os melhores estacionamentos que o cliente pode alugar ou mesmo tem um convênio com um”, explica Eloi.


Ele ainda pede que os vendedores pensem no meio de pagamento que estão oferecendo. “Muitas vezes, os vendedores preferem continuar apenas com os meios de pagamento onde eles ganham mais. Então eles fecham apenas uma venda com esse meio, deixando de lado outras três, vamos supor. Mas ele não está perdendo três vendas, está perdendo três clientes”, conta o empresário.



Sua startup navega em um oceano azul ou vermelho?

Esses conceitos foram formulados por W. Chan Kim e Renée Mauborgne que propõem a criação de serviços e produtos com redução de custos, e ampliação da proposta de valor




Imagine um lugar onde todos lutam por um espaço, sempre imaginando novas estratégias para superar o outro. Como todos estão lutando por esse mesmo espaço, de forma voraz, permanecem atracados nesse local. Isso é o oceano vermelho. Agora imagine um lugar onde você se movimenta a sua maneira, sem pensar na disputa de espaço. Esse é o oceano azul.

Esses conceitos foram formulados por W. Chan Kim e Renée Mauborgne que propõem a criação de serviços e produtos com redução de custos, e ampliação da proposta de valor. Sabe como eles influenciam sua startup?

Oceano vermelho

No oceano vermelho encontramos muitas empresas parecidas que competem no mesmo nicho que muitas vezes está saturado. Essa saturação restringe a lucratividade e envolve as empresas em um ciclo sem fim de criar estratégias para competirem com as concorrentes.

Oceano azul

No oceano azul, você cria seu próprio mercado, dita seus preços, e atua apenas observando o concorrente de longe. As empresas do oceano vermelho competem pelos mesmos clientes. No azul você explora novos clientes e cativa os antigos. Isso aumentar a lucratividade e as suas possibilidades.

Não é fácil imaginar esse oceano azul, e fica mais difícil ainda de imaginar o fato de tornar os concorrentes irrelevantes, mas com alguns exemplos bem conhecidos, essa ideia fica tão clara quando as águas do oceano azul.

Starbucks

Quem poderia dizer que uma cafeteria estaria em um oceano azul? A Starbucks se tornou a maior cafeteria do mundo, e ela não precisou eliminar os concorrentes para atingir tal posição. Quando a Starbucks atuava em um mercado totalmente concorrido, ela reformulou sua essência, e transformou o fato de beber café em um estilo de vida. Nesse cenário, a cafeteria ganhou um espaço social com musica, wi-fi, introduziu novos produtos a sua linha, criando assim, o seu mercado de valor, totalmente azul. Outros dois exemplos:

Beats a startup bilionária

Esse é um exemplo de startup que em apenas oito anos se tornou um negócio bilionário. Tudo começou com a insatisfação de um dos fundadores da startup Dr. Dre com a má qualidade dos fones de ouvido. O mercado estava saturado de fones de ouvidos pequenos, então fizeram uma aposta nos fones de ouvido grandes, os chamados headphones, que não eram populares na época.

Eles investiram no design diferenciado do produto que se tornou dobrável para para facilitar o manuseio. Em vez de um nome técnico, um simples foi usado para nomear o produto cuja publicidade foi feita por feita por cantores de rap americanos. Isso criou um ar cool em torno da marca.

A Beats foi comprada pela Apple no inicio deste ano, e se tornou uma negócio estratégico. Ajuda hoje a reforçar o lado “cool” da Apple.

E sua startup?

Agora fica fácil dizer em qual oceano está navegando a sua Startup. Se ela estiver no oceano azul, parabéns, mas, se estiver navegando em um oceano vermelho, ainda da tempo de mudar o rumo.



Entrevistado x entrevistador: uma via de mão única?

Quando a escolha acontece de maneira mútua e equilibrada, o “casamento” tende a ser muito mais promissor




Ser chamado para uma entrevista de emprego é algo que costuma trazer bastante entusiasmo, esteja você em um momento bom de carreira ou não. Afinal, o convite é uma prova concreta de que suas conquistas acadêmicas e profissionais estão despertando o interesse de recrutadores e empresas. Como acontece em nossa vida pessoal, é sempre bom ser reconhecido.

Mas há outros dois sentimentos que costumam bater à nossa porta quando surge uma entrevista: ansiedade e medo. Infelizmente, por muitas vezes vi candidatos adotarem um discurso “ideal”, distante do seu verdadeiro “eu” por estarem nervosos e aflitos para gerarem a tão sonhada boa impressão. Este é um processo muito humano, é verdade. Mas essa atitude pode simplesmente significar o fim precoce de uma etapa promissora. Afinal, um discurso raso ou irreal não se sustenta por muito tempo e pode jogar por terra todos os esforços empregados para a conquista da vaga dos sonhos.

Por isso, ao ser chamado para uma entrevista, o que costumo recomendar é que o profissional seja exatamente quem é – de corpo e alma. Se ele chegou até ali, já deu alguns passos importantes no processo. Vale a pena arriscar perder aquela oportunidade por ter demonstrado ser outra pessoa? Em um momento como esse, a empresa quer se aprofundar em algo muito mais complexo do que suas competências técnicas. Ela quer conhecer também seu propósito e seus valores. Isso mesmo.

Ela quer descobrir se você - inteiro, com pontos fortes e a desenvolver – é a pessoa com o perfil mais aderente àquela cultura. Portanto, nada de disfarces. Afinal de contas, a entrevista é a oportunidade que ambos têm de se avaliarem. Aproveite a conversa para checar se aquela oportunidade e aquele contexto organizacional estão alinhados aos seus objetivos de vida e carreira.

Quando a escolha acontece de maneira mútua e equilibrada, o “casamento” tende a ser muito mais promissor. Pense nisso!



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Como aumentar a sua disposição no dia a dia

Para sermos produtivos, precisamos dedicar tempo ao papel mais importante de nossa vida, que é exatamente o papel do eu. Ou seja, precisamos reservar tempo para nós mesmos




Muitas pessoas conseguem se planejar e priorizar suas tarefas adequadamente, no entanto, na hora de executar, não encontram disposição para cumprir tudo aquilo que foi estabelecido. Quando falta energia ou o dia não é perfeito, a primeira reação das pessoas é sentir preguiça, adiar, enrolar e deixar tudo por fazer.

Para sermos produtivos, precisamos dedicar tempo ao papel mais importante de nossa vida, que é exatamente o papel do eu. Ou seja, precisamos reservar tempo para nós mesmos. O conceito é simples, mas não simplista, pois somos formados por quatros áreas essenciais: física, emocional, mental e espiritual. A partir do momento que passamos a administrar corretamente o nosso tempo, essas dimensões ajudam a aumentar nossa disposição, engajamento e saúde, o que gera mais produtividade e realização.

Isso é o que chamamos de "gestão de energia". Em diversas partes do mundo já existem centros clínicos que investem em pesquisas destinadas ao desenvolvimento de remédios, técnicas e recomendações para termos uma vida melhor e aprimorarmos a nossa produtividade. A proposta é que com a introdução de pequenas mudanças no seu dia, você tenha ganhos incríveis.

Uma iniciativa que pode ajudar muito a recuperar a energia durante o dia é a realização de pequenas pausas durante o expediente. O foco e a energia mental são como músculos, que sofrem fadiga devido ao excesso de uso e precisam de momentos de descanso para se recuperarem. Tente fazer intervalos de 10 a 20 minutos a cada 90 ou 120 minutos de atividade. Se fizer quatro ou cinco pausas por dia, você perceberá que procrastinará menos, a disposição aumentará e a sua lista de tarefas vai fluir.

Além disso, procure beber ao menos dois litros de água por dia. Especialistas afirmam que a ingestão do líquido ajuda a regular a temperatura corporal, melhora a função renal, desintoxica o organismo, trata a pele, os cabelos e também potencializa as funções do cérebro, ajudando na memória, na concentração e até mesmo no combate de algumas doenças. Tente fazer também intervalos regulares para comer. Ao evitar longos períodos em jejum, você evita o estresse do organismo, o que prejudica o metabolismo, pois o corpo compensa a falta de nutrientes com a diminuição da energia.

A prática esportiva também pode ser uma grande aliada na manutenção de sua energia diária. Ao programar a sua semana, procure incluir ao menos dois dias para praticar o esporte de sua preferência, isso vai ajudar a aumentar a sua disposição e vitalidade.
O que também pode drenar a energia são os nossos pensamentos e emoções. Pensamentos negativos, tristeza e falta de motivação tiram o foco e a vontade de fazer algo mais. A partir do momento que nos tornamos conscientes e proativos em relação a esses pensamentos, temos condições de revertê-los. Às vezes uma música, um filme, um vídeo, uma leitura, uma conversa com um amigo, uma sessão de terapia ou a meditação podem ajudar a substituir os pensamentos negativos por outros mais produtivos.

A administração do tempo e a reposição de energia, quando usadas em conjunto, fazem a diferença. Um fator precisa do outro. Um apoia o outro. De que adianta ter tempo, mas não ter disposição? De que adianta ter energia sem um bom plano de execução? Use os dois com intensidade; não há contraindicação.



7 sinais de que você é mais inteligente do que pensa

Inteligência nem sempre se apresenta como o que está escrito nos livros ou proficiência em um campo acadêmico




A inteligência vem em diferentes formatos. Diferentes habilidades, sem nenhuma conexão aparente, podem ser sinais de inteligência. E as pessoas tem diferentes habilidades, todas advindas de diferentes formas de serem educadas. Em um recente artigo de Maggie Heath, para o Lifehack, ela fala justamente sobre inteligência e sobre ser inteligente.

"Se eu estivesse em uma sala cheia de físicos, eu me sentiria a pessoa menos inteligente do recinto. Porém, coloque-me em uma sala só com escritores e eu vou me sentir em casa. Você nunca vai querer se sentir menos inteligente do que você é", escreve Maggie. Inteligência nem sempre se apresenta como o que está escrito nos livros ou proficiência em um campo acadêmico. Inteligência também pode ser achada em habilidades práticas, habilidades artísticas, até atléticas!

Muita gente não se acha muito inteligente simplesmente por não estar em alguma categoria, mas você com certeza é mais inteligente do que acha. Quer saber o porquê? Confira 7 sinais de que você é bem mais inteligente do que acha:

1 - Você é exigente com seu cérebro

Uma das coisas mais frustrantes que pode acontecer com você é não ser capaz de entender algo. "É terrivalmente irritante conhecer algo que você não entende, não é?", indaga Maggie. "Geralmente as coisas são compreendidas facilmente por você. Então, tudo que não é rapidamente compreendido, faz você se sentir mal com a própria inteligência", completa.

2 - Você está por dentro das coisas

"Pessoas inteligentes estão sempre ligadas no mundo ao seu redor. Você provavelmente gosta de se manter atualizado: de ler o jornal a chegar o feed do Twitter. Você gosta de saber o que está acontecendo no planeta, no seu país e no seu estado. Mesmo que não seja o seu campo de especialidade, você gosta de estar por dentro", escreve Maggie.

3 - Às vezes as pessoas não te entendem

Talvez seu humor seja sofisticado demais ou seu vocabulário avançado demais. Não importa a situação, é comum que pessoas inteligentes sejam mal interpretadas. "Não é culpa sua, é apenas como as pessoas espertas atravessam a vida. Você está sempre se explicando algo para os outros", diz Maggie.

4 - Seus amigos são inteligentes

Pessoas inteligentes tendem a se cercar de pessoas inteligentes. Afinal de contas, quem gosta de estar com pessoas que não entendem suas colocações ou piadas? Seus amigos irão entender, então eles são tão inteligentes quanto você. E sim, eles acham a mesma coisa sobre você.

5 - Você tem altas expectativas para si mesmo

Altas expectativas cercam a vida de pessoas inteligentes. Até quando crianças, pessoas inteligentes são colocadas em classes avançadas ou recebem material mais avançado de leitura. Por causa disso, pessoas inteligentes tem grandes planos para o futuro. Não importa se é fazer um curso ou seguir uma certa carreira, você certamente tem um objetivo grandioso para si mesmo. Talvez seja expandir seu negócio ou pensar em uma nova forma de estratégia para o mercado. Não importa seu objetivo, você espera alcança-lo.

6 - Você gosta de jogos

Muitas pessoas inteligentes gostam de jogos porque existem coisas que precisam ser descobertas, desafios a serem superados. De preencher palavras cruzadas ou jogar cartas a jogos de tabuleiro ou alguns jogos eletrônicos, os preferidos pelas pessoas espertas são aqueles que requerem pensar e concentrar. "Quando você joga, você pensa, mesmo que você esteja cansado!", diz Maggie.

7 - Já disseram que você é inteligente

Muitas pessoas inteligentes não gostam de pensar em si mesmas como inteligentes por uma certa rejeição social de admitir. Parece falta de humildade, mas você estará apenas deixando algo que é fato. Qual a melhor maneira de saber que você é inteligente? Pessoas já disseram isso para você. Inteligência chama a atenção, especialmente no trabalho ou salas de aula. Então largue a falsa modéstia e aproveite a vida sabendo que é mais inteligente do que você pensa!