quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Preste atenção ao que você não vendeu!

A previsão de vendas é um instrumento de previsão precioso, e é papel do gerente de vendas estimular o seu uso




A cada fim de mês, nas reuniões, o que importa é o que foi vendido. Se você cumpriu a meta, parabéns. Se não cumpriu, bem, tomara que não seja este o seu caso. Na atividade de vendas o que foi vendido é passado, porém, o que estava em suas previsões de venda, e não foi realizado, precisa ser estudado. Estas oportunidades fazem parte de um futuro do pretérito que deve ser visitado, esclarecido e atualizado. Estas oportunidades são aquelas que deveriam ter sido vendidas, e não foram.

Não é só no fim do mês que oportunidades com fechamento previsto não se realizam. Estas situações ocorrem quase todos os dias, mas nenhum executivo presta atenção nelas. Contudo, esta deveria ser a primeira informação a ser analisada no dia seguinte. Se uma oportunidade era para ter sido fechada e não foi, ou de outra forma, se a previsão de vendas que o vendedor preparou é para valer, o que aconteceu? 

O cliente fechou com o concorrente? O processo de vendas sofreu um atraso e a oportunidade vai escorregar para mais tarde? Uma oportunidade não vendida na data perdida precisa ser explicada, não para o gerente ou diretor, mas para você mesmo. Caso contrário, se não está perdida, certamente ficará perdida para sempre no meio de um monte de outras que também não foram fechadas quando previsto e de outras tantas que ainda estão por fechar. Provavelmente, estas últimas terão mais a sua atenção, pois futuro sempre é mais atraente do que futuro do pretérito. Entretanto, em algum momento, você afirmou que as fecharia, o que no fim do dia representou um compromisso com você e sua empresa. Logo, nada mais justo do que entender a razão e analisar o que ainda pode ser feito.

Em meu trabalho de coaching para equipes de vendas, muitas vezes, me deparo com situações onde a previsão de vendas “retroativa” é maior do que a previsão do mês em curso. Aqui vai uma dica para resolver o problema: a primeira coisa que faço quando encontro estas situações é somar todas estas oportunidades em aberto, as do passado e as do mês. Depois, utilizo a taxa de conversão corrente para estimar quanto seria o fechamento e determino que a meta para a equipe neste mês seja o resultado desta conta. Depois do susto, dou um tempo para cada um refletir e explicar porque é que não posso assumir este número. Em pouco tempo, passo a ter um forecast atualizado e real. 

Com a prática e repetição, a equipe faz o que é esperado dela. A melhoria no desempenho faz com que haja a motivação necessária. Percebem que, quanto mais organizados forem e quanto maior o grau de assertividade nas previsões de venda, mais desempenho eles terão. E não é por acaso que, onde a tática é usada, existe crescimento significativo no volume de vendas mês a mês. Simplesmente porque se avalia e explora as possibilidades do que não foi vendido quando devia.

A previsão de vendas é um instrumento de previsão precioso, e é papel do gerente de vendas estimular o seu uso. Não para somente pressionar a força de vendas, mas para se aproveitar ao máximo das possibilidades. Trabalhar com assertividade torna o instrumento valiosíssimo para quem quer desempenho. E não esqueça, a data prevista de fechamento é um compromisso. Ele pode evidentemente mudar, mas não pode ser esquecido, sob pena de perder vendas. E você não gosta de perder, não é mesmo?



quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Adaptação - Um legado ou uma barreira?

O artigo trata do desafio da adaptação dos profissionais em transição de carreira diante da nova cultura de trabalho nos novos empregos




Caros leitores,

Nos posts anteriores abordei o processo de recolocação com um projeto e tratei de vários aspectos. Sobretudo, dei dicas na montagem do currículo a fim de torná-lo mais competitivo para as  entrevistas de emprego. Refleti, ainda, sobre a busca de uma atitude proativa para um networking seletivo de acordo com seus objetivos, bem como fiz algumas sugestões sobre a montagem de um plano de ação para um bom desempenho nas entrevistas de emprego.

Fechando o ciclo de posts sobre o tema, embora o assunto seja inesgotável, gostaria de destacar um período muito importante na carreira de um profissional: o início das atividades na empresa que acabou de lhe contratar e os primeiros meses ou anos de experiência no cargo ocupado.

Então, existem algumas questões a se refletir desde o princípio. A cultura da empresa na qual você está ingressando se coaduna com o seu estilo de fazer as coisas? A forma como você enxerga o negócio está em linha com as práticas de seus líderes? Seus pares, da mesma forma, trazem afinidades com sua formação profissional? Essas questões precisam ser refletidas a fim de que você possa compreender de que forma vai agregar valor ao negócio e, sobretudo, como vai se adaptar às mudanças.

O cerne desse tema trata justamente em como se adaptar às novas demandas na nova organização, a fim de que se tenha vida próspera na nova empreitada.

Um dos grandes problemas para a longevidade dos profissionais que começam a atuar em uma nova empresa reside na dificuldade em se adaptar à cultura, ou seja, o “jeitão” da empresa de resolver suas demandas. Muitas vezes o profissional trabalhou vários anos ou décadas em outra organização, exerceu cargos ou funções de maior responsabilidade e com autonomia para tomada de decisões e, no entanto, agora ele se vê diante de uma cultura diferente. Isso não significa dizer, necessariamente, pior ou melhor que a anterior, mas de uma cultura que destoa da sua experiência profissional. E, então, pergunta-se: como se posicionar diante desta situação?

Como este cenário é mais comum do que se imagina, essas reflexões precisam ser feitas ainda no processo de recolocação, no qual o profissional está em busca de uma nova oportunidade, embora saibamos que muitas vezes o termo oportunidade nessa situação, pode ser, na verdade, uma necessidade. Contudo, sendo necessidade ou oportunidade, o fato é que o profissional terá que se adaptar à nova empresa e estar preparado para fazer mudanças internas em seu modo de agir, pensar e resolver os problemas ou propor soluções. E se não estiver em linha com a cultura da nova empresa, haverá percalços que poderão culminar numa ruptura em um curto espaço de tempo, ou levar a um período longo de muitos desgastes.

Portanto, proponho que faça o dever de casa antes mesmo de escolher uma empresa para trabalhar. Se possível, obtenha informações sobre ambiente de trabalho, sobre os desafios do cargo, líderes do departamento e a longevidade do últimos ocupantes do cargo, uma vez que essas informações podem ser obtidas inclusive na fase de entrevistas. Mas, se isto não foi feito, e você se depara agora com uma situação inesperada, então, será necessário se reinventar. Eis aqui o desafio atual de muitos profissionais após um longo processo de entrevistas, dinâmicas e seleção.

Se reinventar é a grande premissa para a adaptação. Se você não estiver disposto a repensar algumas das suas posturas que podem lhe atrapalhar na nova empresa, sua adaptação será difícil. E por vezes, o melhor caminho é sair pela porta da frente. Então, dê o seu melhor enquanto estiver por lá e converse com seu líder sobre suas dificuldades e o desejo de sair da empresa. Mas, se você acredita que pode rever sua forma de ver as coisas e se adaptar à nova situação, então aproveite para fazer os ajustes necessários e se adapte, com resiliência, não deixando de pedir ajuda a um colega ou ao seu líder. Neste processo, você poderá ter um bom crescimento profissional, tornando-se mais maduro e preparado para enfrentar novas mudanças que certamente surgirão ao longo da sua trajetória profissional. Portanto, cabe a você avaliar se vale a pena o desafio.

Desejo a todos muito sucesso em suas carreiras. Nos encontraremos em breve!

Caso queiram discutir o tema, deixem seus comentários.



Incompreendidas: 6 tecnologias que estavam à frente de seu tempo




No mundo dos negócios é cada vez mais necessário ter visão de futuro. Saber onde investir e o momento certo é essencial para o desenvolvimento de bons e promissores negócios. Portanto, é necessário ficar atento aos desejos e necessidades dos clientes, bem como as lacunas presentes no mercado consumidor do mundo moderno.

Para isso, trazemos abaixo 5 exemplos de negócios oferecidos por empresas que levaram ao desenvolvimento de plataformas de sucesso nos dias de hoje – como é o caso dos relógios inteligentes e das redes sociais – mas que fracassaram em sua época de lançamento por erros de planejamento e execução. Confira:

Smartwatch (2004)

Não, o Apple Watch e o Android Wear não foram os primeiros smartwatches do mundo.

Em 2004, a Microsoft anunciou o SPOT. Tratava-se de um relógio inteligente que utilizava sinais de rádio para receber dados como a previsão do tempo, informações sobre esporte, horóscopo e notícias em geral.

Porém, o serviço era pago e o valor não era muito amigável. A Microsoft cobrava US$ 39,95 por ano e disponibilizava o serviço em apenas 100 regiões dos Estados Unidos. As vendas do aparelho foram canceladas em 2008.

Carros sobre trilhos (1960)

Na década de 1960, engenheiros de todo o mundo idealizaram o Sistema Rápido Pessoal (SRP), algo similar ao Sistema Rápido de Transporte (SRT), mas com alguns diferenciais. A ideia era unificar a agilidade de um trem com conforto de um carro pessoal, criando assim veículos que circulassem em linhas ferroviárias, mas tivessem o tamanho de um carro.

A Boeing, mais conhecida pelas suas aeronaves, foi uma das primeiras a investir no projeto. Financiado pelo governo americano, o SRP liga o centro de MorganTown a Universidade West Virginia. Ao todo, são 71 carros autopropulsados, responsáveis pelo transporte de 15 mil alunos por dia. Além dos Estado Unidos, outras guias do SRP também foram implementadas em países como Holanda, Reino Unido e Coréia do Sul.

Download de jogos (1990)

Fazer o download de jogos é algo extremamente fácil hoje em dia. No entanto em 1990 era completamente difícil e raro, uma vez que poucos computadores suportavam o processo e a internet era das piores possíveis. Porém, a Sega revolucionou o mercado da época e lançou o ‘Sega Channel’, que disponbilizava jogos através de um cabo, através da parceria com a Time Warner Cable.

Para isso, usuários da época pagavam cerca de 25 dólares de instalação e mais 15 dólares mensais para a utilização do serviço. Com isso, o usuário tinha em sua casa cerca de 50 jogos diferentes, distribuídos pela empresa pelo tempo de contratação do plano, algo parecido com as locadoras online que temos hoje.

O sistema chegou a contabilizar mais de 250 mil inscritos. Porém, outras empresas como a Nintendo e a Sony entregaram tecnologias mais ‘interessantes’ para os usuários, o que gerou prejuízos para a Sega e o encerramento da ferramenta.

TV interativa (1970)

A TV digital não é algo tão novo assim. Estudos apontam que o seu desenvolvimento se deu inicialmente na década de 90, em países altamente tecnológicos como os Estados Unidos. Porém, já em 1970, uma série de tecnologias possibilitou que a Ohio Warner Cable permitisse a interação entre telespectadores e conteúdos exibidos na tela das TVs. O ‘Qube’ era composto por 18 botões diferente onde os telespectadores podiam expôr suas opiniões, responder a questionários e realizar compras de produtos e serviços, algo revolucionário para a época.

Porém, o custo era bem elevado e a Warner Cable não suportou a falta de investimentos. Após seis anos de desenvolvimento e utilização, o Qube foi cancelado.

Redes social (1997)

Se hoje o Facebook domina, ontem o Orkut reinava. Mas, e antes do Orkut? Se você acha que a rede social da Google foi a primeira a existir, engana-se. A SixDegrees.com, lançada em 1997, mostra que os seus um milhão de usuários já usurfruiam de recursos como perfis individuais, mensagens instantâneas e lista de amigos antes mesmo da popularização da internet no Brasil.

O problema da rede social foi a falta de um modelo operacional que conseguisse fazê-la lucrar, uma vez que a internet ainda não era totalmente difundida e o modelo econômico da época não conseguia lucrar com a publicidade na internet. Em 2000 a rede social foi oficialmente encerrada.

Bônus:

A internet francesa (1980)

Em 1982, na França, foi lançado o Minitel. Tratava-se de um dos grandes precursores da internet mundial, responsável por atividades simples como a reserva de passagens de trem, acesso aos sites de notícias e salas de bate-papo, por exemplo. Três anos depois, o sistema já estava presente em um milhão de casas da França.

Em seu auge, nove milhões de casas e 25 milhões de usuários faziam uso de 26 mil serviços oferecidos na revolucionária tecnologia. Abandonado por limitações em seus terminais, o serviço foi desativado em 2012 com 810 mil postos conectados.

Um dos motivos para o abandono do sistema foi a falta de recursos, como, por exemplo, a impossibilidade de utilização de buscadores de sites. Neste caso, você só poderia acessar um site se soubesse perfeitamente o seu endereço. Nada de Google ou Bing. Além disso, os terminais eram extremamente caros e limitados à região da França.



Corporate Venturing: um caminho para as organizações inovarem com baixo risco

Um segmento da inovação corporativa que vem crescendo consideravelmente, embora muitos ainda chamem simplesmente de novos negócios, são as Corporate Ventures




Na jornada em direção à competitividade baseada na inovação, empresas de todos os segmentos e portes estão buscando novas formas de gerar novos negócios que não venham apenas de novos produtos saídos dos fornos dos laboratórios de pesquisa.

Um segmento da inovação corporativa que vem crescendo consideravelmente, embora muitos ainda chamem simplesmente de novos negócios, são as Corporate Ventures. De uma forma bem simplificada, podemos definir Corporate Ventures (CV) como novas unidades de negócio em empresas já existentes. Das várias formas de classificar as CVs, a mais clássica é a interna/externa. Um CV interno é quando a empresa cria, em sua divisão de inovação, uma incubadora interna, na qual ideias de novos negócios, incluindo aí os produtos que saem dos laboratórios, são iniciados com estruturas enxutas e simples e vão se desenvolvendo de forma isolada da organização, ganhando vida própria na medida em que o produto se torna maduro, quando o mercado é definido e se iniciam as vendas iniciais. Quando este novo negócio ganha porte suficiente acontece o chamado ‘spin-off’ ou seja, esta pequena divisão de negócio se torna uma nova empresa, saiu da incubadora e ganha uma estrutura maior para seguir independentemente, porém ainda dentro do mesmo grupo empresarial.

Já no CV externo o movimento é inverso. Uma pequena empresa nasce em qualquer lugar, nas mãos de um empreendedor e com recursos próprios. Na medida em que começa a prosperar e ganhar visibilidade, entra no radar das grandes organizações que então se associam a ela, trazem estrutura, gestão e capital para investir no seu crescimento, se torna uma sócia e ajuda este pequeno negócio a crescer rapidamente. Quando está madura e pronta, acontece o chamado ‘spin-in’ ou seja, a aquisição da empresa, que é então é incorporada ao grupo empresarial.

Em ambos os casos, o princípio é o mesmo, a criação de novos negócios isolados da organização a partir de idéias baseadas em oportunidades identificadas. A grande vantagem de criar um negócio nascente fora da estrutura da empresa é mantê-la livre dos controles e processos burocráticos que são necessários às grandes organizações, mas que tiram a flexibilidade e dinamismo de pequenos negócios nascentes. Nestas pequenas empresas há menos hierarquia, menos processos estruturados e muito jogo de cintura para permitir a configuração do modelo de negócio na medida em que ele vai se constituindo. Quanto maior o grau de inovação do produto ou do modelo de negócio, maior é a necessidade de se manter longe das estruturas existentes das corporações.

Existe também a categoria dos CVCs (Corporate Venture Capital), no qual as empresas desempenham o papel de investidores de risco, ou seja, simplesmente investem capital próprio em empresas nascentes com alto potencial de crescimento.

Alguns CVCs são financeiros, ou seja, as empresas que são adquiridas, normalmente uma parcela das ações, não necessariamente estão dentro da estratégia do negócio e apenas representam bons investimentos que darão bom retorno quando forem vendidos, é uma decisão exclusivamente financeira, para compor o portfolio de investimentos financeiros, sem interesse em dar continuidade ao negócio depois de ser vendida. 

Existem os CVCs estratégicos, para os quais, mais importante do que remunerar o investimento é ganhar vantagem competitiva, gerar inovações e colocá-las o mais rapidamente no mercado. Por isso, estes CVCs entram com mais do que capital, eles trazem profissionais qualificados, conhecimento do mercado, estrutura operacional, canais de distribuição, marca consolidada e tecnologia, pois os negócios apoiados fazem parte da estratégia do negócio da empresa mãe. Em resumo, é o melhor dos dois mundos, a agilidade de uma pequena com a estrutura de uma grande.

Normalmente, o que caracteriza um novo negócio neste modelo, são os seguintes fatores:

- Trata-se de um novo negócio e não um processo, tecnologia, produto ou serviço;
- Existem riscos envolvidos no projeto novo que não seriam normalmente tolerados se fosse lançado na empresa-mãe;
- O risco alto está associado ao alto grau de incerteza sobre os resultados do desafio e o fracasso do projeto é um resultado esperado;
- É gerido separadamente da empresa-mãe, por tempo indeterminado.

Alguns exemplos de empresas que estão com divisões de novos negócios focados no conceito de CV: Braskem, Cemig, Dow, IBM, Intel, Telefónica, Google, Promon, Votorantim, Odebrecht, 3M, Grupo Bandeirantes, entre outros. Cada uma possui formas diferentes de criar novos negócios, até porque a natureza da atividade de cada negócio é diferente e exige perspectivas de abordagem diferentes. Enquanto empresas de tecnologia tendem a ver novos negócios saindo das iniciativas de seus especialistas técnicos, empresas de serviços procuram explorar novos negócios para diversificar suas operações e se antecipar à concorrência, e por isso estão mais de olho em negócios nascentes externos.

De uma forma ou de outra, vemos que este modelo está crescendo e ganhando espaço nas discussões sobre formas de inovação aberta no meio corporativo. Vamos ficar de olho para ver a relevância do tema nos próximos anos.



terça-feira, 1 de setembro de 2015

Que tal colocar trocadores de fraldas nos banheiros masculinos?

Campanha da Bepantol quer envolver mais pais nos cuidados com os filhos e doa mais de mil trocadores para banheiros públicos masculinos do Brasil




Cuidados como dar banho, trocar fralda e colocar para dormir são algumas das muitas atribuições dadas, em geral, às mães. Os pais, aos poucos, estão se envolvendo e aumentando a participação nas tarefas diárias, mas as mulheres ainda são as que mais dedicam tempo às crianças. Segundo pesquisa da Universidade do Estado de Ohio, dos EUA, as atribuições básicas de cuidados com bebês de, aproximadamente, nove meses consomem duas horas por dia de dedicação das mães contra 40 minutos dos pais.

Pensando na importância da paternidade ativa e presente, a Bepantol Baby vai liderar, a partir de agosto, o movimento intitulado Papai Manda Bem, que contempla debates e uma série de ações, incluindo a entrega de 1 mil trocadores de fraldas para banheiros masculinos ou que tenham áreas comuns para ambos os sexos de estabelecimentos públicos de todo o Brasil.

“Os homens estão assumindo novos papéis nas relações familiares, principalmente na criação dos filhos. E o nosso movimento Papai Manda Bem visa incluí-los cada vez mais na rotina de cuidados com as crianças”, afirma Mariana Hagel, gerente de marketing de Bepantol® Baby no Brasil.

De acordo com o relatório State of the World’s Fathers (O Estado dos Pais do Mundo, em tradução livre), divulgado recentemente pela organização ativista MenCare, crianças cujos pais participam desde cedo da criação se tornam mais felizes e educadas.

Entendendo esse cenário, Bepantol Baby passa a dialogar também com os homens, provocando uma mudança de comportamento e chamando a atenção para o papel do novo pai, que precisa estar cada vez mais envolvido no cuidado com os bebês, não apenas com o suporte financeiro, mas compartilhando as tarefas com as mães e assumindo mais responsabilidades no dia a dia com os pequenos. O objetivo da marca é promover, a partir de agora, ações que fortaleçam o vínculo entre pais e filhos, incentivando a evolução da paternidade nas relações familiares.

Para lançar o movimento, a marca realizou evento, na última quinta-feira (6), com a presença do ator Márcio Garcia, pai de quatro crianças, e especialistas nas áreas de psicologia, pediatria e pedagogia.



Você já encontrou seu propósito de vida?

Você anda em círculos? Vive sem bússola e direção? Ache um caminho que valha a pena percorrer para trilhar sua carreira sob princípios virtuosos e tipicamente enobrecidos




A liberdade é uma dádiva extraordinariamente motivadora. Através dela podemos criar ideias próprias, hábitos singulares e objetos particulares, transformando nossas existências em um núcleo universalmente único e poderosamente inigualável.

Não se engane, o livre-arbítrio permite que voemos para um reino peculiarmente nosso - onde temos poder para esculpir todas as coisas de acordo com os nossos desejos e volições. Usando letras diferentes, um ser humano realizado é aquele que aprendeu como escapar das regras estabelecidas, dando ao mundo ornatos ímpares por sua maneira independente de interpretar e imaginar os cenários instituídos (excentricidade). Em contrapartida, uma pessoa que vive sem rumo é facilmente levada por alegorias arquetípicas montadas por gurus centralizadores que querem fazer do planeta suas arenas pessoais tendo como sumos personagens aqueles que foram impedidos de desenvolverem suas consciências, tendo que se alimentar - obrigatoriamente - nas mãos tóxicas dessas mentes ditatoriais e fantasmagóricas que existem apenas para satisfazerem suas concupiscências endiabradamente planificadas e suas lascívias ardilosamente arquitetadas.

Então, é uma questão paradoxal: de um lado vislumbramos a luz dos guerreiros inteligentes que vivem para a criatividade e para pensarem por si mesmos (autenticidade), e do outro, as trevas insipientes dos paladinos da escuridão que transitam para a repetição e para terceirizarem suas opiniões (hipocrisia).

Sobre essas duas estradas, Diderot nos brinda com uma reflexão estupidamente perfeita e definitiva: “Em qualquer país em que o talento e a virtude não produzam progresso, o dinheiro será a divindade nacional.” Oh raios, que comunidade é essa: ninguém acredita na eternidade da alma, na importância de se entregar por uma causa, na singeleza angelical do caráter e na caridade feita sem barganhas ou manipulações. Tempestades permeiem meu juízo e me façam embaralhar telepaticamente as cartas do tabuleiro, pois essa é uma existência medíocre onde todos são escravos de um vale de círculos que nunca termina, tal qual um circuito de fórmula 1 onde os esforçados pilotos jamais contemplam a última bandeirada, percorrendo infinitas milhas a fio para nada encontrarem a não ser uma pia desmedida de desgostos, descontentamentos e decepções.

Acredite: você é responsável pela sabedoria do universo – cada gesto, movimento e posicionamento seu se reflete como o sol nas cabeças alheias, de sorte que as pessoas são influenciadas constantemente por tudo aquilo que suas mãos desenham. Por isso, seja um artista de figuras formosas - pintando as molduras com seriedade, hombridade e alteridade para que sua obra seja dotada de rochas finas e puramente clarificadas, fazendo seus pares se entorpecerem de bondade, leveza e total castidade. Lembre-se: você é um semeador e como tal precisa separar as melhores sementes para que o campo germine frutos primorosos, evitando que enxertos malignos surjam e matem as racionalizações proeminentes.

Em outras palavras, ser apenas “bem sucedido” não faz de ninguém um ente divinizado em nossa comunidade, porquanto essa posição gloriosa está disponível para criaturas retas ou corruptas, benignas ou astutas, afáveis ou estultas. À vista disso, homens de entendimentos verdadeiramente diferenciados vão muito além dessas conquistas pessoais (individuais), procurando trazer de volta inefáveis preciosidades que o mundo contemporâneo (dotado de tecnologias e avanços científicos) propositalmente se esqueceu.

Carreira e propósito: duas vertentes indivisíveis e interdependentes

Você deve alinhar sua carreira ao seu objetivo existencial, de modo que sua profissão reflita cotidianamente aquilo que seu coração verdadeiramente sente. Em outros termos, todas as suas ações devem convergir para a sua raiz vital, de forma que seus hábitos se transformem em genuínas movimentações tendo como pilar supremo valores e princípios arraigados em sua muralha interior.

Digo isso porque vejo que muitos indivíduos ficam melancólicos ao perceberem que não nasceram para desempenharem aquilo que desempenham regularmente, sofrendo por nadarem em um lago angustioso e piamente alienador. Normalmente, isso acontece porque caminham em uma ponte inversa: adentrando áreas que nada tem a ver com as suas crenças e convicções, contudo, essa lúgubre postura trará apenas infelicidades e insatisfações frequentes, visto que fará esse individuo ter uma vida confusa onde tudo será decidido de acordo com interesses momentâneos e não por meio dos resquícios de um caráter singularmente solidificado.

Precisamos compreender que para uma pessoa se destacar brilhantemente em suas atividades é necessário que ela ame profundamente sua profissão, pois somente isso a permitirá criar uma resistência rija contra as turbulências que certamente aparecerão. Na realidade, a escolha profissional de um indivíduo precisa acompanhar seus atributos naturais, de modo que tal entidade conecte seus dons originais as suas funções habituais. Quer inferir melhor? Permita-me clarificar os elementos: suponhamos que você tenha impulsos para lidar com números e queira investir pesado nesse núcleo. Logicamente, seu rendimento será esplêndido, porém ele não será perfeito se isso ferir de alguma forma suas construções morais.

A minha preocupação é com a sociedade que vem sendo criada a minha volta, onde muitos indivíduos trocam suas sagradas colunaspor qualquer vantagenzinha banal, como se esses inefáveis espigões não representassem nada em suas vidas. Ora, como um homem encontrará o caminho da justiça ostentando uma conduta mentirosa e sendo recorrentemente um ator que é enganado pela respectiva sombra? Como uma criatura achará a trilha da integridade agindo como uma entidade mascarada que ama a demagogia e a hipocrisia ilimitada, como uma espécie de reles tirano falsificador da própria existência?

Para se situar melhor no mapa, pense alusivamente no seguinte: você trabalha em uma grande empresa e é o gerente financeiro da mesma. Tudo corre maravilhosamente bem até que um dia uma proposta tentadora chega até a sua mesa e o faz “balançar”. No entanto, essa estupenda sedução (que aparentemente é irrecusável) o levará a romper imediatamente seu muro de valores, destruindo seu portfólio de raízes éticas para ultrapassar os limites da nobreza e recompensá-lo por essa alucinada e anárquica decisão. Não estou falando apenas de corrupção, mas de algo que manche sua insígnia pessoal e destrone o laço de sua consistência intelectual, solapando suas certezas intrínsecas e o fazendo barganhar tesouros absolutamente inegociáveispor conta do sonho incontrolável de querer ser um pouco mais “expressivo” no meio dos outros (vaidade e ostentação).

Por conseguinte, devemos aprender uma verdade inquestionavelmente pura e pouco defendida em nosso ninho social: o item mais valioso que um ser pensante possui é a sua essência, de forma que todas as outras coisas devem servi-la (e não o contrário). Invertendo as letras, a riqueza é servidora da índole, o status é o sumo garçom da honradez, o poder é submisso ímpar dos princípios e a supremacia é escrava ínfima da integridade. Se um indivíduo não compreender, aceitar e praticar essas maravilhosas constatações será impossível esperar que sua alma alcance paz e felicidade, haja vista que tal energia cósmica depende integralmente de permear o topo de todas as prioridades humanas - sendo soberana em todas as instâncias do painel espiritual para reinar exclusivamente e perpetuamente perante esses universos socialmente interligados.

Infelizmente, nessa comunidade inculta e apatetada em que vivemos a sabedoria foi virada ao avesso, transmudada em objeto de repulsa e total aversão por parte daqueles que perseguem questionários ultrajantes e tipicamente abjetos. É como costumo dizer aos meus amigos mais íntimos: o culto ao ego enfraqueceu o coração humano: o ser moderno é vastamente enganado por reflexos que ele mesmo criou, dado que passeia por um oásis fantasiosamente real que fora materializado por seus cristalizados e cauterizados olhos.

Vida profissional sincera: o símbolo supremo de um homem íntegro e ludicamente livre das amarras da ignorância

A coisa mais sublime que um ser humano pode praticar é a generosidade, uma vez que o egoísmo destrói as qualidades do cerne e transforma as pessoas em criaturas ingratas, avarentas, presunçosas, orgulhosas e perversas. O fato de apoiar o semelhante, praticando a caridade e agindo empaticamente permite que sejamos libertos das algemas da insipiência, fazendo nossas existências serem poços de luz pelas nobres escolhas que sabiamente executamos.

Como vimos ao longo do texto, um homem significativo é aquele que consegue fazer da sua profissão uma excelsa oportunidade de ajudar o próximo, de modo que suas atitudes se tornem um amontoado de ações positivas e assertivas em prol do bem estar alheio. Ora, e essa não foi coincidentemente a maior lição dada pelo Maravilhoso Conselheiro? Quando reunido em volta de seus discípulos, o nazareno manifestou enfaticamente a importância do amor para o desenvolvimento intelectual da consciência humana, demostrando que sem tal competência ninguém amadurece, haja vista que essa faculdade é a única capaz de separar criaturas visionárias de entidades apequenadas. Por conseguinte, a ordenança do Rei dos judeus foi que todos vivessem e morressem por essa formidável causa: criando hábitos abnegadores com o intuito de apoiarem a ajudarem carinhosamente aqueles que necessitassem de apoio e direção, não importando de onde eles viessem ou pelo que eram movidos.

Isso de maneira nenhuma quer dizer que você deve se tornar um monge que jejua quinze horas por dia e reza incessantemente nas outras nove, visto que é uma questão de transformação na postura (e não um martírio pessoal), de sorte que suas transitadas sejam praticadas de acordo com seus fluxos interiores, permitindo suas inclinações serem motivo de orgulho e aclamação por demonstrarem que suas convicções particulares são pesadas e poderosamente respeitadas por suas recorrentes escolhas.

Aliás, isso é ter caráter - fomentar uma conduta aprumada, adornada de ideias rijas a transparentes para a compaixão reinar soberanamente e destruir qualquer possibilidade de corrupção ou engodo que venha ferir a dignidade humana e suas esplêndidas/coruscantes ramificações. Destarte, todo indivíduo que crê genuinamente nessas esferas díspares precisa gozar de culturas intrínsecas cimentadas e alocadas em um pedestal irremovível, demonstrando que independentemente dos desdobramentos que ocorram malignamente a sua volta seu coração permanecerá perpetuamente intacto por ter sido erigido em um lugar santo e peculiarmente sábio.

Quem não assimilar isso terá uma vida vazia e se frustrará demasiadamente no fim do percurso: olhando para trás e identificando uma cortina superficial de construções sem tangibilidade e filigrana. Não se engane: é absolutamente impossível separar a trilha profissional da pessoal, tendo em conta que você é um ente inseparável e, portanto, não pode ostentar duas personalidades.

Isto posto, dinheiro, reconhecimento, visibilidade, condecorações e status não são mais importantes que uma integridade graciosa, dado que possuir uma consciência limpa permite que anjos acampem ao nosso redor e nos abençoe por duradouras eras. Porque pense comigo: de que adiantam os píncaros e as estátuas de bronze se elas não forem capazes de produzir paz no coração e doçura no espírito? Ou ousaríamos ser os pífios masoquistas do espírito que nos fora concedido, deleitando glórias momentâneas e insígnias passageiras que somente servem para incitar uma falsa ilusão aos nossos angustiados e absintados âmagos? Então, é uma materialização definitiva - o segredo é educar minuciosamente o coração: ele é o sumo general da nossa mente e necessita ser virtuoso e responsável para que saiba valorizar a sinceridade, a humildade, a misericórdia, a equidade, a pureza, a ingenuidade, a candura, a simplicidade e a credulidade, permitindo suas linhas serem recheadas de folhas formosamente singelas e pacificadoras.

Destarte, uma carreira bem sucedida não é a que estampa sua cara num jornal, nem a que faz o país inteiro saber que você existe e tampouco a que lhe permite ajuntar joias raras de preço ilimitado e inestimado, mas sim a que pode torna-lo originalmente realizado, saindo bravamente do campo da demagogia para os quadros fidedignos de onde brotam ramos de justiça, equilíbrio e sabedoria, aptos a conceber um terreno de maravilhas e jubilações para o fomento de felicidades concretas e vastamente sintetizadas.

Portanto, que possamos agir com inteligência e sensatez para ceifarmos estrelas reluzentes e apalparmos cenários expoentes, evitando sermos engolidos pelo espírito negro da mediocridade que tanto abraça os nossos idiotizados semelhantes. Através desse intrépido e tenaz discernimento, poderemos ser mais lúcidos em nossas escolhas, ultrapassando os obstáculos plantados para alcançarmos nossas estimadas e elevadas realizações com mais facilidade e agradabilidade.



Um conselho para as pessoas de 20 e poucos anos

Eles podem soar como conselhos banais, mas você precisa aprender a desviar sua ansiedade sobre o futuro para perceber o que está ao seu redor no momento presente




Uma jovem mulher me escreveu recentemente sobre seus medos sobre o futuro:

"Eu estou nos meus 20 anos e tentando descobrir o meu futuro. Estou apenas pensando em como parar de me preocupar e deixar que o medo do desconhecido consuma totalmente meus pensamentos diários (eu estou me mudando da Suécia para os Estados Unidos e não faço ideia de como encontrar um trabalho, um lugar para morar etc.). Eu estou muito assustada com o futuro, mesmo que eu tenha superado obstáculos antes."

A primeira coisa que eu diria para ela é: você não está sozinha. Muitas pessoas, jovens e velhas, têm medo do desconhecido, especialmente quando as coisas não estão estabelecidas e tudo está no ar. Eu tenho uma filha com 20 e poucos anos, um filho com 18 anos... e eles não têm ideia do que lhes aguarda o futuro. Eu também não sabia quando era jovem e, para ser honesto, eu ainda não sei. As coisas são um pouco menos assustadoras para mim esse dias, mas eu sei como é ter medo de um futuro assustador e incerto.

A segunda coisa que eu diria é: ninguém tem as respostas. Ninguém sabe o melhor caminho que deveria seguir. Ninguém descobriu a resposta definitiva para seus problemas de medo do futuro. Os melhores de nós apenas fingem e fazem parecer que sabem o que estão fazendo. Não sabemos. Nós ainda estamos tentando descobrir também e, para ser honesto, a verdade é que a maioria de nós estamos muito assustados ou fingindo, até para nós mesmos.

Seja bom em algo

Você não tem um trabalho, nada fixo para fazer, as coisas são amplas demais… e isso é assustador, mas também uma vantagem. A sua agenda está livre e você tem imensas possibilidades.

O caminho para tirar vantagem disso é encontrar algo para se tornar bom e, então, torná-lo bom. Tão bom quanto você puder.

E aqui vão mais boas notícias: não importa realmente o que você escolhe. Se você escolheu se tornar bom em design, mas então você trabalha por dois anos para descobrir que odeia isso… Você pode mudar! Você poderá, então, se tornar bom em fazer artesanato e então mudar quando decidir que não é bom para você. Poderá aprender programação e se tornar bom nisso. Ou aprender a "blogar" e se tornar bom nisso. Não importa.

Não importa porque o tempo gasto se tornando bom em algo nunca é desperdiçado. Você aprende como se tornar bom em alguma coisa. Conhece outras pessoas que são apaixonadas. Faz conexões com pessoas, ideias e consigo mesmo. Você pode se descobrir no processo.

Como se tornar bom em algo? Primeiro, saia da internet, para que se livre das distrações. Então:

1. Escolha algo, qualquer coisa, que interessa a você;
2. Descubra o passo seguinte mais fácil e avance nele;
3. Encontre alegria nesse passo;
4. Encontre alguém para compartilhar isso. Melhor ainda, encontre alguém que você tenha que convencer, como um chefe, um colega, um cliente ou um amigo que irá lhe cobrar;
5. Descubra o passo seguinte mais fácil e aproveite.

Você vai falhar. Irá duvidar de si mesmo. Irá desejar que fosse melhor, mais rápido. Todos nós fazemos isso, mas a boa notícia é que você é jovem e é bom falhar por um tempo. Quando você estiver nos seus 30 anos, irá falhar bem menos.

Você vai construir alguma dinâmica. Você vai passar a amar isso porque começa a se tornar bom. Vai passar a pensar que sabe o que está fazendo, e então perceberá que há muito mais para aprender e achará isso assustador e, então, excitante.

Conecte-se com pessoas interessantes

Descubra pessoas online que façam coisas interessantes, encontre-as pessoalmente. Descubra pessoas que são apaixonadas, que estão construindo coisas, que estão se arriscando, que sonham grande, que são conscientes, divertidas, saudáveis, amigáveis, tímidas, sociáveis, aventureiras e curiosas.

Se torne amigo delas. Esteja ali para elas. Seja útil. Faça-as rir. Estas são as suas pessoas. Elas irão te exaltar, excitar, preencher a sua vida com significados. Elas irão fazer da sinceridade e alegria o seu novo normal.

Essas pessoas irão ajudar na sua futura carreira de alguma maneira, mas isso não é a coisa mais importante: o que realmente importa é que amigos importam. Ter um que te dispensa é uma droga. Ter alguns que dão suporte e inspiram, que amam e valorizam você… Isso faz da vida significativa.

Mas não se preocupe tanto sobre o que as outras pessoas estão fazendo. Feche as redes sociais algumas vezes e apenas foque no que você está fazendo. Quando você estiver junto com seus amigos, descubra o que eles estão fazendo e fique feliz por eles, mas não se preocupe que você não está fazendo essas coisas. Aquilo é a vida deles e é incrível, mas sua vida será unicamente o que você decide fazer.

Sobre finanças

Você não tem um emprego ainda. Está bem, mas você precisa achar uma forma de fazer dinheiro. Você pode ser freelance, lavar carros, dirigir para o Uber, ter um trabalho temporário, ser estagiário, não importa. Encontre uma maneira de pagar o aluguel e, de preferência, aprenda alguma boa habilidade enquanto você paga aluguel.

Se o seu trabalho não for o trabalho dos sonhos, o faça apenas por agora para pagar o aluguel e gaste o seu tempo livre aprendendo e trabalhando na sua habilidade, se tornando bom em algo. Mas não fique preso nesse trabalho - mantenha seus olhos abertos para algo melhor. Comece o seu próprio negócio paralelamente, se puder.

Gaste menos do que você ganha. Todo mundo diz isso, mas a maioria das pessoas ignoram. O segredo é desejar muito pouco. Esteja satisfeito com algumas posses, comida simples, sem precisar da versão mais nova de algo ou dos restaurantes mais legais ou entretenimento. Encontre uma biblioteca, leia alguns livros grátis, trabalhe em algumas habilidades, coma comida vegana simples. Economize o máximo que puder. Sim, você é jovem e não está preocupado com a aposentadoria, mas ter dinheiro para quando for velho não é o objetivo - o ponto é construir um fundo de emergência para que não fique preocupado sobre pagar o aluguel.

Se preocupando com o futuro

É normal se preocupar com o futuro, mas provavelmente o melhor antídoto é aprender a mudar o seu foco para o que está bem na sua frente, agora mesmo. Você está fazendo algum trabalho? Foque na parte física de fazer isso. Você está comendo? Quais são as sensações físicas que a comida provoca? Você está andando de trem? Como você se sente por estar sentado, com os pés no chão? Como são os sons? O que você pode ver ao seu redor?

Essas coisas podem soar como conselhos banais, mas o que acontece é que você aprende a desviar sua ansiedade sobre o futuro para perceber o que está ao seu redor no momento presente. E acaba percebendo que enquanto o futuro desconhecido parece assustador, o presente está excelente.

Você vai descobrir, de um momento para o outro, que cada momento é excelente. Você vai começar a desenvolver confiança no presente. E este é o antídoto para os medos sobre o futuro: aprenda a confiar que você ficará ok, porque à medida que cada momento passa, você continua estando ok.