quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Carrefour lança primeira loja em formato "express" no Brasil

Formato já é utilizado em outros países onde a rede opera. A companhia investe no varejo de proximidade




O Carrefour lançou nesta quinta-feira (28) no Brasil seu formato de loja de proximidade, o Carrefour Express. A primeira unidade do Carrefour Express funciona em São Paulo (SP), na zona leste da cidade. O formato já é utilizado em outros países onde a rede opera. A companhia investe no varejo de proximidade. O objetivo é oferecer ao consumidor brasileiro agilidade e comodidade no momento das compras, proporcionando a oportunidade de comprar com facilidade produtos de reposição do dia a dia e itens prontos para consumo.

O Carrefour planeja a abertura de novas lojas de proximidade ainda em 2014. A segunda unidade será inaugurada em breve, também em São Paulo, dentro de um plano estruturado de expansão no Brasil para os próximos anos.

Segundo comunicado, o lançamento permite ao grupo atender à crescente demanda de consumidores por compras menores, mais frequentes e em locais próximos da casa ou do trabalho.

Cada unidade será adaptada às características e demandas do bairro onde estiver localizada, levando em consideração fatores como a área de venda e o sortimento. A loja é dividida em três circuitos de compra. O primeiro é voltado às compras de consumo imediato, itens de bomboniere, bebidas geladas e snacks. O segundo é o circuito rápido que reúne produtos para o dia a dia, como matinais, pães, iogurtes, frios. O terceiro setor é voltado à reposição da despensa, com produtos de mercearia, pet, limpeza e higiene.

"Com o lançamento do nosso formato de proximidade Express, o Carrefour dá um novo passo em direção ao seu crescimento no Brasil, que já representa a segunda maior operação dentre todos os países onde o grupo atua. Parte fundamental da nossa estratégia é investirmos em soluções multiformato cada vez mais inovadoras e que atendam às diferentes demandas dos consumidores brasileiros. Especialmente em grandes centros urbanos como São Paulo, o consumidor necessita que suas compras diárias sejam rápidas, simples e agradáveis, e é isso que o Carrefour Express oferece", destaca Charles Desmartis, CEO do grupo Carrefour no Brasil.

Desde que foi lançada a primeira loja de conveniência do grupo, há cerca de 30 anos, este formato tem conquistado cada vez mais representatividade dentro da operação global do Carrefour. Ao todo, são mais de 5.800 lojas de proximidade distribuídas em 10 países.

"O Carrefour Express é uma solução eficiente e conveniente para compras de itens de reposição e consumo básicos, oferecendo um sortimento que atende as necessidades dos clientes ao mesmo tempo em que proporciona uma experiência de compra ágil a um preço competitivo para o segmento", ressalta Luis Curti, diretor do Carrefour Express no Brasil.

A loja fica localizada na Rua Tuiuti, 2.413, no bairro do Tatuapé.







Fonte: Administradores


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Homem come no chão de estação de metrô para promover aspirador de pó

Funcionário de marca de aspiradores derruba sua comida para mostrar confiança na limpeza feita pelo produto da sua empresa




Um homem de terno e gravata entra em uma estação de metrô, liga um aspirador de pó, limpa um pedaço do chão com o aparelho e depois derruba sua comida, só para depois comê-la diretamente do piso. Sua ação choca todos ao seu redor, e as pessoas o observam incrédulas.

O que os passageiros esperando o metrô não sabem é que tudo faz parte de uma ação de marketing: o homem comendo macarrão do chão está sendo filmado, se chama Ravi Dalchand e é gerente na empresa fabricante de aspiradores de pó Bissell. O que parece ser loucura é apenas um vídeo para promover o novo produto da marca. Depois de comer, Dalchand olha para a câmera e afirma "Eu tenho cem por cento de confiança nesse produto".

Veja o vídeo da campanha do Bissell Symphony All-in-One abaixo:


Fonte: Administradores


Como identificar a ética dos candidatos no processo de recrutamento?

Segundo o especialista, as organizações devem buscar comprometimento ético nos seus candidatos, assumindo a responsabilidade de auxiliá-los na resolução de conflitos éticos com que podem se deparar durante o exercício de suas funções




Ferramentas como a Análise de Aderência Ética (AAE) ajudam as organizações a identificar o grau de aderência dos candidatos ao seu perfil ético, fortalecendo assim a cultura ética da empresa e sua capacidade de resistência às fraudes.

Tratar da gestão da ética nas organizações é fundamental nos processos de recrutamento. “Não há organização ética ou antiética, ou ainda, classificação de que uma determinada sociedade é moral ou amoral”, afirma Renato Santos, Gerente Executivo da  ICTS Protiviti, empresa global de consultoria e serviços especializada em Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Ética, Compliance e Segurança. Mas há comportamentos que não estão de acordo (compliance) com boas práticas e estes comportamentos se dão sempre pelo indivíduo. “Podemos inferir que somente a ação humana individual é valorada moralmente”, acrescenta.

Segundo o especialista, as organizações devem buscar comprometimento ético nos seus candidatos, assumindo a responsabilidade de auxiliá-los na resolução de conflitos éticos com que podem se deparar durante o exercício de suas funções, já que dilemas éticos podem ocorrer, e a omissão do que se espera dos profissionais diante de tais dilemas não é salutar para a organização. Daí, programas de seleção com o escopo do entendimento da ética do candidato e compliance estão estritamente interligados, pois se baseiam em valores e responsabilidades morais, que procuram incentivar o cumprimento e conformidade às leis e políticas internas, o que, por sua vez, tende a culminar no fortalecimento da cultura ética da organização, afirma o especialista.

Programas de seleção com uma abordagem ética devem envolver todos os níveis da organização, caso contrário, não atingirão o seu objetivo macro de buscar uma maior homogeneidade na forma de conduzir questões éticas.

Uma ferramenta de gestão da ética é a denominada Análise de Aderência à Ética, que tem como objetivos identificar o nível de compliance individual dos participantes com a cultura da organização; mitigar vulnerabilidades que interfiram na manutenção de um ambiente ético; sugerir aprimoramentos às normas e procedimentos da empresa em relação à sua clareza para prevenção de perdas e fraudes e reforçar a mensagem corporativa da importância da ética, levando a um aumento de inibição a má conduta. “Esse processo é aplicado para candidatos a posições sensíveis em suas organizações, sensibilidade essa que pode estar atrelada à vulnerabilidade das atividades que seu cargo propicia ao lidar com informações confidenciais, bens, dinheiro, negociações, entre outras”, disse.

Uma das formas de identificar a verdadeira percepção de ética do profissional é buscar padrões de emoção em sua fala. Santos dá alguns exemplos: “Ao invés de perguntar ao candidato “você teve problemas na sua saída da empresa anterior?”, peça para ele relatar o último dia dele na empresa anterior. Ao se lembrar desse dia, ele resgatará da memória emoções positivas ou negativas de sua saída, que serão expressadas através da sua linguagem verbal e não-verbal, possibilitando um maior aprofundamento do tema.”



Pizza Hut do Japão aposta em gatos como funcionários em nova campanha

Missão dos felinos é anotar pedidos, preparar e entregar pizzas, atividades que eles realizam de uma maneira bem peculiar




A Pizza Hut do Japão, adotando à popularidade que os gatos tem na internet, contratou quatro funcionários bem "estranhos". Tencho, Hime, Dora e Detch são quatro gatinhos que surgiram para dar um toque mais “felino” à administração do restaurante. A campanha Pizza Cat se baseia justamente nessa mistura ente a Pizza Hut e a fofura dos gatos.

Com direito a um hotsite próprio cheio de filmes e detalhes da campanha, a missão dos animais é anotar pedidos, preparar as pizzas e entregá-las, atividades que eles realizam de uma maneira bem peculiar.

Confira o vídeo e dê risadas junto com os bichanos: 




Fonte: Administradores


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Malaysia Airlines soma prejuízo de US$ 2 milhões por dia com voos vazios

Aumento na comissão de agentes de viagens e promoções de passagens para os clientes apontam que a situação financeira da Malaysia Airlines piora a cada dia; nas redes sociais, clientes postam fotos de voos vazios


Após protagonizar dois dos piores desastres aéreos de 2014 – em um dos quais a aeronave ainda está desaparecida – a Malaysia Airlines está somando prejuízos diários de US$ 2,16 milhões por voos zarpando com boa parte das poltronas desocupadas. A cifra foi apontada pelo professor da Universidade de Howard, Oliver McGee. Segundo ele, apenas as operações representam US$ 1,6 milhão por dia em perdas.

“Linhas aéreas internacionais operam de forma viável na indústria como um negócio de cinco dias de dinheiro disponível para os trabalhos. Com essa enorme taxa de prejuízo, a transportadora aérea da Malásia luta para sobreviver, enquanto as reservas continuam a cair”, escreveu o professor em seu perfil no LinkedIn.

Em março, o voo 370 da Malaysia Airlines que ia de Kuala Lumpur para Pequim desapareceu com 12 tripulantes e 227 passageiros a bordo. Até hoje o que aconteceu com a aeronave é um mistério, já que não foram encontrados vestígios ou destroços no oceano.

Em julho, o voo 17 foi alvejado por um míssil enquanto sobrevoava uma região da Ucrânia que vive um conflito separatista com a Rússia. Ao todo, 283 passageiros e 15 tripulantes morreram no ataque.

De acordo com o site de notícias australiano News.com.au, a Malaysia Airlines aumentou a comissão para agentes de viagens de 6% para 11% para que eles conseguissem reservar mais assentos nas aeronaves.

Os descontos para os clientes também estão mais agressivos: um voo entre Kuala Lumpur e Pequim, por exemplo, custa cerca de US$ 500 em outras companhias aéreas, enquanto a MA vende assentos por apenas US$ 238.

No início de agosto, a empresa de investimentos Khazanah Nasional, que detém parte da Malaysia Airlines, anunciou que tem planos de ampliar a participação na companhia para 31%. Apesar de nada ter sido divulgado oficialmente, o plano seria mudar o nome e promover uma completa reestruturação da marca.




Fonte: Administradores


8 tipos de liderança comuns nas empresas

Afetivo, autoritário e visionário são alguns exemplos




A figura do líder é fundamental na gestão estratégica de uma empresa, cuja principal função é direcionar as ações coletivas e individuais aos demais colaboradores. Mas, nem sempre delegar tarefas é algo fácil, necessitando de conhecimento e técnicas para atingir os resultados que se deseja alcançar.

Mas, o que é liderança? O líder é quem cria o ambiente de motivação e influencia os membros da equipe e os stakeholders (pessoas que são impactadas dentro ou fora de uma organização) a agirem numa determinada direção para alcançar os objetivos estabelecidos.

Em resumo, se uma empresa tem objetivos, estes devem estar em concordância com o que pensam os seus líderes, fazendo com que sua influência seja sempre positiva, e facilitando a gestão de equipes. As principais características a serem destacadas em um líder são: ser honesto, carismático, bom ouvinte, determinado, preparado para assumir riscos, preparado para trabalhar sobre pressão, saber delegar atividades, corajoso, positivo, percebe oportunidades e é estrategista.

Porém, não é só isso, a liderança dentro de uma organização deve ser sempre compartilhada, entre colaboradores e gestores, sendo fundamentais constantes técnicas de coaching e também viabilizando processos de mentoring para alinhamentos das propostas e qualificação dos demais colaboradores.

Há vários tipos de lideranças e todos têm os seus lados positivos e negativos. É interessante pontuar alguns:

- Afetivo: É o chefe que dá apoio, protege e defende o colaborador. Ele busca aliar a responsabilidade da liderança com o bem estar.
- Autoritário: Este é bem conhecido, são os que impõe suas decisões, opiniões e geralmente tem visão unilateral.
- Coaching: Busca estimular os liderados a se desenvolverem e buscarem situações de aprendizagem no cotidiano do trabalho.
- Diretivo: Ao demandar, diz apenas o que é para fazer e o resultado esperado, mobiliza as pessoas em uma direção comum dando clareza quanto ao que é esperado. Pressupõe monitoramento do processo.
- Laissez-Faire: Ausência da atuação gerencial. É o chefe que gera um sentimento de abandono nas equipes, e não é considerado um estilo de liderança.
- Modelador: Ele demanda e diz o que é para fazer e como é para fazer, informando constantemente o que está certo e o que está errado, é ideal para liderados de baixa maturidade
- Participativo: Não determina o que é e como devem ser feitas as coisas, e sim estimula e propicia a participação das pessoas na tomada de decisões, buscando o consenso.
- Visionário: Pensa em como fazer as demandas de maneira mais rápida, barata e qualificada. Compartilha dimensões futuras do negócio de forma atraente e factível.

Um alerta a ser feito é que muitas vezes a liderança tem reflexo negativo para empresa, nestes casos uma saída é apontar quem tem esta característica e não está sendo positivo e posteriormente trabalhar pontos de melhorias, mas nunca se deve julgar. O segredo é focar e trabalhar os pontos positivos.

Se você esta pensando que não se enquadra nestas características, ou mesmo as pessoas com quem trabalha, não se preocupe, a liderança pode ser desenvolvida com base nas experiências passadas e através de ações de capacitação. Existem cursos de lideranças que são focados em atividades práticas e vivenciais que lhe ajudarão nesta habilidade interpessoal.

A principal questão é: como reter estes profissionais? Deverá ser traçada uma estratégia e criar um plano de carreira, pois o líder não é só movido a salários como muitas organizações acreditam, são movidos a desafios. Buscam constantemente crescimento e reconhecimento profissional, e acreditam que ao atingirem estes objetivos, o dinheiro será apenas uma consequência.



Hello Kitty não é uma gata: mais uma dessa marca de 40 anos

Veja outros segredos da personagem que influenciaram no marketing e trouxeram sucesso para a empresa japonesa




Ela já apareceu em milhares de brinquedos, material escolar e linha de roupas. Criada em 1974 no Japão para estampar bolsinhas de moedas, a Hello Kitty ganhou a simpatia do mundo e se tornou um forte ícone cultural. Neste ano, a personagem completa 40 anos e foi até enviada ao espaço como parte da comemoração. 

Agora, foi divulgado um estudo pela antropóloga Christine R. Yano da Universidade do Havaí que desmistifica a Hello Kitty. Em "Pink Globalization: Hello Kitty's Trek Across the Pacific," Yano explica que o sucesso da Hello Kitty está no mistério da sua expressão facial que combinado a um trabalho de marketing inteligente, ajudou a construir um fanatismo em relação a personagem. 

“A Hello Kitty é um sucesso por causa do vazio que é o seu design. As pessoas enxergam uma variedade de expressões. Você pode até colocá-la em um palco com uma guitarra, entre tantas outras opções. Esse vazio apela para diversos tipos de pessoas”, afirmou a pesquisadora.

Entre as surpresas do estudo realizado por Yano está a revelação de que Hello Kitty não é uma gata. A pesquisadora conta que estava montando uma exposição sobre a personagem no Japanese American National Museum com textos que a colocavam como um gato. Porém, ela recebeu uma carta da própria Sanrio que corrigia o equívoco. "Fui corrigida imediatamente, Hello Kitty não é um gato. É uma menininha. É uma amiga. Mas não é um gato. Ela nunca é retratada sobre quatro patas. Ela anda e senta como uma criatura de duas pernas. Ela inclusive tem um gatinho de estimação chamado Charmmy Kitty", disse Yano.

Além disso, seu nome completo é Kitty White, filha de George e Mary White. Outra surpresa é que ela não é japonesa e sim, britânica. Seu signo é escorpião. 
"Ela tem uma irmã gêmea e vive fora de Londres. Muitas pessoas não conhecem a história da personagem e muitos não se importam. Porém, é importante perceber que ela surgiu em uma época em que os japoneses estavam muito ligados a cultura britânica. Toda biografia da personagem foi criada para atender os gostos das pessoas naquela época”, completou a pesquisadora ao LA Times.